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29 junho 2021
A relação Design, Serviços e Sustentabilidade
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21 janeiro 2021
Vida Sustentável é vaidade pessoal - Você concorda ou não?
![]() | |||
| O índio Ailton Krenak é autor do best-seller Ideias Para Adiar o Fim do Mundo (fotos de Marina Silva) |
'Vida sustentável é vaidade pessoal', diz Ailton Krenak
Em entrevista, autor de Ideias Para
Adiar o Fim do Mundo, que está em Salvador, diz que nem mesmo ele pode
se considerar uma pessoa sustentável.
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12 janeiro 2021
O melhor canal do YOUTUBE sobre design e embalagens
CONHEÇA EM https://youtu.be/Cl262Odyw1M
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03 dezembro 2020
Campeões da Sustentabilidade
A partir de hoje, estarei postando os melhores perfis de design, inovação, sustentabilidade e inclusão do #instagram.
Começo com o "Sustainability Champions".

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24 junho 2020
Inovando produtos e serviços para uma sociedade biocentrada

Se você trabalha com design e / ou inovação deve ler este artigo "Transição ecológica para uma sociedade biocentrada"
Caso queira compartilhar o artigo, ele está em espanhol e inglês no meu portal de "Design Research" DRP
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13 junho 2020
Elimine o desperdício e aproveite tudo com respeito e gratidão - Conheça o conceito Mottainai
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A sustentabilidade vai muito além do design, é uma filosofia de vida. Esse pensamento vem agora reforçado com o "Mottainai", conceito japonês que está se popularizando no Brasil.
Conheça mais sobre o Mottainai com a expert Tiemi Yamashita :
"Mottainai é uma expressão antiga que o povo japonês utiliza quando alguém desperdiça algo, porém do mesmo modo que é impossível traduzir a expressão para o português, é igualmente implausível traduzir a verdadeira essência do Mottainai.
O Mottainai é aprender a reconhecer o valor de todos os recursos ao nosso redor, e a partir disso aproveitar tudo com respeito e gratidão. Eliminando o desperdício.
O Mottainai traduz muitos dos valores contemporâneos ao assimilar as necessidades que temos de utilizar os recursos ao nosso redor do melhor jeito possível, eliminando o desperdício e fazendo com que criemos um novo modo de encarar as situações do cotidiano através da educação ambiental, redução de custos e aprimoramento do capital humano.
>Quer saber mais sobre o Mottainai? Conheça o curso de Tiemi Yamashita
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05 julho 2019
Biomimética e Design
Siga as designers Alessandra Araujo, designer de inovação, consultoria em
biomimética, e Carol Freitas, designer multidisciplinar,
consultora de inovação e biomimeticista.
Um case de aplicação da biomimética nos negócios, é do Votu Hotel, na Bahia. Eles utilizaram na concepção dos bangalôs o Princípio de Bernolli para ventilação natural e constante, garantindo conforto térmico mesmo quando o espaço esteja fechado. A solução foi inspirada no cão de pradaria que faz suas tocas enterradas no solo com entradas e saídas de ar, e com altura e diâmetro distintos permitindo que o vento/brisa sempre possa entrar em sua toca.
A estratégia foi aplicada na estrutura de concreto que inicia como base, cresce como paredes da área interna e se desenvolve como cobertura. Foi projetada também uma laje jardim para dar maior massa e com isso conforto térmico, além de proporcionar que o verde possa ocupar a sobreposição da área da suíte. O fechamento das construções foi inspirado na capacidade de auto-sombreamento de alguns cactos. No prédio principal a cobertura da cozinha também é uma laje jardim, porém atua como um grande trocador de calor inspirado nos bicos dos tucanos.
“Estas estratégias permitem que os espaços sejam mais saudáveis e agradáveis evitando o uso excessivo de energia com climatizadores, além de dar ao projeto um partido arquitetônico criativo que não necessariamente remete a uma forma natural, mas sim um mecanismo natural”, explica Alessandra.
Publicado em Ciclo Vivo - Fundadora Mayra Rosa
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16 julho 2017
Design e sustentabilidade Brasil
13 janeiro 2017
Livro Design, Resíduos e Dignidade
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20 janeiro 2016
Inovar para quê?
Da futurista Rosa Alegria em Linkedin , excelente artigo sobre "novas inovações" necessárias para o século 21!
Por Rosa Alegria
Inovação é a palavra das mais recorrentes no repertório de quem lê sobre administração de qualquer coisa.
De tão louvada, a inovação passou a ser o mantra de quem quer fazer a diferença seja lá na economia, na educação, na política e em qualquer outra área que tenha espaço para fazer a diferença.
Até pouco tempo atrás era usada para adjetivar qualquer mudança que impactasse a criação de um produto, de uma tecnologia, de uma embalagem, de um serviço, de uma propaganda.
