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18 maio 2020

iF Design Talent Award 2020

O reconhecido prêmio mundial de design voltado a jovens talentos divulgou o resultado da primeira edição de 2020. Os projetos apresentados por alunos de design e áreas afins de todo mundo deviam trazer soluções inovadoras e criativas para endereçar 15 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Foram 112 premiados de 16 países diferentes. Conheça os projetos no site: https://ifworlddesignguide.com/if-design-talent-award-2020-01-winners

O Centro Brasil Design, além de ser representante da premiação no Brasil, participa do júri internacional ao lado de especialistas de todo mundo. Também faz um trabalho intenso de divulgação do prêmio junto a professores e coordenadores de curso das universidades brasileiras. Para se aprofundar na temática com os alunos, oferece workshops que orientam os estudantes em como se inscrever em prêmios de design, o que postar e, finalmente, o que os temas representam.

09 novembro 2015

TURN TO ART oferta obras de arte com preços acessíveis nesta Black Friday

TURN TO ART oferta obras de arte com preços acessíveis nesta Black Friday

Descontos serão de até 50% com entrega garantida para o Natal

 
De 27 a 29 de NOVEMBRO, a galeria de arte online, TURN TO ART realiza a segunda edição da Black Friday com novo artistas e obras de arte ainda mais acessíveis.

A série "Miami” do artista Bruno Candiotto busca refletir sobre a agitação e a ausência dela. 
Seu trabalho busca incentivar novas reflexões, comportamentos e mudanças. 

Candiotto é fotógrafo, bacharel em Relações Internacionais e mestre em Educação, Arte e História da Cultura, além de atuar como fotógrafo de moda, pesquisador e professor do Instituto Europeo di Design (IED).

O curitibano Adriano Catenzaro é artista, ilustrador e designer gráfico e utiliza a técnica da colagem manual para criar combinações de cores, formas e figuras que exploram a temática do reaproveitamento. Na série “Cidades” explora as silhuetas icônicas e arquitetônicas de construções das cidades. Uma forma de mostrar e enfatizar a identidade arquitetônica do local através de um novo “skyline”.

Segundo Claudia Lebiedziejewski, "a TURN TO ART me inspirou a iniciar um antigo projeto de começar a adquirir obras de arte! Tive uma identificação imediata com as obras da Bruna Britto e o processo de compra foi eficiente e o custo acessível".

Descontos Black Friday
Nesta edição, as fotografias de grandes formatos (40X60cm, 60X90cm, 75X111cm, por exemplo) estarão com descontos de até 50%. As obras da carioca Alice Quaresma terão descontos de até 30% e o preço mais barato será fixado em R$80,10.

 “O evento é uma oportunidade para comprar presentes de Natal com um bom custo-benefício. Inclusive porque investimentos em obras de arte tendem a crescer e se valorizar ao longo do tempo” comenta a sócia-proprietária Fernanda Marochi.

TURN TO ART
Desde 2014, a galeria de arte online comercializa obras de arte contemporânea, a preços mais acessíveis para todo o Brasil. 

São imagens que revelam universos fantásticos, aquarelas, retratos, animais, universo botânico, ilustração infantil, fotos autorais de paisagens e cidades de artistas como Alice Quaresma, Robert Allen, Sandra Jávera, Duda Pan, Juliana Cordaro, Bruna Britto, Osvaldo Carvalho, Luiz Postal, Butcher Billy, Karla Ruas, Patricia Marochi, Kiko Sanches, Adriano Catenzaro, Bruno Candiotto e Ivana Lima.

Serviço:
Black Friday TURN TO ART
Data: 27 a 29 de NOVEMBRO
Informações: contato@turntoart.com.br
Formas de Pagamento: Visa, MasterCard, Diners Club, American Express, Boleto bancário
Redes Sociais: FacebookInstagram, Pinterest

10 abril 2014

Diagnóstico do Design Brasileiro

Confira presença no e-mail: diagnostico@cbd.org.br

Sigam o Centro Brasil Design no Face e Twitter

19 dezembro 2013

Livro Gratis de Design Thinking para startups

DESIGN THINKING FOR ENTREPRENEURS AND SMALL BUSINESSES: PUTTING THE POWER OF DESIGN TO WORK IS THE FIRST BOOK ON THE SUBJECT FOR SMALLER BUSINESSES.


