19 janeiro 2019

Cidade do Futuro em SP


Cidade do FuturoSeja bem-vindo a Cidade do Futuro, festival que ocupa o Centro de São Paulo com experiências e conteúdos durante o dia 25 de Janeiro, aniversário da cidade.

O festival, que tem como objetivo posicionar a cidade como o maior hub de inovação da América Latina por meio do incentivo ao empreendedorismo e à promoção de negócios, acontecerá em um perímetro mapeado do Centro de São Paulo.
Promoveremos experiências e conteúdos relacionados à criatividade, inovação, cultura, música e empreendedorismo, além de diversos segmentos e os seus respectivos futuros, valorizando o Centro da capital paulista e suas iniciativas locais.
Entre os espaços que receberão o Festival estão a sede da B3 - Brasil, Bolsa, Balcão (Antiga Bovespa), Edifício Martinelli, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Defensoria Pública, Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), Faculdade São Bento e a academia Bio Ritmo.


SE INSCREVA EM https://cidadedofuturo.com/?fbclid=IwAR0vBx9D1t6vRB8Sf6b1ffUtpOkR4Z7mN2EUYhkF_WaXY_v28BZKIc0EUe0

Residência de Startups no ProvaLab





Programa de Residência de Startups do ProVA 

Não perca essa oportunidade! 

As inscrições para participar do programa são limitadas, não perca tempo! 

As inscrições para o Programa irão até o dia 18/02. 

No dia 20/02, divulgaremos as Startups pré-selecionadas que apresentarão suas soluções presencialmente no ProVA entre os dias 25 e 26/02. 

A divulgação das startups selecionadas para o primeiro ciclo de residência será no dia 28/02, sendo que o início do Programa será no dia 11/03. 

Quais são os benefícios de participar do Programa? As startups residentes poderão demonstrar suas tecnologias para o ecossistema do Varejo, utilizar a estrutura do ProVA para trabalhar e se conectar de forma mais intensa com a rede do Laboratório, sobretudo varejistas. 

Quantas pessoas da minha startup poderão trabalhar no ProVA? O espaço será compartilhado entre empreendedores nas áreas de tecnologia e inovação, no qual até 3 membros da empresa poderão fazer uso do ambiente de coworking para trabalho. 

Qual a estrutura que será disponibilizada? Cada Startup terá até 3 posições de trabalho na área de coworking, uma mesa na área de demonstração de tecnologia, acesso à internet Wi-Fi, impressora, salas de reunião com televisão (que podem ser agendadas pelo portal do ProVA) e até 3 lockers, além de um delicioso café no nosso Lounge. 

Existe algum custo? Não existe nenhum custo associado às posições de coworking do ProVA. A exposição da solução na área de tecnologia e eventuais custos associados a ela fica sob responsabilidade da Startup.

SE INSCREVA AQUI

17 janeiro 2019

Design no Tomie Ohtake







A imagem pode conter: texto
 Os 20 projetos selecionados pelo Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin, sobre o tema COMPARTILHAR, ganham mostra no Instituto Tomie Ohtake e a abertura acontecerá no dia 23 de janeiro, às 20h.

Dedicada a estudantes universitários e recém-formados de todo o Brasil e de qualquer área, a premiação – voltada a propostas relacionadas a produto, mobiliário, moda, interiores, paisagismo, web, gráfico, serviço, entre outros segmentos – registrou 127 inscrições provenientes de 16 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

Durante a abertura, serão anunciados os três vencedores contemplados com bolsas de estudo em cursos de design no exterior. Coube ao júri, composto por Alexandre Salles, Cláudio Bueno, Jackson Araujo, Hugo França, Tereza Bettinardi, Priscyla Gomes e Zoy Anastassakis, selecionar os 20 finalistas.
 

Saiba mais em: www.institutotomieohtake.org.br
Entrada gratuita.
Patrocínio: Leroy Merlin Brasil

#premiodesign #leroymerlin #institutotomieohtake

10 janeiro 2019

Design e Politica Ebook



 DESIGN POLITICO
Design é fundamental para qualquer campo de ação, já que ele é estratégia, inovação pura, quebrando paradigmas, renovando pensamentos e estilos de vida para o bem de todos. 

DESIGN PARA POLÍTICOS E POLÍTICA PARA DESIGNERS 

Não participou do webinar? 