No século 21 enfrentamos uma série de desafios alarmantes bem mais amplos do que atender necessidades de mercado ou até criar novos mercados.
Nos deparamos com escassez da água, aquecimento global, disparidades sociais, crises simultâneas de vários ordens e não podemos nos satisfazer com inovação mercadológica apenas.
A capacidade de inovar passa a ser um recurso essencial para tentarmos sair dessas circunstâncias adversas à nossa sobrevivência.
Nesse mundo em transição e precisando de socorro é preciso redirecionar a inovação para que ela conviva em harmonia com a natureza e com os excluídos da economia. Está na hora de perguntar: inovação para quê?
A inovação tal qual tinha sido concebida até então, a de incremento ou ruptura de conceitos de bens e serviços não vale mais.
Inovar para gerar bens de consumo que depois viram descarte, lixo eletrônico que se amontoa pelos aterros inférteis é coisa do passado.
Olhando para o futuro, quem quiser inovar tem que trazer bem estar e segurança para o maior número de pessoas, em sintonia com a sustentabilidade do planeta, durabilidade garantida, simplicidade a toda prova, tem que ser inovação com foco no longo prazo, para fazer durar, otimizar recursos, preservar e tem que ter senso de justiça para incluir.
Mudanças de gestão, pensamento e aplicação são necessárias e os pequenos negócios em especial oferecem agilidade maior que os grandes para se movimentarem na direção das mudanças que na cadeia de valor pequenos fornecedores possam influenciar as corporações.
O estudo “Tendências de sustentabilidade para os pequenos negócios” que realizei em 2014 por encomenda do Centro Sebrae de Sustentabilidade traz evidências e exemplos nacionais e internacionais sobre como isso é possível.
O estudo está disponivel online gratuitamente aqui.
Um pouco dessas tendências compartilho aqui com os leitores:
• Crescimento qualitativo: Uma novo tipo de crescimento passa a nortear a lógica empresarial: produzir conservando e conservando para produzir. O crescimento qualitativo (da conservação) impõe-se sobre a lógica do crescimento quantitativo (da extração).
• Sustentabilidade em cadeia: grandes empresas estimulam suas cadeias de fornecimento a se integrarem nesse esforço. Bradesco, Suzano, Braskem, Petrobrás, entre outras, têm adotado programas de capacitação e conscientização junto aos seus fornecedores.
• Recompensas climáticas: Apenas 38% traçam metas de redução de emissões de CO2, contra 92% das companhias compradoras. Reduzir custos com olhar no clima é inovar e ser mais rentável. segundo últimos dados levantados pelo CDP, 29% dos pequenos negócios que diminuíram suas emissões economizaram juntos cerca de R$ 13,7 bilhões em 2012.
• Ecoeficiência: Uma empresa ecoeficiente é aquela que reduz os impactos ambientais nos sistemas de produção através de práticas de redução e otimização.
• Talentos verdes: profissionais especializados em meio ambiente e sustentabilidade têm sido cada vez mais valorizados no mercado de trabalho. Por que não contrata-los?
• A era do acesso: O capital físico, fator econômico mais importante do passado, está sendo superado pelo capital intangível. A posse de bens tem dado lugar ao acesso. Muitos exemplos dessa economia compartilhada afloram a cada momento, como os hoje gigantes AirBnb e Uber.
• Negócios sociais: conhecidos por negócios 2,5 (dois e meio), aqueles que estão entre o segundo e o terceiro setor. Estudo realizado 3 anos atrás indica que 64% dos negócios sociais eram microempresas e 10% pequenas empresas.
• Licença para operar: Obter licenciamento ambiental e apresentar relatórios de sustentabilidade periodicamente e divulgá-los pode ser condição de mercado para os pequenos negócios obterem credibilidade e a preferência dos consumidores
• A feminização da economia: O empreendedorismo está cada vez mais feminino com crescente percentual de mulheres empreendendo e atraindo atenção de investidores e governos. Grandes mudanças no cenário empreendedor brasileiro devem-se ao crescimento no número de mulheres empreendedoras, que hoje são 51% do contingente brasileiro (Global Entrepreneurship Monitor).
• Economia colaborativa: Os desafios impostos pela economia globalizada e pelas novas tecnologias têm desconstruído os princípios mais ortodoxos da competitividade, fazendo emergir uma nova lógica econômica baseada em relações ganha-ganha. Centrais de negocios, co-branding, o movimento dos prosumidores (makers) são alguns dos exemplos dessa nova era.
• Sustentabilidade interior: A pressão da falta de equilíbrio da vida e do stress diários cria a necessidade de um resgate do bem-estar interior e da saúde através de produtos e serviços. Fenômeno que está presente na dimensão pessoal, psicológica e até espiritual, gerando novos negócios como, massagens a domicílio, spas urbanos, cuidado para os mais idosos, as academias de ginástica, os espaços de terapia holística, restaurantes com alimentos orgânicos.