Until now, design thinking—a methodology for solving business problems and identifying opportunities—has been the playground for companies with big budgets, giving them the advantage of the innovation that comes from using the latest design thinking tools emerging from Stanford, Harvard, Northwestern, and elsewhere.

What you’ll learn:

How to incorporate design-thinking processes into everyday operations, and in what areas of business the approach is most valuable
How to use the most prevalent and popular design-thinking tools (like ideation, prototyping, and rapid branding) effectively.
How to use design thinking to identify and achieve your business goals and create new business models
How to create revenue-boosting new products and services using design thinking

Table of Contents

Chapter 1. Introduction to Design Thinking

Chapter 2. The Role of Research in Design Thinking

Chapter 3. Designing a Business Strategy

Chapter 4. Designing Live Customer Experiences

Chapter 5. Designing Digital Customer Experiences

Chapter 6. Designing Services and Service Delivery

Chapter 7. Designing Marketing

Chapter 8. Designing for Change

Chapter 9. Designing for Growth

Appendix A. Case Studies

Appendix B. Metrics for Design Thinking Appendix

C. Glossary of Design Thinking Jargon

Appendix D. Resources


20 junho 2013

Por um novo Brasil para todos

Um texto genial de @sindrominha para antes das eleiçoes, durante e depois! Um pouco de patriotismo não faz mal!



" Depois de uma péssima noite por questões pessoais,eu acordei de manhã e vi uma coisa estranha no meu e-mail.Por milhões de motivos conheci muitos estrangeiros ao largo da minha curta vida.E desde que eu conheço eles,o Brasil já ganhou não sei quantas Copas e eventos esportivos e nunca recebi nenhum email de parabéns,mas hoje minha caixa de emails tinha vários me parabenizando pelos protestos.

Eu não sou líder deles nem inventei nada,mas enchi o peito de orgulho.Nunca senti isso antes.Mas a sensação de abrir um email e receber um parabéns pelo momento histórico que está acontecendo me enche de certezas.

Tenho meu blog há três anos e sobram aqui textos sobre minha revolta com a mentalidade brasileira.Me sentia uma visitante inconveniente,o país parecia ter donos,aqueles que andam de jatinhos,conhecem as melhores partes daqui e governam o país.Eu me sentia a formiga,pequena,chata,preocupada com picuinhas e revoltada com impostos e falta de tudo.Parece que eu e outros reclamávamos de tudo,cansei de receber emails aqui dizendo que se eu não gostava,por que não ia embora?Porque é minha casa,simples assim,não sou eu que tenho que ir embora daqui.

E não fui aos primeiros protestos por medo da polícia,até que sem querer me envolveram em um e percebi que meu direito a protestar tinha sido tirado,então resolvi ir aos outros.E não fui só pelos vinte centavos,fui porque meus direitos vem sendo tirados um a um e pela falta de política direcionada as mulheres.Meu útero é motivo de discussão nas bancadas religiosas,apesar do Estado laico.Meus direitos como mulher nunca existiram,por isso resolvi sair.E encontrei gente que estava ali porque teve um filho assassinado e quer mudanças na lei,outra queria creches,outro luz na rua,apesar de pagar impostos.Os vinte centavos agora não existem mais.O governo pode recuar,pode mudar e reduzir a passagem,mas eu não quero apenas isso,não tenho mais como tolerar viver sem os meus direitos e todos,não as migalhas deles.

Em São Paulo o prefeito promete pensar a respeito dos vinte centavos.Pode pensar.Eu quero o sistema de saúde funcionando,quero ver meu filho em uma escola pública boa,quero andar de bicicleta e não ser enforcada pelos impostos.E se tiver que sair a rua todos os dias por isso,eu vou sair.

Tenho uma sensação de felicidade enorme ao pensar que todas as lideranças políticas deste país estão na parede,tremendo,sem saber o que fazer.Simplesmente porque eles não são os donos daqui e nem eu ou milhões de brasileiros somos os convidados inconvenientes.São eles.