Desça o material em:
Ebook Design Politico

Siga  Patricia Penna e o site de Design Político  https://lnkd.in/dqsWAt4

03 janeiro 2019

Atitude Profissional para 2019


Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem


Da amiga e colega Ligia Fascioni, um excelente livro para começar 2019!

"Muita gente iniciando uma carreira profissional nesse ano; se você está nessa situação ou conhece alguém assim, tenho um presente: o livro que eu gostaria de ter lido quando comecei. 

"Atitude Profissional: dicas para quem está começando" teve a edição impressa esgotada há alguns anos. 

Aí fiz uma revisão e decidi distribui-lo gratuitamente para que chegue ao maior número possível de pessoas. 

Fique à vontade para compartilhar!"

 https://lnkd.in/dgbvd2s

SIGA ELA NO LINKEDIN 

29 dezembro 2018

Design e a Pedagogia Waldorf

"Só quando houvermos aprendido a amar a objetividade, a realidade das coisas, as coisas tal qual são, é que poderemos decidir-nos por meio de razões lógicas. Assim aprenderemos gradativamente a pensar de modo objetivo, sem preferência por este ou aquele pensamento. Nossa visão das coisas se alargará, nosso pensamento se tornará prático – não no sentido rotineiro, mas de modo tal que os objetos e fenômenos do mundo exterior é que nos ensinarão a pensar."
Rudolf Steiner
Fui convidada para escrever para este blog uma vez por mês e confesso que recebi com espanto o convite, mas me enchi de coragem e aceitei o desafio de compartilhar aqui os conteúdos que me movem e transformam. Design, educação, filosofia, antroposofia, fenomenologia, autoconhecimento, propósito, estes são alguns dos assuntos que pretendo trazer para este espaço. Vou contar aqui um pouquinho da minha tese de conclusão da formação que acabo de concluir sobre a Pedagogia Waldorf.

19 dezembro 2018

O Designer é a contratação mais importante da sua empresa!

Você saberia dizer como a sua empresa usa design hoje?

Ou qual a última vez que o design de produtos ou serviços foi discutido pelo CEO? 

Sua experiência de uso se parece mais com fazer uma conexão num aeroporto mal sinalizado, ou ela é tão simples e intuitiva como fazer uma busca no Google?

Chamamos de design todas as atividades que envolvem o entendimento amplo do cliente e das suas necessidades atendidas, mas principalmente não atendidas, comportamentos e desejos, até a criação, desenho e implementação de soluções para atendê-las.

Acabamos de concluir uma pesquisa inédita com 300 empresas de capital aberto realizada ao longo de cinco anos, o McKinsey Design Index (MDI). Descobrimos que companhias centradas no design têm crescimento de receita 32% maior e 56% mais crescimento de retorno aos acionistas que seus concorrentes no mesmo período. Ou seja, design não só empiricamente proporciona uma melhor experiência como impacta o bottom line.

Entre as líderes em design estão as empresas que entendem que isto é um assunto para o top management e passam a tratar seu desempenho em design com o mesmo rigor que faturamento e custos. Do outro lado, estão as que deixam o design para o último minuto. Algumas das práticas vistas nas que performaram menos no MDI incluem: a) não compartilhar protótipos com usuários finais; b) não entrevistar ou tentar entender o cliente antes de criar produtos e serviços; c) não convidar os líderes seniores de design para as decisões estratégicas.

Uma fabricante global de móveis, por exemplo, tirou os designers do isolamento e colocou-os para ter voz e vez nas decisões de engenharia, marketing e finanças, formando times multifuncionais. Os resultados: além do fim do desperdício de tempo com produtos que ao fim se mostravam comercialmente inviáveis, o maior foco no usuário gerou uma redução de 10% no time-to-market e um aumento de 30% na receita.

Em outro caso, a equipe de design foi integrada à estratégia e gestão do canal online, e transformações baseadas no design da experiência de compra online aumentaram as vendas em 25%.

Eis aqui quatro ações imediatas a adotar:

1) Primeiro, na alta gestão da empresa, é preciso adotar métricas e metas de excelência em design de experiência do cliente, assim como certamente a sua empresa já faz com métricas de faturamento ou custos. Se você não quantificar e não tiver benchmarks, não terá nem como saber se está avançando.