Precisamos rever o que entendemos por inovação porque o que antes fazia sentido hoje não faz mais. É só olhar para os milhões de aparelhos celulares que viram montanhas de lixo crescentes.
Inovar não pode ser mais apenas surpreender e encantar com novidades descartáveis. Deve ser não só mudança de produtos e serviços como também mudança de atitude numa relação saudável entre quem vende e quem compra.
Originalmente publicado no Diário do Comércio
http://www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/inovar_para_que
Inovação é a palavra das mais recorrentes no repertório de quem lê sobre administração de qualquer coisa.
De tão louvada, a inovação passou a ser o mantra de quem quer fazer a diferença seja lá na economia, na educação, na política e em qualquer outra área que tenha espaço para fazer a diferença.
Até pouco tempo atrás era usada para adjetivar qualquer mudança que impactasse a criação de um produto, de uma tecnologia, de uma embalagem, de um serviço, de uma propaganda.
No século 21 enfrentamos uma série de desafios alarmantes bem mais amplos do que atender necessidades de mercado ou até criar novos mercados.
Nos deparamos com escassez da água, aquecimento global, disparidades sociais, crises simultâneas de vários ordens e não podemos nos satisfazer com inovação mercadológica apenas.
A capacidade de inovar passa a ser um recurso essencial para tentarmos sair dessas circunstâncias adversas à nossa sobrevivência.
Nesse mundo em transição e precisando de socorro é preciso redirecionar a inovação para que ela conviva em harmonia com a natureza e com os excluídos da economia. Está na hora de perguntar: inovação para quê?
A inovação tal qual tinha sido concebida até então, a de incremento ou ruptura de conceitos de bens e serviços não vale mais.
Inovar para gerar bens de consumo que depois viram descarte, lixo eletrônico que se amontoa pelos aterros inférteis é coisa do passado.
Olhando para o futuro, quem quiser inovar tem que trazer bem estar e segurança para o maior número de pessoas, em sintonia com a sustentabilidade do planeta, durabilidade garantida, simplicidade a toda prova, tem que ser inovação com foco no longo prazo, para fazer durar, otimizar recursos, preservar e tem que ter senso de justiça para incluir.
Mudanças de gestão, pensamento e aplicação são necessárias e os pequenos negócios em especial oferecem agilidade maior que os grandes para se movimentarem na direção das mudanças que na cadeia de valor pequenos fornecedores possam influenciar as corporações.
O estudo “Tendências de sustentabilidade para os pequenos negócios” que realizei em 2014 por encomenda do Centro Sebrae de Sustentabilidade traz evidências e exemplos nacionais e internacionais sobre como isso é possível.
O estudo está disponivel online gratuitamente aqui.
Um pouco dessas tendências compartilho aqui com os leitores:
• Crescimento qualitativo: Uma novo tipo de crescimento passa a nortear a lógica empresarial: produzir conservando e conservando para produzir. O crescimento qualitativo (da conservação) impõe-se sobre a lógica do crescimento quantitativo (da extração).
• Sustentabilidade em cadeia: grandes empresas estimulam suas cadeias de fornecimento a se integrarem nesse esforço. Bradesco, Suzano, Braskem, Petrobrás, entre outras, têm adotado programas de capacitação e conscientização junto aos seus fornecedores.
• Recompensas climáticas: Apenas 38% traçam metas de redução de emissões de CO2, contra 92% das companhias compradoras. Reduzir custos com olhar no clima é inovar e ser mais rentável. segundo últimos dados levantados pelo CDP, 29% dos pequenos negócios que diminuíram suas emissões economizaram juntos cerca de R$ 13,7 bilhões em 2012.
• Ecoeficiência: Uma empresa ecoeficiente é aquela que reduz os impactos ambientais nos sistemas de produção através de práticas de redução e otimização.
• Talentos verdes: profissionais especializados em meio ambiente e sustentabilidade têm sido cada vez mais valorizados no mercado de trabalho. Por que não contrata-los?
• A era do acesso: O capital físico, fator econômico mais importante do passado, está sendo superado pelo capital intangível. A posse de bens tem dado lugar ao acesso. Muitos exemplos dessa economia compartilhada afloram a cada momento, como os hoje gigantes AirBnb e Uber.
• Negócios sociais: conhecidos por negócios 2,5 (dois e meio), aqueles que estão entre o segundo e o terceiro setor. Estudo realizado 3 anos atrás indica que 64% dos negócios sociais eram microempresas e 10% pequenas empresas.