Poucas coisas são tão comoventes como ver uma multidão se recusando a carregar bandeiras de partidos.Finalmente os brasileiros entendemos isso,não somos ovelhas de um partido ou outro,somos cidadãos e queremos ver este país nos trilhos,sem bandeiras,sem essas divisões que têm nos destruído ao longo dos anos.

Pensei que só eu estava exausta de tanta corrupção,de tanto dinheiro desviado de hospitais,de creches,do básico do básico.

Fiquei feliz ao responder aos meus amigos que nós brasileiros não somos bananas,nem omissos,somos boas pessoas que sofremos todos os tipos de abusos ao longo das décadas,mas hoje isso acabou.E não somos idiotas que só pensam em futebol e televisão de plasma.Chega.E não são vinte centavos,é a falta de transparência em tudo e a corrupção.

Quero muito ter filhos aqui,neste céu de brigadeiro,que sejam brasileiros,que tenham no sangue essa alegria de viver,essa vontade que poucos povos têm.

Quero que meu filho tenha os direitos que a corrupção me tirou.Quero que seja um cidadão deste país,que carregue a bandeira com amor e orgulho e um dia quero dizer a ele,olhando nos seus olhos-Este país é teu,porque todos os brasileiros e a mamãe foram as ruas a pegar de volta o que nos foi roubado e hoje teus direitos são reconhecidos porque nós mudamos a história.


Quero meu filho verde e amarelo.

E quero entregar este país nas mãos dele e dizer-Você nasceu no melhor lugar do mundo."

Texto de Sindrominha

23 maio 2013

Participe de #UploadDesignBrasil





Participe do #UploadDesignbrasil liderado pela "design entrepreneur"Adriana Kertzer.

ObjetivoMapear e digitalizar a produção contemporânea de design no Brasil e torná-la accessível ao público brasileiro e internacional.


Meta | Contribuir para a consolidação do mercado de design brasileiro contemporâneo e, consequentemente, permitir que mais designers possam viver exclusivamente da sua arte.


NecessidadeO projeto nasce da necessidade de aumentar a visibilidade do mercado brasileiro de design contemporaneo. Pretendemos encurtar a distancia entre pesquisadores, curadores, marchands, colecionadores, compradores, fornecedores, e colegas de ofício. Muitos designers brasileiros tem presença virtual limitada; vários não possuem websites próprios. Isso dificulta a disseminação de talento no escopo local e global, acadêmico e comercial. A internet é a primeira fonte de pesquisa local e global. Por exemplo, um estudante de design em São Paulo que faz pesquisa e busca inspiração. Ele acaba não tendo acesso a tudo que rola em BH ou mesmo no Rio de Janeiro. Pesquisadores e curadores de fora sofrem o mesmo problema, bem como os donos de galerias e lojas que buscam novos talentos. Esse cenário impede o novo design brasileiro de prosperar e atingir o reconhecimento que merece.


SoluçãoCriar portfolios virtuais.

Quem + Como |
1. designers atuando no Brasil ou brasileiros trabalhando em outros paises 
2. trabalhos feitos em ou depois de 2000
3. criar um profile na plataforma Behance e uma project page para cada trabalho
4. prazo: 15 de agosto 2013 (inicio do São Paulo Design Weekend)


Opcional Ativar a funcao de VENDA disponivel em cada project page.

Social Media Uma vez que os projetos estão catalogados na plataforma Behance, fica mais facil connectar com outras plataformas de midia social como Pinterest, Twitter, Tumblr, etc.

USE NO TWITTER #UploadDesignBrasil

15 abril 2013

A grande contradição brasileira

Artigo em español e português

La gran contradicción brasileña





Crece más y más la convicción, incluso entre los economistas sea del establishment sea de la línea neokeynesiana, de que nos acercamos peligrosamente a los límites físicos de la Tierra. Aun utilizando nuevas tecnologías, difícilmente podremos llevar adelante el proyecto del crecimiento sin límites. La Tierra no aguanta más y nos vemos forzados a cambiar de rumbo.

Economistas como Ladislao Dowbor entre nosotros, Ignace Sachs, Joan Alier, Herman Daly, Tim Jack y Peter Victor y mucho antes Georgescu-Roegen, incorporan orgánicamente el momento ecológico en el proceso productivo. Especialmente el inglés T. Jack se ha dado a conocer por el libroProsperidad sin crecimiento (2009) y el canadiense P. Victor por Managing sin crecimiento (2008). Ambos mostraron que el aumento de la deuda para financiar el consumo privado y público (es el caso actual en los países ricos), exigiendo más energía y un mayor uso de bienes y servicios naturales, no es en modo alguno sostenible. 



