14 setembro 2018

A sua empresa precisa de uma Startup ou Empresa Junior?




Nessa corrida desenfreada pela inovação nas grandes empresas, seja produto, serviço, B2B, B2C existe apenas um alvo: Startups.

Mas as empresas não conhecem ou estão deixando de apostar nas Empresas Juniores do Brasil. Empresas que não precisam de aceleração e nem investimento e estão prontas para inovar as necessidades da empresa.

Se você é uma grande empresa, pare e pense: "Eu preciso de uma startup ou empresa junior para inovar?"

Talvez você precisa de uma empresa júnior e não uma startup!


POR QUE CONTRATAR UMA EMPRESA JÚNIOR? 


Com mais de 50 anos de existência, as empresas juniores visam impactar a educação e o mercado com os seus produtos e projetos de consultoria.

Por serem organizações sem fins-lucrativos, oferecem serviços de qualidade a um baixo custo, tornando as consultorias acessíveis para micro e pequenas empresas.
Também por estarem presentes nas maiores universidades do Brasil, principais polos de tecnologia e inovação do país, seus serviços seguem as principais tendências da área e contam com uma enorme bibliografia, infraestrutura e orientação de professores referência em suas profissões.

As empresas juniores também conseguem personalizar toda a sua atuação, desde seus projetos ao atendimento do cliente. Contribua com o fomento da educação empreendedora no país, contrate uma empresa júnior e alcance grandes resultados no seu negócio!


Gráfico do MEJ

Visite: https://brasiljunior.org.br/

Aproveite e participe da pesquisa "The Truth" - O que querem os jovens e o que esperam as empresas para um futuro mais humano, produtivo e conectado.

Acesse:  https://tigrupoanga.typeform.com/to/TDHO6b
Via Eureca.Me

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13 setembro 2018

Interessado em Design de Serviços?

Design de Serviços: envolva as pessoas e crie negócios encantadores


Especialista fala sobre como usar o potencial dos colaboradores e clientes para construir projetos relevantes, eficientes e que entregam aquilo que prometem.
Falar em experiências e serviços encantadores pode parecer um pouco abstrato demais, especialmente se o negócio ainda está nas suas etapas iniciais. O aumento pela procura do Design de Serviços, no entanto, mostra a relevância estratégica que esse tema pode ter para o sucesso de um empreendimento.
O grande diferencial está em levar tanto clientes quanto colaboradores para o processo de entender e pensar o serviço oferecido, criando propostas mais relevantes para os usuários e mais eficientes para as empresas. O Sebrae conversou com Luis Alt, sócio da Livework no Brasil, para esclarecer um pouco mais o assunto e explicar como essa abordagem pode ajudar os pequenos negócios.
A trajetória profissional de Luis já indicava o seu futuro: Engenheiro de Produção e Designer de Produtos. Foi durante o mestrado que ele conheceu o Design de Serviços, a atuação que agregaria todas as suas competências.
Disseminador da necessidade de bons serviços, Luis acredita que tudo começa por entender o cliente e suas necessidades. Com empatia, colaboração e experimentação, grandes empresas ou pequenos empreendedores podem oferecer experiências realmente relevantes para seus usuários.
Na entrevista a seguir, você confere um pouco mais sobre como Luis propõe que uma empresa pode servir os seus clientes.

O que você faz atualmente? Qual foi a sua trajetória até aqui?