• Licença para operar: Obter licenciamento ambiental e apresentar relatórios de sustentabilidade periodicamente e divulgá-los pode ser condição de mercado para os pequenos negócios obterem credibilidade e a preferência dos consumidores
• A feminização da economia: O empreendedorismo está cada vez mais feminino com crescente percentual de mulheres empreendendo e atraindo atenção de investidores e governos. Grandes mudanças no cenário empreendedor brasileiro devem-se ao crescimento no número de mulheres empreendedoras, que hoje são 51% do contingente brasileiro (Global Entrepreneurship Monitor).
• Economia colaborativa: Os desafios impostos pela economia globalizada e pelas novas tecnologias têm desconstruído os princípios mais ortodoxos da competitividade, fazendo emergir uma nova lógica econômica baseada em relações ganha-ganha. Centrais de negocios, co-branding, o movimento dos prosumidores (makers) são alguns dos exemplos dessa nova era.
• Sustentabilidade interior: A pressão da falta de equilíbrio da vida e do stress diários cria a necessidade de um resgate do bem-estar interior e da saúde através de produtos e serviços. Fenômeno que está presente na dimensão pessoal, psicológica e até espiritual, gerando novos negócios como, massagens a domicílio, spas urbanos, cuidado para os mais idosos, as academias de ginástica, os espaços de terapia holística, restaurantes com alimentos orgânicos.
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Inovar não pode ser mais apenas surpreender e encantar com novidades descartáveis. Deve ser não só mudança de produtos e serviços como também mudança de atitude numa relação saudável entre quem vende e quem compra.
Originalmente publicado no Diário do Comércio
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17 julho 2014
Guia para melhoria ambiental por meio do desenvolvimento de produtos
Esse Guia é um dos resultados de um projeto financiado pela Agência de Proteção Ambiental Dinamarquesa conduzido em colaboração com a Confederação da Indústria Dinamarquesa (DI), IPUe a Universidade Técnica da Dinamarca (DTU).
O Guia é baseado em uma revisão de métodos e em experiências relacionadas ao desenvolvimento de produtos com melhor desempenho ambiental em empresas dinamarquesas e em uma série de workshops com indústrias.
O Guia é primariamente direcionado aos desenvolvedores de produto e fornece apoio na estruturação do pensamento ambiental durante o processo de desenvolvimento de produtos – garantindo, assim, a sua incorporação aos produtos.
Com o intuito de tornar o conhecimento disponível para empresas brasileiras, o Guia foi traduzido para o português por Daniela Pigosso, da Universidade de São Paulo (EEESC/USP).
Com o intuito de tornar o conhecimento disponível para empresas brasileiras, o Guia foi traduzido para o português por Daniela Pigosso, da Universidade de São Paulo (EEESC/USP).
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18 julho 2013
Trophec - Ferramenta de Ciclo de Vida do Produto
O Designer mexicano Victor G. Martinez desenvolveu Trophec em seu doutorado na Northumbria University - Inglaterra.
A ferramenta ainda está sendo aprimorada e ele pede colaborações de designers, engenheiros, empresas de design para melhorar a sua proposta inicial.
Você pode ajudar de três maneiras diferentes:
1 -. Simplesmente usando a ferramenta, tanto quanto você quiser, é livre para qualquer pessoa, independentemente de idade, profissão ou experiência.
2 -. Permitir que ele participe com sua equipe em um de seus projetos para o desenvolvimento de um estudo de caso, se você quiser participar, entre em contato pelo site.
3 -. Melhorar a ferramenta (UX projetistas, designers gráficos e engenheiros certamente têm idéias que podem fazer de Trophec uma ferramenta muito mais útil.)
MAS O QUE É TROPHEC?
"Enquanto a análise do ciclo de vida (hard modeling) servem para fornecer uma compreensão detalhada dos impactos de produtos existentes, Trophec (soft modeling) serve para ter uma melhor visão de novos produtos, novas estratégias de negócio e seus sistemas.
Trophec é uma ferramenta para envolver as pessoas de uma forma lúdica e simples no design e investigar o ciclo de vida de um produto. "
O objetivo de Trophec é chamar a atenção para a solução, para criar uma "visão pré-analítica", a fim de produzir soluções criativas e sustentáveis, dentro dos limites do projeto. Em outras palavras, transformando problemas de sustentabilidade que precisam ser mitigados numa fase posterior, em problemas de criatividade que impedem esses problemas antes que eles realmente ocorram ".
Atualizado Junho
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15 abril 2013
A grande contradição brasileira
Artigo em español e português
La gran contradicción brasileña
Crece más y más la convicción, incluso entre los economistas sea del establishment sea de la línea neokeynesiana, de que nos acercamos peligrosamente a los límites físicos de la Tierra. Aun utilizando nuevas tecnologías, difícilmente podremos llevar adelante el proyecto del crecimiento sin límites. La Tierra no aguanta más y nos vemos forzados a cambiar de rumbo.