Los premios Nobel P. Krugman y J. Stiglitz, por no incluir el explícitamente en sus análisis los límites de la Tierra, caen en la trampa de proponer como salida para la crisis actual un mayor gasto público, en el supuesto de que éste producirá crecimiento económico y mayor consumo con los cuales se pagarán más adelante las astronómicas deudas privadas y públicas. Ya hemos dicho hasta la saciedad que un planeta finito no soporta un proyecto de esta naturaleza, que presupone la infinitud de los bienes y servicios. Este es un dato ya asegurado.
 

Lo que Jack y Victor proponen es una «prosperidad sin crecimiento». En los países desarrollados el crecimiento alcanzado ya es suficiente para permitir el desarrollo de las potencialidades humanas, dentro de los límites posibles del planeta. Entonces, basta de crecimiento. Lo que se puede pretender es la «prosperidad» que significa más calidad de vida, de educación, salud, cultura ecológica, espiritualidad, etc. Esta solución es racional pero puede provocar un gran desempleo, problema que ellos resuelven mal, apelando a una renta universal básica y una disminución de las horas de trabajo. No habrá ninguna solución sin un previo acuerdo sobre cómo vamos a relacionarnos con la Tierra, amigablemente, y sin definir los modelos de consumo para que todos tengan lo suficiente y lo decente.

Para los países pobres y emergentes se invierte la relación. Se necesita «crecimiento con prosperidad». El crecimiento es necesario para atender las demandas mínimas de los que están en la pobreza, en la miseria y en la exclusión social. Es una cuestión de justicia asegurar la cantidad de bienes y servicios indispensables. Pero simultáneamente se debe buscar la prosperidad, que tiene que ver con la calidad del crecimiento.
Existe el peligro real de que sean víctimas de la lógica del sistema que incita a consumir más y más, especialmente bienes superfluos. Entonces acabarían agravando los límites de la Tierra, que es justamente lo que se quiere evitar. Estamos ante un angustiante círculo vicioso que no sabemos cómo hacer virtuoso sin perjudicar la sostenibilidad de la Tierra viva.

La contradicción vivida por Brasil es ésta: urge crecer para realizar lo que el gobierno petista hizo, a saber, garantizar los mínimos para que millones puedan comer y, mediante políticas sociales, ser incorporados a la sociedad. Para las clases ya atendidas, se necesita menos crecimiento y más prosperidad: mejorar la calidad del vivir bien, la educación, las relaciones sociales menos desiguales ,y más solidaridad a partir de los últimos. ¿Pero quién va a convencerlos si están violentamente mediatizados por la propaganda que los incita al consumo?

Sucede que hasta ahora los gobiernos solamente han hecho políticas distributivas: repartieron desigualmente los recursos públicos. Primero se garantizaron 140.000 millones de reales para el sistema financiero a fin de pagar la deuda pública, después para los grandes proyectos, y solamente cerca de 60.000 millones para las inmensas mayorías que sólo ahora están ascendiendo. Todos ganan pero de forma desigual. Tratar de forma desigual a iguales es una gran injusticia. Nunca ha habido políticas redistributivas: tomar de los ricos (por medios legales) y pasarlo a los que más lo necesitan. Habría equidad. 


Lo más grave es que con la obsesión del crecimiento estamos minando la vitalidad de la Tierra. Necesitamos crecimiento pero con una nueva conciencia ecológica que nos libere de la esclavitud del productivismo y del consumismo. Este es el gran desafío al enfrentar la incómoda contradicción brasileña.




A grande contradição brasileira

Mais e mais cresce a convicção, inclusive entre os economistas seja do establisment seja da linha neokeynesiana, de que nos acercamos perigosamente dos limites físicos da Terra. Mesmo utilizando novas tecnologias, dificilmente poderemos levar avante o projeto do crescimento sem limites. A Terra não aguenta mais e somos forçados a trocar de rumo.