Luis Alt
Designer Luis Alt
Atualmente estou à frente da Livework, a primeira consultoria do mundo a trabalhar com inovação em serviços sob a perspectiva do Design.
Por esse pioneirismo, dedico grande parte do meu tempo também à produção e disseminação de conteúdo através de palestras e aulas (tenho curso de Design Thinking na ESPM, sou professor de MBA da FAAP e na Parsons New School em Nova Iorque).
Acho que o principal objetivo do meu trabalho, hoje, é sensibilizar as pessoas e empresas sobre a importância de se prestar um bom serviço.
Quanto à minha trajetória, eu sou formado em Engenharia de Produção (pensar em sistemas e processos) e Design de Produtos (pensar em soluções de produtos através das pessoas).
Nunca achei que as duas áreas pudessem se encontrar até que, durante o mestrado que estava fazendo em Gestão de Design, em Barcelona, conheci o Design de Serviços, que nada mais é do que colocar as pessoas no centro da construção de soluções de sistemas e processos.
Na hora pensei: “é para isso que venho me preparando todo esse tempo”.
Voltei para o Brasil, abri uma consultoria em Santa Catarina e fui englobado pela Livework pouco depois.

Qual o trabalho da Livework? E a sua atuação dentro dela?

A Livework trabalha em três frentes: ajudamos as organizações a entender quem são os seus clientes e como é a experiência deles quando se relacionam com a sua organização; pensamos na experiência dos serviços que as empresas deveriam prestar, seja para novas ofertas ou para melhoria de existentes; e trabalhamos com transferência de conhecimento, ao estruturar e capacitar equipes para que possam fazer, dentro das organizações, o que fazemos em nossos projetos.
Minha responsabilidade é dar direcionamento estratégico à empresa e me certificar que a promessa que fazemos (parte comercial) esteja sendo entregue (parte de projetos). Trabalho também com a produção de bastante conteúdo para publicar em nosso site, portais, revistas e jornais. Inclusive, estou atualmente escrevendo um novo livro, “Servir bem para servir sempre!”.

O que é Design de Serviços?

É uma disciplina que propõe o pensamento estratégico e operacional dos serviços com a visão de quem os utiliza e os provê. É sobre entender as necessidades e desejos das pessoas e projetar, junto com elas, soluções de serviços que sejam tanto encantadoras para quem os utiliza quanto eficientes para as organizações.

Como foi o seu primeiro contato com o Design de Serviços?

Fiz um workshop com um concorrente da Livework. Logo depois, senti que havia descoberto algo com grande potencial e fui pesquisar mais a respeito. Como era o começo de tudo, tive a oportunidade de alguns meses depois participar do primeiro congresso da história da disciplina, que aconteceu na Holanda.

De que forma essa abordagem pode trazer melhores soluções para os negócios?

Ao nos concentrarmos nas pessoas e não nas estruturas internas, começamos pensando em soluções que sejam realmente relevantes para elas para depois entender o que é mais eficiente sob o ponto de vista da organização.
O resultado são serviços mais inteligentes, econômicos e rentáveis pois, diferentemente de outras abordagens, ao envolver usuários e pessoas da organização na criação, nos certificamos que ao final do projeto tenhamos uma solução alinhada com o que as pessoas querem e a organização consegue entregar, deixando de gastar dinheiro com “achismos” inúteis.

Qual a relação de Design Thinking com Design de Serviços?

O Design de Serviços utiliza a abordagem do Design Thinking para pensar em serviços. Os pilares do Design Thinking, o pensamento do Design, são empatia (entender profundamente as pessoas), colaboração (colocar essas pessoas para encontrar as soluções juntas) e experimentação (verificar constantemente se os caminhos escolhidos são os corretos).
Contudo, o Design de Serviços tem uma camada a mais de complexidade por obrigar os profissionais a terem um conhecimento profundo de alavancas de relacionamento. Quem trabalha apenas com Design Thinking, por exemplo, não necessariamente precisa saber o que é omni-channel, ponto de contato, service blueprint, princípios de serviço, etc. Estes são conceitos necessários para a criação de serviços.

Que tipo de dificuldades os clientes costumam resolver por meio dessa abordagem?

Eu gosto muito de nosso trabalho porque todo dia estou trabalhando em um desafio completamente diferente. Na Livework já ajudamos empresas a repensarem os seus produtos como um serviço (será que eu preciso comprar tinta ou o que eu realmente quero é uma parede pintada?), modificarem tecnologias e plataformas de serviço pensando na experiência (como criar uma melhor experiência de uso e acesso ao transporte público?), se reposicionar.

