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30 dezembro 2010
Reflexão para 2011
Deixo um video para reflexão sobre a nossa totalmente enloquecida sociedade moderna, uma sociedade de remedios, onde todos são etiquetado$ pela industria dos laboratorios e da psiquiatria. Se você tem uma criança já etiquetada mas ainda sem remedio, veja o video primeiro, antes de transformar o seu propio filha(o) em um zumbi anestesiado. 5CKMCADDKN4S
Designer de produto formado no México, com Mestrado na Inglaterra. Me siga no LinkedIn em:
https://www.linkedin.com/in/marciodupont/
29 dezembro 2010
Congresso Internacional de Pesquisa
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28 dezembro 2010
O consumidor brasileiro e a sustentabilidade
Entre os diversos pontos analisados pela pesquisa, dez conclusões merecem destaque.
O primeiro ponto é a pequena quantidade de consumidores considerados conscientes. O percentual de pessoas que se enquadram dentro deste perfil ficou em somente 5%, número equivalente a 500 mil consumidores. Outro fator negativo dentro dessa mesma análise é a quantidade de pessoas indiferentes a esse assunto, que chega a 37%.
A maioria da população brasileira (84%) sequer ouviu falar ou não sabe definir ou define errado o termo Sustentabilidade. Apenas 16% apresentam alguma definição correta ou aproximada para o conceito.
A segunda conclusão de destaque é um pouco mais positiva e está diretamente relacionada aos consumidores mais conscientes. O resultado da pesquisa mostra que eles são um em cada três consumidores. O dado mais relevante das pessoas que têm esse perfil é o fato de serem ativos e dispostos a influenciar outras pessoas e empresas.
A sustentabilidade ainda é um tema distante da maior parte dos brasileiros. A comprovação disso está no fato de que, mesmo entre a população com altos graus de escolaridade, o percentual de pessoas informadas sobre sustentabilidade não chega nem a 50%. O número aumenta ainda mais quando considera como parte desse grupo as pessoas com baixo envolvimento, chegando a um somatório de 60%.
Mais da metade dos consumidores, de todas as classes, faixas etárias e escolaridade, nunca ouviram falar do termo sustentabilidade. Isso mostra que por ser algo abstrato, o termo ainda é de difícil compreensão e prática.
Uma das áreas relacionadas à sustentabilidade, a Responsabilidade Social Empresarial (RSE), desperta mais preocupação entre os universitários e consumidores das classes A e B. Mesmo assim, ainda tem um percentual pequeno, apenas 16% dos entrevistados afirmaram buscar informações sobre a RSE.
No entanto, mesmo sem uma busca contínua em relação às ações empresariais, os consumidores assumiram que as empresas mais responsáveis têm mais prestígio que as outras.
O ponto apontado como uma das ações empresariais mais importantes é em relação aos direitos e ações trabalhistas.
A pesquisa aponta que “para ganhar corações e mentes dos consumidores, a sustentabilidade precisa ser apresentada não como conceitos sofisticados, mas traduzidos em práticas e propostas concretas. Tem que ser vista como o caminho mais curto, barato e desejável rumo à felicidade”.
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25 dezembro 2010
100+ Years of Design Manifestos
Since the days of radical printer-pamphleteers, design and designers have a long history of fighting for what’s right and working to transform society.
The rise of the literary form of the manifesto also parallels the rise of modernity and the spread of letterpress printing.
This list of design manifestos was buried in a previous post but deserves its own permalink. The original list was largely drawn from Mario Piazza’s presentation at the Più Design Può conference in Florence, though I’ve edited and added to it. I’ve also incorporated links where I was able to find them.
design-manifestos from Social Design Notes.
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23 dezembro 2010
Chegou o Natal
Chegou o Natal e como diz o texto de Sindrominha:
"Gosto bastante dessa falsidade de espíritos amolecidos pelas luzes de néon, de ofertas irresistíveis e promessas de melhores dias .
Parece que é a época onde o ser humano deixa aparecer a hipocrisia com mais freqüência.
Quebram a lógica enchendo carros de supermercado e comprando sem parar, o curioso é que a data significa aniversario de Jesus,mas eu nunca vi alguém entrar em um shoping e comprar alguma coisa pra ele .
Não dá pra entregar em mãos o presente, mas seguindo sua filosofia existem milhares de lugares e pessoas que precisam de muitas coisas e aceitariam em nome dele o presente .
Mas como não chega a ele , as pessoas preferem não perder dinheiro e gastam em presentes para elas , ainda dizendo que merecem porque trabalharam o ano inteiro .
Pois é, devem merecer mesmo, trabalharam o ano inteiro, enquanto Jesus trabalhou a vida inteira para salvar um planeta que não vale a pena, quer dizer, o planeta e suas belezas sim , já as pessoas......."