Economistas como Ladislao Dowbor entre nosotros, Ignace Sachs, Joan Alier, Herman Daly, Tim Jack y Peter Victor y mucho antes Georgescu-Roegen, incorporan orgánicamente el momento ecológico en el proceso productivo. Especialmente el inglés T. Jack se ha dado a conocer por el libroProsperidad sin crecimiento (2009) y el canadiense P. Victor por Managing sin crecimiento (2008). Ambos mostraron que el aumento de la deuda para financiar el consumo privado y público (es el caso actual en los países ricos), exigiendo más energía y un mayor uso de bienes y servicios naturales, no es en modo alguno sostenible.
Los premios Nobel P. Krugman y J. Stiglitz, por no incluir el explícitamente en sus análisis los límites de la Tierra, caen en la trampa de proponer como salida para la crisis actual un mayor gasto público, en el supuesto de que éste producirá crecimiento económico y mayor consumo con los cuales se pagarán más adelante las astronómicas deudas privadas y públicas. Ya hemos dicho hasta la saciedad que un planeta finito no soporta un proyecto de esta naturaleza, que presupone la infinitud de los bienes y servicios. Este es un dato ya asegurado.
Lo que Jack y Victor proponen es una «prosperidad sin crecimiento». En los países desarrollados el crecimiento alcanzado ya es suficiente para permitir el desarrollo de las potencialidades humanas, dentro de los límites posibles del planeta. Entonces, basta de crecimiento. Lo que se puede pretender es la «prosperidad» que significa más calidad de vida, de educación, salud, cultura ecológica, espiritualidad, etc. Esta solución es racional pero puede provocar un gran desempleo, problema que ellos resuelven mal, apelando a una renta universal básica y una disminución de las horas de trabajo. No habrá ninguna solución sin un previo acuerdo sobre cómo vamos a relacionarnos con la Tierra, amigablemente, y sin definir los modelos de consumo para que todos tengan lo suficiente y lo decente.
Para los países pobres y emergentes se invierte la relación. Se necesita «crecimiento con prosperidad». El crecimiento es necesario para atender las demandas mínimas de los que están en la pobreza, en la miseria y en la exclusión social. Es una cuestión de justicia asegurar la cantidad de bienes y servicios indispensables. Pero simultáneamente se debe buscar la prosperidad, que tiene que ver con la calidad del crecimiento.
Existe el peligro real de que sean víctimas de la lógica del sistema que incita a consumir más y más, especialmente bienes superfluos. Entonces acabarían agravando los límites de la Tierra, que es justamente lo que se quiere evitar. Estamos ante un angustiante círculo vicioso que no sabemos cómo hacer virtuoso sin perjudicar la sostenibilidad de la Tierra viva.
La contradicción vivida por Brasil es ésta: urge crecer para realizar lo que el gobierno petista hizo, a saber, garantizar los mínimos para que millones puedan comer y, mediante políticas sociales, ser incorporados a la sociedad. Para las clases ya atendidas, se necesita menos crecimiento y más prosperidad: mejorar la calidad del vivir bien, la educación, las relaciones sociales menos desiguales ,y más solidaridad a partir de los últimos. ¿Pero quién va a convencerlos si están violentamente mediatizados por la propaganda que los incita al consumo?
Sucede que hasta ahora los gobiernos solamente han hecho políticas distributivas: repartieron desigualmente los recursos públicos. Primero se garantizaron 140.000 millones de reales para el sistema financiero a fin de pagar la deuda pública, después para los grandes proyectos, y solamente cerca de 60.000 millones para las inmensas mayorías que sólo ahora están ascendiendo. Todos ganan pero de forma desigual. Tratar de forma desigual a iguales es una gran injusticia. Nunca ha habido políticas redistributivas: tomar de los ricos (por medios legales) y pasarlo a los que más lo necesitan. Habría equidad.
Lo más grave es que con la obsesión del crecimiento estamos minando la vitalidad de la Tierra. Necesitamos crecimiento pero con una nueva conciencia ecológica que nos libere de la esclavitud del productivismo y del consumismo. Este es el gran desafío al enfrentar la incómoda contradicción brasileña.
A grande contradição brasileira
Mais e mais cresce a convicção, inclusive entre os economistas seja do establisment seja da linha neokeynesiana, de que nos acercamos perigosamente dos limites físicos da Terra. Mesmo utilizando novas tecnologias, dificilmente poderemos levar avante o projeto do crescimento sem limites. A Terra não aguenta mais e somos forçados a trocar de rumo.