Como um empreendedor pode aplicar o Design de Serviços à sua realidade?

Acho que qualquer empreendedor deve começar entendendo quem é o seu cliente e o que ele procura. A partir daí, repensar a sua oferta de serviço ou produto de forma que seja uma proposta fácil de entender, de acessar e utilizar, além de ser uma experiência agradável.

Você lembra algum caso em que o Design de Serviços impactou radicalmente algum pequeno negócio?

Fizemos um trabalho com o Sebrae de Minas Gerais para ajudar pequenas empresas que fornecem soluções de tecnologia no setor de saúde a repensarem as suas ofertas. Trabalhamos em uma capacitação inicial em Design de Serviços para os profissionais desses negócios e depois realizamos vários encontros de mentoria para auxiliar as empresas a implementarem as suas ideias.
Hoje estamos todos no setor de serviços, até mesmo as indústrias, e utilizar o design de serviços torna-se chave para encontrar uma forma de se diferenciar no mercado.

Que dica você daria para um pequeno empreendedor que está dando os primeiros passos? E para aqueles que já têm um negócio consolidado?

Não tenha medo de conversar com os seus clientes, envolver as pessoas (clientes e equipe) e testar novas soluções para o seu negócio, esteja ele dando os primeiros passos ou já consolidado. Um serviço que hoje parece muito atual e relevante certamente não será daqui a cinco anos se ficar parado. Todos precisamos constantemente repensar o que oferecemos e como fazemos isso. Sucesso!

10 setembro 2018

Design + Mobilidade Sustentável

São Paulo São™



'What Design Can Do', plataforma de design, lança desafio sobre mobilidade sustentável.