2) Depois disso, é preciso colocar a experiência do usuário no centro da cultura da empresa, o que inclui utilizar o design para aprimorar não só os produtos, mas todo tipo de contato da empresa com o cliente, das embalagens aos processos físicos e interações com canais digitais.

3) Em terceiro lugar, é preciso valorizar os melhores profissionais de design, de modo que eles sejam pilares de times multidisciplinares. Em alguns casos, haverá resistência a isso, e a liderança da empresa precisa estar engajada em legitimar e apoiar a mudança.

4) Por fim, é preciso testar e testar, mantendo um aprendizado contínuo, com foco nas informações críticas oferecidas pelo feedback do cliente, antes e depois do lançamento dos produtos e serviços. O design precisa estar atrelado a um processo contínuo de melhoria.

Mais do que nunca, o lançamento de novos produtos, serviços ou plataformas digitais que realmente movem o ponteiro financeiro exige comprometimento com o design centrado no cliente. Neste sentido, temos ajudado várias organizações na adoção ampla do design, tornando-as mais competitivas. Contamos hoje com mais de 350 designers em todo o mundo, sendo que dezenas deles estão na América Latina, participando da criação de capacidades, cultura, métricas e processos para destravar o poder do design nas empresas.

Yran Dias é sócio sênior da McKinsey; Fabrício Dore é um sócio associado.

Artigo de Brazil Journal 

Compartilhado no LinkedIn por Manuela Quaresma UX Researcher

13 dezembro 2018

Skin Trade - Mercado de Peles


documentário direito e proteção dos animais 


 Skin Trade, premiado em 11 festivais de cinema, revela a dolorosa verdade desta indústria violenta e as questões sociopolíticas por trás de campanhas de marketing da indústria de pele.

O documentário da norte-americana Shannon Keith – também diretora do documentário Behind the Mask – explora a conexão do comércio de peles de povos nativos, o impacto ambiental dos curtumes, além da verdade na legislação de rotulagem, com a esperança de fechar brechas que permitem o uso de peles de gato, cachorro, raposa ou lobo, as quais são vendidas como “falsas” em mercadorias importadas da China.

Assista aqui ao trailer do filme.
Saiba mais detalhes do documentário clicando aqui.

Para receber um ou mais DVDs em sua residência, escreva para o faleconosco@anda.jor.br .

Os animais agradecem!

De ANDA

04 dezembro 2018

Reciclagem é uma farsa

Philippe Starck: “A reciclagem só foi inventada para continuarmos a consumir enquanto mantemos a nossa consciência tranquila”.


Foto: Jimmy Baikovicius, CC BY-SA 2.0
Philippe Starck, inventor, arquiteto e designer, deu uma entrevista à ONU Ambiente sobre o futuro da sustentabilidade. E o famoso designer acredita que o capitalismo não fará parte desse futuro.

Starck acredita que no futuro o conceito de propriedade deverá desaparecer e ser substituído pela economia do aluguer. “Quem pede emprestado tem a responsabilidade de devolver o produto.

Um vendedor não tem esta responsabilidade – e pode ou não importar-se com o facto de o produto ser reciclado ou não”, diz Starck. “A nossa economia precisa de ser completamente transformada, dado que o nosso planeta esta a degradar-se a um ritmo muito superior ao previsto”.

Starck também acredita que podemos livrar-nos de cerca de 70% da mobília que usamos atualmente em casa. Um exemplo dado é o das cortinas, que podem ser substituídas por vidro com cristais líquidos. “Não estaremos a vender produtos, mas sim serviços integrados nos produtos,” diz o designer.

Mas o mesmo tempo que advoga uma cultura de menor consumo, o designer prefere os materiais sintéticos aos naturais, argumentando que são quase sempre superiores ao que encontramos na natureza.

Starck também não acredita que a reciclagem seja uma solução para os produtos em fim de vida. “A reciclagem só foi inventada para continuarmos a consumir enquanto mantemos a nossa consciência tranquila. A verdade é que menos de 20% dos materiais usados nos produtos de consumo podem ser reciclados”. Starck acrescenta ainda que “o capitalismo não é adequado ao futuro. Depende do crescimento e produção, e não podemos continuar a produzir.”

De GreenSaver