Extraido de http://sindromemm.blogspot.com/2010/12/hoje-nao-estou-grinch.html
"Gosto bastante dessa falsidade de espíritos amolecidos pelas luzes de néon, de ofertas irresistíveis e promessas de melhores dias .
Parece que é a época onde o ser humano deixa aparecer a hipocrisia com mais freqüência.
Quebram a lógica enchendo carros de supermercado e comprando sem parar, o curioso é que a data significa aniversario de Jesus,mas eu nunca vi alguém entrar em um shoping e comprar alguma coisa pra ele .
Não dá pra entregar em mãos o presente, mas seguindo sua filosofia existem milhares de lugares e pessoas que precisam de muitas coisas e aceitariam em nome dele o presente .
Mas como não chega a ele , as pessoas preferem não perder dinheiro e gastam em presentes para elas , ainda dizendo que merecem porque trabalharam o ano inteiro .
Pois é, devem merecer mesmo, trabalharam o ano inteiro, enquanto Jesus trabalhou a vida inteira para salvar um planeta que não vale a pena, quer dizer, o planeta e suas belezas sim , já as pessoas......."
Extraido de http://sindromemm.blogspot.com/2010/12/hoje-nao-estou-grinch.html
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A todos os meus leitores, seguidores, designers, agradeço todo o seu tempo e atenção com este seu humilde mas honesto, trabalhador e honrado blog; um grande abraço e excelentes festas de Natal e Ano Novo com muito design para 2011. Ainda que seja kitsch.
Deixo de presente o panda punk do designer chileno Armando Torrealba, o panda representa a luta dos direitos humanos, tecnologia e o interesse publico, direitos digitais no Chile.
Deixo de presente o panda punk do designer chileno Armando Torrealba, o panda representa a luta dos direitos humanos, tecnologia e o interesse publico, direitos digitais no Chile.
Designer de produto formado no México, com Mestrado na Inglaterra. Me siga no LinkedIn em:
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21 dezembro 2010
Os proximos 5 anos
Se você curte retro future veja retrofuture
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19 dezembro 2010
'Ciência no setor privado ainda frustra'
A ciência brasileira avançou nos últimos anos, mas ainda enfrenta problemas sérios como a participação pouco expressiva do setor privado e a falta de articulação entre as esferas estadual e federal.
O diagnóstico é de Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em entrevista ao Estado.
- Para ministro, impacto da pesquisa deveria ser maior na indústria
A Unesco, órgão das Nações Unidas para a cultura e educação, divulgou há algumas semanas um relatório sobre o panorama da ciência no mundo. Brito Cruz ajudou a escrever o quinto capítulo, dedicado ao Brasil.
Como você vê a ciência no País?
O relatório da Unesco aponta avanços importantes. Houve um aumento de 28% no gasto interno bruto em pesquisa entre 2000 e 2008. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) puderam atuar fortemente não só no financiamento, mas também na implementação de uma política de ciência e tecnologia. Talvez o exemplo mais concreto dessa política seja a criação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), que estabeleceu 122 redes de pesquisa.
Quais são os desafios?
Há três principais: intensificar as atividades de pesquisa nas empresas, disseminar a ciência para outras regiões - hoje, muito concentrada no Sudeste - e criar instituições acadêmicas que sejam ranqueadas entre as cem melhores do mundo.
O governo é o grande financiador da ciência. Qual é o impacto para o País?
Graças ao investimento público, criou-se um sistema competitivo de pesquisa acadêmica. Mas têm sido frustrantes nossos resultados na criação de um sistema empresarial de pesquisa. Há três grandes funções que constituem um sistema nacional de ciência: formação de recursos humanos, pesquisa básica e pesquisa aplicada. O investimento público costuma estar associado às duas primeiras funções.
O setor privado investe na terceira, que produz inovação tecnológica. Para o dispêndio em pesquisa no Brasil chegar a 1,5% do PIB, a participação das empresas deveria chegar a 0,8%. Atualmente é de apenas 0,45%.
Nesse processo, elementos da vida econômica do País são mais decisivos que o investimento público direto. O valor atual do dólar, por exemplo, desestimula a inserção das empresas no mercado mundial. A taxa de juros ainda é uma das mais altas do mundo e encarece o investimento em pesquisa. Por fim, a situação econômica dos últimos 50 anos fez com que as empresas não criassem a cultura de valorizar a inovação.
Por que o Brasil não avança no número de patentes internacionais?