Economistas como Ladislau Dowbor entre nós, Ignace Sachs, Joan Alier, Herman Daly, Tim Jack e Peter Victor e bem antes Georgescu-Roegen incorporam organicamente o momento ecológico no processo produtivo. Especialmente o inglês T. Jack se celebrizou pelo livro “Prosperidade sem crescimento”(2009) e o canadense P. Victor pelo “Managing sem crescimento”(2008). Ambos mostraram que o aumento da dívida para financiar o consumo privado e público (é o caso atual nos paises ricos), exigindo mais energia e uso maior de bens e serviços naturais não é de modo algum sustentável.
Os Prêmios Nobel como P. Krugman e J. Stiglitz, porque não incluem explicitamente em suas análises os limites da Terra, caem na armadilha de propor como saída para a crise atual um maior gasto público no pressuposto de que este produzirá crescimento econômico e maior consumo com os quais se pagarão mais à frente as astronômicas dívidas privadas e públicas. Já dissemos à saciedade, que um planeta finito não suporta um projeto desta natureza que pressupõe a infinitude dos bens e serviços. Esse dado já é assegurado.
O que Jack e Victor propõem é uma “prosperidade sem crescimento”. Nos paises desenvolvidos o crescimento atingido já é suficiente para permitir o desabrochar das potencialidades humanas, nos limites possíveis do planeta. Então chega de crescimento. O que se pode pretender é a “prosperidade” que significa mais qualidade de vida, de educação, de saúde, de cultura ecológica, de espiritualidade etc. Essa solução é racional mas pode provocar grande desemprego, problema que eles resolvem mal, apelando para uma renda universal básica e uma diminuição de horas de trabalho. Não haverá nenhuma solução sem um prévio acerto de como vamos nos relacionar com a Terra, amigavelmente, e definir os padrões de consumo para que todos tenham o suficiente e o decente.
Para os países pobres e emergentes se inverte a equação. Precisa-se de “crescimento com prosperidade”. O crescimento é necessário para atender as demandas mínimas dos que estão na pobreza, na miséria e na exclusão social. É uma questão de justiça: assegurar a quantidade de bens e serviços indispensáveis. Mas simultaneamente deve-se visar a prosperidade que tem a ver com a qualidade do crescimento. Há o risco real de que sejam vítimas da lógica do sistema que incita a consumir mais e mais, especialmente bens supérfluos. Então acabam agravando os limites da Terra, coisa que se quer exatamente evitar. Estamos face a um angustiante círculo vicioso que não sabemos como faze-lo virtuoso sem prejudicar a sustentabilidade da Terra viva.
A contradição vivida pelo Brasil é esta: urge crescer para realizar o que o governo petista fez: garantir os mínimos para que milhões pudessem comer e, por políticas sociais, serem inseridos na sociedade. Para as classes já atendidas, precisa-se cobrar menos crescimento e mais prosperidade: melhorar a qualidade do bem viver, da educação, das relações sociais menos desiguais e mais solidariedade a partir dos últimos. Mas quem vai convecê-los se são violentamente cooptados pela propaganda que os incita ao consumo? Ocorre que até agora os governos apenas fizeram políticas distributivas: repartiram desigualmente os recursos públicos.
Primeiro garantem-se 140 bilhões de reais para o sistema financeiro a fim de pagar a dívida pública, depois para os grandes projetos e somente cerca de 60 bilhões para as imensas maiorias que só agora estão ascendendo. Todos ganham mas de forma desigual. Tratar de forma desigual a iguais é grande injustiça. Nunca houve políticas redistributivas: tirar dos ricos (por meios legais) e repassar aos que mais precisam. Haveria equidade.
Primeiro garantem-se 140 bilhões de reais para o sistema financeiro a fim de pagar a dívida pública, depois para os grandes projetos e somente cerca de 60 bilhões para as imensas maiorias que só agora estão ascendendo. Todos ganham mas de forma desigual. Tratar de forma desigual a iguais é grande injustiça. Nunca houve políticas redistributivas: tirar dos ricos (por meios legais) e repassar aos que mais precisam. Haveria equidade.
O mais grave é que com a obsessão do crescimento estamos minando a vitalidade da Terra. Precisamos de um crescimento mas com uma nova consciência ecológica que nos liberte da escravidão do prudutivismo e do consumismo. Esse é o grande desafio para enfrentar a incômoda contradição brasileira.
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04 janeiro 2013
Neutralize o CO² do seu blog / site
Gostaria de compartilhar esta excelente campanha do blog amigo Gesto Verde.
O objetivo deles é plantar 500 árvores nativas no Brasil, e para isso precisam da participação de 500 blogueiros.
Por cada blog participante com o selo “O meu blog é neutro em CO2″, eles plantam uma àrvore neutralizando a emissão de carbono do blog!
Do site:
"Participe agora, e garanta o plantio de uma árvore para que seu blog seja neutro em CO². Quanto mais blogueiros como você participam, mais árvores são plantadas. Colocando o selo , você colabora com a restauração da biodiversidade brasileira e neutralize a emissão de carbono do seu blog.