Economistas como Ladislau Dowbor entre nós, Ignace Sachs, Joan Alier, Herman Daly, Tim Jack e Peter Victor e bem antes Georgescu-Roegen incorporam organicamente o momento ecológico no processo produtivo. Especialmente o inglês T. Jack se celebrizou pelo livro “Prosperidade sem crescimento”(2009) e o canadense P. Victor pelo “Managing sem crescimento”(2008). Ambos mostraram que o aumento da dívida para financiar o consumo privado e público (é o caso atual nos paises ricos), exigindo mais energia e uso maior de bens e serviços naturais não é de modo algum sustentável.

Os Prêmios Nobel como P. Krugman e J. Stiglitz, porque não incluem explicitamente em suas análises os limites da Terra, caem na armadilha de propor como saída para a crise atual um maior gasto público no pressuposto de que este produzirá crescimento econômico e maior consumo com os quais se pagarão mais à frente as astronômicas dívidas privadas e públicas. Já dissemos à saciedade, que um planeta finito não suporta um projeto desta natureza que pressupõe a infinitude dos bens e serviços. Esse dado já é assegurado.

O que Jack e Victor propõem é uma “prosperidade sem crescimento”. Nos paises desenvolvidos o crescimento atingido já é suficiente para permitir o desabrochar das potencialidades humanas, nos limites possíveis do planeta. Então chega de crescimento. O que se pode pretender é a “prosperidade” que significa mais qualidade de vida, de educação, de saúde, de cultura ecológica, de espiritualidade etc. Essa solução é racional mas pode provocar grande desemprego, problema que eles resolvem mal, apelando para uma renda universal básica e uma diminuição de horas de trabalho. Não haverá nenhuma solução sem um prévio acerto de como vamos nos relacionar com a Terra, amigavelmente, e definir os padrões de consumo para que todos tenham o suficiente e o decente.

Para os países pobres e emergentes se inverte a equação. Precisa-se de “crescimento com prosperidade”. O crescimento é necessário para atender as demandas mínimas dos que estão na pobreza, na miséria e na exclusão social. É uma questão de justiça: assegurar a quantidade de bens e serviços indispensáveis. Mas simultaneamente deve-se visar a prosperidade que tem a ver com a qualidade do crescimento. Há o risco real de que sejam vítimas da lógica do sistema que incita a consumir mais e mais, especialmente bens supérfluos. Então acabam agravando os limites da Terra, coisa que se quer exatamente evitar. Estamos face a um angustiante círculo vicioso que não sabemos como faze-lo virtuoso sem prejudicar a sustentabilidade da Terra viva.

A contradição vivida pelo Brasil é esta: urge crescer para realizar o que o governo petista fez: garantir os mínimos para que milhões pudessem comer e, por políticas sociais, serem inseridos na sociedade. Para as classes já atendidas, precisa-se cobrar menos crescimento e mais prosperidade: melhorar a qualidade do bem viver, da educação, das relações sociais menos desiguais e mais solidariedade a partir dos últimos. Mas quem vai convecê-los se são violentamente cooptados pela propaganda que os incita ao consumo? Ocorre que até agora os governos apenas fizeram políticas distributivas: repartiram desigualmente os recursos públicos. 

Primeiro garantem-se 140 bilhões de reais para o sistema financeiro a fim de pagar a dívida pública, depois para os grandes projetos e somente cerca de 60 bilhões para as imensas maiorias que só agora estão ascendendo. Todos ganham mas de forma desigual. Tratar de forma desigual a iguais é grande injustiça. Nunca houve políticas redistributivas: tirar dos ricos (por meios legais) e repassar aos que mais precisam. Haveria equidade.

O mais grave é que com a obsessão do crescimento estamos minando a vitalidade da Terra. Precisamos de um crescimento mas com uma nova consciência ecológica que nos liberte da escravidão do prudutivismo e do consumismo. Esse é o grande desafio para enfrentar a incômoda contradição brasileira.

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02 abril 2013

Inovação e Design





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30 novembro 2011

Alexandre Wollner no Projeto Memória Oral


Compartilho no seguinte link abaixo o depoimento do designer Alexandre Wollner (2008), no Projeto Memória Oral da Biblioteca Mário de Andrade.
Entrevista Alexandre Wollner Veja outra entrevista de Wollner para revista Ciano