Pista exclusiva de carros compartilhados em rodovia de Los Angeles, EUA. Foto: KCRW.Pista exclusiva de carros compartilhados em rodovia de Los Angeles, EUA. Foto: KCRW.
Os milhões de carros, caminhões e ônibus que circulam em São Paulo respondem por mais de 90% de toda poluição do ar. A cidade, onde os moradores perdem até cinco horas por dia para ir ao trabalho e voltar para casa, vive sufocada no trânsito. Por isso, a What Design Can Do e a Fundação IKEA estão convocando profissionais criativos de todo o mundo a pensar em soluções radicais e inovadoras para criar fluxos de pessoas e mercadorias mais sustentáveis na cidade.
É compreensível que muitos brasileiros sejam viciados em carros, porque para grande parte da população não há muitas alternativas de mobilidade. Em São Paulo, o transporte público é limitado, pouco eficaz para as dimensões da metrópole, e as ciclovias ainda são restritas ou inexistentes sobretudo nas regiões mais periféricas. Para os cidadãos mais pobres e sem carro, não é nada fácil atravessar a cidade. Além disso, as emissões dos escapamentos são uma ameaça à saúde e à qualidade de vida.
É compreensível que muitos brasileiros sejam viciados em carros, porque para grande parte da população não há muitas alternativas de mobilidade. Foto: Alex Silva / AE.É compreensível que muitos brasileiros sejam viciados em carros, porque para grande parte da população não há muitas alternativas de mobilidade. Foto: Alex Silva / AE.
O Clean Energy Challenge São Paulo começa hoje a receber ideias que tragam soluções radicais para o trânsito da cidade: pense em como reduzir a dependência dos veículos motorizados, por meio de deslocamentos a pé ou de bicicleta, ou em como incentivar o transporte solidário de modo a diminuir o número de carros nas ruas.
5 continentes, 5 cidades, 5 desafios
 Trens elétricos das ferrovias holandesas agora funcionam com 100% de energia eólica. Foto: Fast Company.Trens elétricos das ferrovias holandesas agora funcionam com 100% de energia eólica. Foto: Fast Company.Em um novo desafio global de design, a plataforma de design What Design Can Do e os designers da Fundação IKEA querem encontrar novas respostas para as questões energéticas de cinco cidades globais: Déli, Nairóbi, São Paulo, Cidade do México e Amsterdã. Cada uma com seu próprio foco: moradia (Déli), alimentação (Nairóbi), mobilidade (São Paulo), processamento de resíduos (Cidade do México) e energia alternativa (Amsterdã).
A questão-chave em todas estas cidades é: como é possível repensar a produção, a distribuição e o uso da energia em áreas metropolitanas em constante expansão? No caso de São Paulo, queremos saber: como diminuir a poluição do ar considerando o previsto aumento populacional?
O que esperamos?
O Clean Energy Challenge São Paulo busca soluções ancoradas localmente, estratégias de baixo para cima e a combinação de inovação com os conhecimentos tradicionais e de redes locais. Tanto os designers moradores das cidades participantes quanto de outros lugares do mundo podem enviar suas ideias.
Os melhores projetos serão os que forem ao mesmo tempo inovadores, práticos, escalonáveis, acessíveis e fáceis de entender. Os vencedores, avaliados e escolhidos por um júri internacional, irão compartilhar um pacote de prêmios que inclui um orçamento de 10.000 Euros para desenvolvimento da ideia; um programa de aceleração personalizado, destinados a tornar as ideias, protótipos ou startups vencedores prontos para o mercado e a produção; uma equipe de mentores e peritos dedicados e, acesso à rede de parceiros.
Chamada para participação: 4 de setembro a 15 de novembro de 2018.
Nota
Universidade Vertical no Nepal. Foto: reprodução.Universidade Vertical no Nepal. Foto: reprodução.
O Desafio de Energia Limpa é o sucessor do Desafio de Ação Climática do WDCD do ano passado. Os treze conceitos premiados de 2017 já foram realizados - os resultados incluem a Power Plant, a primeira Green House autossuficiente do mundo e o Vertical University Project, uma Universidade Vertical no Nepal de 8 mil metros para ajudar produtores rurais a se adaptar aos impactos variáveis ​​da mudança climática.
***
Com informações Aviv Comunicação.

20 agosto 2018

Office Connection para Arquitetura Corporativa



MILHARES DE OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS ESTÃO ESPERANDO PELA SUA EMPRESA

Office Connection será a casa da arquitetura corporativa na HIGH DESIGN EXPO. Um espaço incrível de relacionamentos que reunirá os principais líderes e especificadores do setor, com direito a espaço para palestras e conteúdo de qualidade. Muito mais do que um estande, os expositores garantem o seu lugar na maior oportunidade de negócios do ano, para criar relacionamentos com um público altamente qualificado, incluindo os profissionais responsáveis pelos pequenos e médios escritórios de arquitetura que, juntos, respondem por aproximadamente 70% das demandas do setor. 
Arquitetos, especificadores, facilities, designers de interiores e outros profissionais terão a chance de conhecer os principais fornecedores corporativos do país, reunidos em 400m² especialmente montados para o networking.
É assim que a Office connection se destacará durante a HIGH DESIGN EXPO, tanto para expositores, quanto para os visitantes. Oportunidade imperdível para todas as empresas do setor corporativo.

CONHEÇA A OFFICE CONNECTION

VEJA OS "TALKS" DA OFFICE CONNECTION PARA 30 DE AGOSTO

HIGH DESIGN – HOME & OFFICE EXPO é uma feira de mobiliário de alto padrão e soluções para projetos de arquitetura e design de interiores. 





14 agosto 2018

Estratégia de Design e Negócios para gráficas

ESTRATÉGIA PARA DESENVOLVER CLIENTES DAS GRÁFICAS POR DESIGNER FABIO MESTRINER

Publicado em 19/07/2018
Fonte: Marketing Ibema

Por Fabio Mestriner

Numa palestra que fiz para empresários apoiados pelo Sebrae, surgiu uma pergunta que já me foi feita em outras ocasiões, mas que desta vez gerou uma resposta que decidi compartilhar com as gráficas porque a questão afeta a maioria delas.