Para cada blog que coloca o nosso selo, uma árvore é plantada.
Em parceira com o Programa Plante Árvore do Instituto Brasileiro de Florestas (IBF), o objetivo do Guiato é restaurar áreas desmatadas através do plantio de mudas nativas na região de Apucarana, no Paraná. A sua ação virtual de neutralizar as emissões de CO² do seu blog representa um gesto real na direção certa....."
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21 novembro 2012
Green Map Initiative
Conheça o excelente projeto "Green Map" que nasceu de maneira colaborativa nos Estados Unidos em 1995 e que agora cobre 800 cidades em 65 países.
O proposito de Green Map é:
- Fortalecer redes sustentáveis locais e globais
- Aumentar a demanda e oferta de escolhas mais verdes e saudaveis
- Ajudar que as iniciativas de sucesso sejam conhecidas e aplicadas por outras comunidades locais-globais
- O bem estar da comunidade local-global com a construção de uma "cultura-ações-ferramentas-habilidades sustentáveis" para beneficio local e global
THINK GLOBAL, MAP LOCAL!
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03 agosto 2012
Design Gráfico Sustentável
Há no mercado três livros que tratam da sustentabilidade no universo gráfico:
DESIGN GRÁFICO SUSTENTÁVEL
Veja o prefácio do livro:
No site do livro em inglês 'Green Graphic Design" há outras fontes de pesquisa no tema:
Downloads
Consulte o livro online (Inglês)
SUSTAINABLE GRAPHIC DESIGN BOOK
THE BIG BOOK - GREEN DESIGN
Site da Editora:
Harper Collins
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21 julho 2012
Uma Vida Sustentável e Criativa em 2042
| Livro: Desejável Mundo Novo de Lala e Crie Futuros |
POR QUE NÃO?
Eis a frase que deveria nos orientar ao pensar futuros, para que possamos nos libertar do conhecido e plausível e mergulhar no desejável.
Como seria a vida em 2042?
A divertida visão da vida em 2042 é uma ficção que se passa no momento da Rio+ 50, composta a partir de futuros criados entre 2008 e 2012, em 8 países.
O livro se estrutura sobre quatro pilares infinitos, abundantes, que se multiplicam com o uso e portanto podem ser chaves para a sustentabilidade:
-Economia Criativa, essa economia baseada em recursos intangíveis
-Novas tecnologias de informação e comunicação
-Processos colaborativos
-Novas formas de organização da sociedade em rede e um visão multidimensional de riqueza, recursos e resultados.
-Economia Criativa, essa economia baseada em recursos intangíveis
-Novas tecnologias de informação e comunicação
-Processos colaborativos
-Novas formas de organização da sociedade em rede e um visão multidimensional de riqueza, recursos e resultados.
"Se tudo fosse possível, como você gostaria que as coisas fossem?"
A partir desta pergunta foram criados os capítulos, organizados em temas da vida cotidiana que reinventam a economia, política, cidade, cuidados, educação,relações, cultura.
O texto é entremeado por futuros do acervo do movimento Crie Futuros e por ilustrações de Angela Léon, do coletivo espanhol Bassurama, e convidados como Guto Lacaz, Jaime Prades, Adão Itusgarrai e outros.
Além disso temos colunas de pensadores de vanguarda de vários países: Angel Mestres/ Espanha; Aron Belinki/ Brasil; Arnoldo de Hoyos/ Brasil; Jacques Dezelin/ Brazil; Jorge Wilheim/ Brasil; Joxean Fernandez/ Espanha; NMaria Arelte Gonçalves/ Brasil; Melanie Swan/ EUA; Pichi de Benedicts/ Argentina; Rosa Alegria/ Brasil; Silvina Martinez/ Argentina; Wellington Nogueira/ Brasil.
Três mil e quinhentos exemplares foram entregues para lideranças na Rio + 20, pois inspira-las com outras visões de futuro era um dos objetivos do livro, que foi viabilizado colaborativamente.
Faça o download do livro no site: CRIE FUTUROS
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02 julho 2012
Design de sistemas para a sustentabilidade

reduzir os impactos ambientais da cadeia produtiva.
Desde o surgimento dos primeiros debates sobre a temática ambiental, o designer tem tido responsabilidade cada vez maior, uma vez que deve pensar em soluções sustentáveis no desenvolvimento de projetos, prevendo a redução de impactos ambientais ao longo de todo o ciclo de vida.
Desde o surgimento dos primeiros debates sobre a temática ambiental, o designer tem tido responsabilidade cada vez maior, uma vez que deve pensar em soluções sustentáveis no desenvolvimento de projetos, prevendo a redução de impactos ambientais ao longo de todo o ciclo de vida.