O empresário me perguntou como deveria fazer para que seus clientes aceitassem um pequeno aumento de custo para melhorar embalagens que poderiam ter um desempenho bem melhor, o que beneficiaria tanto o cliente que venderia mais quanto a gráfica que produziria mais?

Meus caros, sabemos que a maior oportunidade de negócios de uma empresa está nos clientes que ela já tem, por isso, a intenção deste empresário em desenvolver seus clientes em benefício mutuo está em sintonia com este enunciado. A resposta que ofereci a esta pergunta me remeteu a experiências bem-sucedidas que tive a oportunidade de acompanhar de perto recentemente.

Assim, descrevi a ação de uma empresa que percebeu que se os seus clientes mudassem a forma de apresentar os produtos no ponto de venda, as vendas cresceriam. A empresa então propôs a um cliente com o qual tinha relações mais fortes e próximas que organizasse a exposição dos produtos em sua loja da forma como entendia ser a mais eficiente para o entendimento dos consumidores. O cliente aceitou a sugestão e reorganizou suas gôndolas. O resultado não tardou a vir e as vendas naquela loja cresceram mais de 30% por causa da nova arrumação.

Com o resultado em mãos, a empresa se dirigiu ao lojista seguinte que diante do resultado positivo comprovado, aceitou também mudar a forma de exposição dos produtos em sua loja. A operação ganhou o nome de Espaço... X e passou a ser a estratégia empregada com ênfase pela empresa no desenvolvimento de negócios com seus clientes.

Hoje, a empresa que empregou esta estratégia junto aos lojistas seus clientes, contabiliza mais de 200 espaços ...X instalados e operando com crescimento médio comprovado nas vendas por volta de 30%, um resultado excepcional num setor que havia caído 17% num ano e 11% no outro. Com esta estratégia, todos saíram ganhando e ficou claro que não adianta reclamar que o cliente não aceita aumentar um centavo no custo de suas embalagens, é preciso criar meios de trabalhar junto com eles para desenvolver estratégias que criem um fato novo e abram caminho para que tanto a gráfica quanto seu cliente se beneficiem dos resultados positivos que serão obtidos.

Minha recomendação é que as gráficas criem seu projeto X, procurando aquele cliente mais próximo cuja embalagem precisa e pode receber melhorias e propor a este cliente que a embalagem seja melhorada com o apoio e até mesmo o patrocínio da gráfica para que o produto passe a vender mais e tanto o cliente quanto a gráfica se beneficiem do aumento de vendas. Isso gera um “case” que passa a ser replicado no próximo cliente para gerar um novo case, e assim por diante.

Tenho certeza que esta estratégia vai gerar resultados e contaminar os demais clientes da gráfica onde ela for aplicada pois já vi acontecer o mesmo com resultados semelhantes em duas empresas que a aplicaram em segmentos completamente distintos, portanto, não se trata apenas de uma ideia, mas de uma ação consistente que já foi efetivada, gerou resultados e que pode perfeitamente funcionar no segmento gráfico.

Esta é minha proposta:

1) Peçam para um cliente parceiro escolher um cliente dele que possua uma embalagem que tem oportunidades de melhoria.
2) Em parceria com a gráfica e a Ibema, apoiem a melhoria dessa embalagem para gerar um "case".
3) Convidem um designer ou pensem juntos em uma solução para propor ao cliente.
4) Acompanhem o desempenho do produto no mercado e contabilizem juntos o aumento de vendas.
5) Com o resultado em mãos, dirijam-se ao próximo cliente, apresentem os resultados e proponham fazer o mesmo.

Esta é apenas uma das muitas ações que podem ser realizadas pelas gráficas pois é preciso desenvolver a relação com os clientes em cima de ideias que possam melhorar os resultados para ambos, pois, como ensinou o venerável mestre Lao Tsé, “Mais vale acender uma vela que maldizer a escuridão”.



Fabio Mestriner, professor do Curso de Pós-Graduação em Engenharia de Embalagens do ITP Mauá. Autor dos livros "Gestão Estratégica de Embalagem" e "Inovação na Embalagem Método Prático".

10 agosto 2018

Contratação de Designers - experiências e checklists




Precisamos falar sobre contratação de Designers.


Experiências, checklists e um papo cabeça

Para começar, qual é o papel do designer?

Já parou para pensar que em todos os objetos, móveis, carros, casas, celulares, apartamentos, enfim, qualquer estrutura feita pelo ser humano, houve alguém que projetou aquilo? Digo, um ser pensante que decidiu que um objeto ia ser assim e não daquele jeito? Que ia ser áspero e não liso? que ia ser leve e não pesado? cinza e não vermelho?
Esse ser pensante foi um designer.
Por isso que a posição do designer não é apenas mais uma no pipeline de desenvolvimento de produto. É uma posição responsável por guiar os que estão à volta seja ao projetar um simples formulário, desenhar um banco ou conceber grandes visões de produto.

07 agosto 2018

Speed Mentoring Sebrae - Acessibilidade




Dia 14 de agosto a 06 de setembro de 2018
Terças e quintas-feiras,
das 14 às 19 horas

INSCRIÇÕES ATÉ 10/08


Informações:
(11) 3224-1260 / (11) 99240-6223
atendimentos@escolasebraesp.com.br

O programa Speed Mentoring Acessibilidade é voltado para ideias de negócio com foco em soluções tecnológicas e/ou inovadoras para acessibilidade. O programa visa potencializar essas ideias através de 50 horas de atividades práticas, palestras e Rodada de Mentoria com especialistas.


Mais informação em SEBRAE - INSCRIÇÃO

04 agosto 2018

Inovação, Tecnologia e Futuro - Lacod

Veja os meus novos artigos no LACOD -  Latin-American Contemporary Design:

https://lacod.org/es/author/marcio/

Artigos em português, espanhol e inglês, compartilhe com o mundo!

Siga o fundador do Lacod o designer colombiano-brasileiro Jorge Montaña nas redes sociais.

30 julho 2018

Reconstrução Facial 3D de Jesus

Face mais compatível de Jesus - Não é uma reconstrução facial forense e tampouco se trata efetivamente de Jesus.

Design 3D é uma área muito rica e pouco explorada, não é apenas impressão 3D, games, animação, RA, RV e prototipagem.

O profissional Cicero Moraes é um excelente exemplo da aplicação médica, policial e histórica da tecnologia.

Acesse para saber mais em: Cicero Moraes

27 julho 2018

Como mudar sua carreira para Design UX

Se existe uma ocupação que é 100% vinculada à idéia pública do que é design, essa profissão é designer gráfico. Dos familiares arcos dourados do Mc Donald’s à tipografia e cores dos pôsteres de filmes, designers gráficos criaram alguns dos mais icônicos e onipresentes designs ao nosso redor. Então por que um designer gráfico como você quer mudar de carreira para design de experiência? Bom, pra começar, muito pode ser dito sobre a satisfação e a realização de trabalhar diretamente com o produto ao invés do que o cerca.
Além disso, de acordo com a PayScale, o salário médio de um designer gráfico nos Estados Unidos é de US$ 41.000, mas o mesmo para um UX designer é um enorme US$74.000.

24 julho 2018

Smash - "File Transfer" para Designers


Smash: the file transfer service (with no size limit) for designers & creative minds.

What are the differences between Smash and Wetransfer ?

- No ads (never) but creative inspirations
- No size limit
- Preview files before downloading
- Customization of the link

You can test Smash at the following address: fromsmash.com

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