As ações passaram de remediação (chamadas soluções end-of-pipe, por serem de fim de linha de
produção) para prevenção da poluição, ou seja, a preocupação voltou-se para o controle de danos, já
na gênese do processo..........
VEJA ARTIGO COMPLETO NO Autosusstentável
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24 fevereiro 2012
Manual para desenvolver projetos de inclusão social
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15 fevereiro 2012
Budismo e Sustentabilidade
Caso você tenha interesse no tema da Sustentabilidade, meio ambiente, mas está cansado do discurso midiático repetitivo, que não acrescenta nada e não explica com profundidade a relação individuo - sociedade - meio ambiente, este post tem o objetivo de difundir o Budismo de Nitiren Daishnonin e a Soka Gakkai, já que ambos respondem pontualmente a muitas das questões atuais sem cair no lugar comum.
E mais que tudo são catalisadores da mudança necessária, individual e coletiva, para um futuro melhor para todos.
Os conceitos principais do Budismo são:
a dignidade e a igualdade inerentes em todos os seres vivos,
a unidade da vida e seu meio ambiente
o inter-relacionamento das pessoas que fazem do altruísmo o caminho viável para a felicidade pessoal;
o potencial ilimitado de cada pessoa para a criatividade
o direito fundamental de cultivar o autodesenvolvimento por meio de um processo de reforma automotivada denominada de "Revolução Humana".
A Soka Gakkai e o Budismo
O objetivo institucional da SGI é a difusão da filosofia humanística de Nitiren Daishonin, cuja diretriz básica é a felicidade de toda a humanidade.
Por meio da construção de uma cultura de paz, promove atividades visando à criação de valores humanos conscientes da importância de contribuírem, como uma missão pessoal, para o bem-estar das pessoas, atividades essas que são expressões concretas das diretrizes da SGI e da filosofia humanista de Nitiren.
A Soka Gakkai Internacional tem os seguintes pilares:
Missão
Contribuir para a construção de uma sociedade pacífica baseada no Humanismo, por meio da promoção de ações conscientes que desenvolvam o potencial inerente de todo ser humano.
Visão
Legar às futuras gerações princípios de desenvolvimento humano sustentável, tendo como base os ideais humanísticos da Cultura de Paz.
Valores
Acreditamos que dignidade da vida é a consolidação de uma paz duradoura conquistada por meio da felicidade plena.
A partir disso, determinamos os nossos valores enquanto entidade promotora da Cultura de Paz:
Dignidade da vida
Responsabilidade socioambiental
Valorização da Educação Cultura Cidadania e Sustentabilidade
Interdependência da pessoa e seu meio
Caso tenha interesse e queira conhecer mais, acesse Soka Gakkai Brasil
Veja este video que explica o Budismo e a Soka Gakkai (Inglês)
Soka Gakkai no Brasil
E mais que tudo são catalisadores da mudança necessária, individual e coletiva, para um futuro melhor para todos.
Os conceitos principais do Budismo são:
a dignidade e a igualdade inerentes em todos os seres vivos,
a unidade da vida e seu meio ambiente
o inter-relacionamento das pessoas que fazem do altruísmo o caminho viável para a felicidade pessoal;
o potencial ilimitado de cada pessoa para a criatividade
o direito fundamental de cultivar o autodesenvolvimento por meio de um processo de reforma automotivada denominada de "Revolução Humana".
A Soka Gakkai e o Budismo
O objetivo institucional da SGI é a difusão da filosofia humanística de Nitiren Daishonin, cuja diretriz básica é a felicidade de toda a humanidade.
Por meio da construção de uma cultura de paz, promove atividades visando à criação de valores humanos conscientes da importância de contribuírem, como uma missão pessoal, para o bem-estar das pessoas, atividades essas que são expressões concretas das diretrizes da SGI e da filosofia humanista de Nitiren.
A Soka Gakkai Internacional tem os seguintes pilares:
Missão
Contribuir para a construção de uma sociedade pacífica baseada no Humanismo, por meio da promoção de ações conscientes que desenvolvam o potencial inerente de todo ser humano.
Visão
Legar às futuras gerações princípios de desenvolvimento humano sustentável, tendo como base os ideais humanísticos da Cultura de Paz.
Valores
Acreditamos que dignidade da vida é a consolidação de uma paz duradoura conquistada por meio da felicidade plena.
A partir disso, determinamos os nossos valores enquanto entidade promotora da Cultura de Paz:
Dignidade da vida
Responsabilidade socioambiental
Valorização da Educação Cultura Cidadania e Sustentabilidade
Interdependência da pessoa e seu meio
Caso tenha interesse e queira conhecer mais, acesse Soka Gakkai Brasil
Veja este video que explica o Budismo e a Soka Gakkai (Inglês)
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