Em economias saudáveis, a maior parte das patentes é feita pela indústria - cerca de 95%. Nossa fraqueza vem da limitação do esforço empresarial em pesquisa, além da pouca ousadia. No relatório, comparamos quantas patentes são obtidas por cada grupo de mil cientistas no Brasil, na Coreia, na Espanha e em outros países. No Brasil, é 1,8. Na Espanha, 7. Na Coreia do Sul, 45. Quando você compra uma TV de plasma, ela não é brasileira. Algum coreano há 20 anos fez pesquisa sobre aquela tela, sobre a eficiência do aparelho... O número de patentes brasileiras registradas nos EUA está estagnado desde 2003. Em 2004, registramos 106. A China registrou 404. Em 2009, nosso número caiu para 103. A China saltou para 1.655. No Brasil, falta pesquisa e ousadia na indústria.
Em Brasília, você disse que o País realiza "um voo cego". Por quê?
Há poucas estatísticas sobre desenvolvimento científico no País. Ao lançar a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce), em 2003, e a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), em 2008, o governo disse que queria aumentar o esforço de pesquisa das empresas. Se é um objetivo, você deve medir a cada seis meses para saber se a política científica está funcionando. Mas os números só surgiram em 2010, referentes a 2008, e ainda apontando uma queda no número de pesquisadores na iniciativa privada. Estima-se que, em 2005, havia 50 mil cientistas nas empresas. Em 2008, 45 mil. Temos de acompanhar de forma mais próxima. Em outros países, os gestores sabem quantas empresas foram criadas no último semestre. Se você demora três ou quatro anos para ter o dado, a efetividade do sistema cai muito.
Como você vê a articulação entre as esferas estadual e federal?
Há algum progresso. Certos programas são cofinanciados por entes estaduais e federais. Mas a participação dos Estados na definição de estratégias é muito menor que a financeira. É ruim uma colaboração em que um entra com a ideia e os outros só pagam. Não houve até agora muitas oportunidades para os entes estaduais criarem proposições pelas quais Brasília se interesse. Em São Paulo, por exemplo, propusemos ao Ministério de Ciência e Tecnologia a instalação de um centro de pesquisa sobre bioenergia. Discutimos isso por quase dois anos. O ministério não aceitou e construiu um centro sozinho. Agora teremos dois centros fazendo a mesma coisa: um programa da Fapesp e outro do ministério.
QUEM É
Carlos Henrique de Brito Cruz
Professor do Instituto de Física da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é diretor científico da Fapesp desde 2005. Foi reitor da Unicamp de 2002 a 2005 e presidente da Fapesp de 1996 a 2002.
Extraido de Estadão
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101219/not_imp655571,0.php
O diagnóstico é de Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em entrevista ao Estado.
- Para ministro, impacto da pesquisa deveria ser maior na indústria
A Unesco, órgão das Nações Unidas para a cultura e educação, divulgou há algumas semanas um relatório sobre o panorama da ciência no mundo. Brito Cruz ajudou a escrever o quinto capítulo, dedicado ao Brasil.
Como você vê a ciência no País?
O relatório da Unesco aponta avanços importantes. Houve um aumento de 28% no gasto interno bruto em pesquisa entre 2000 e 2008. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) puderam atuar fortemente não só no financiamento, mas também na implementação de uma política de ciência e tecnologia. Talvez o exemplo mais concreto dessa política seja a criação dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs), que estabeleceu 122 redes de pesquisa.
Quais são os desafios?
Há três principais: intensificar as atividades de pesquisa nas empresas, disseminar a ciência para outras regiões - hoje, muito concentrada no Sudeste - e criar instituições acadêmicas que sejam ranqueadas entre as cem melhores do mundo.
O governo é o grande financiador da ciência. Qual é o impacto para o País?
Graças ao investimento público, criou-se um sistema competitivo de pesquisa acadêmica. Mas têm sido frustrantes nossos resultados na criação de um sistema empresarial de pesquisa. Há três grandes funções que constituem um sistema nacional de ciência: formação de recursos humanos, pesquisa básica e pesquisa aplicada. O investimento público costuma estar associado às duas primeiras funções.
O setor privado investe na terceira, que produz inovação tecnológica. Para o dispêndio em pesquisa no Brasil chegar a 1,5% do PIB, a participação das empresas deveria chegar a 0,8%. Atualmente é de apenas 0,45%.
Nesse processo, elementos da vida econômica do País são mais decisivos que o investimento público direto. O valor atual do dólar, por exemplo, desestimula a inserção das empresas no mercado mundial. A taxa de juros ainda é uma das mais altas do mundo e encarece o investimento em pesquisa. Por fim, a situação econômica dos últimos 50 anos fez com que as empresas não criassem a cultura de valorizar a inovação.
Por que o Brasil não avança no número de patentes internacionais?
Em economias saudáveis, a maior parte das patentes é feita pela indústria - cerca de 95%. Nossa fraqueza vem da limitação do esforço empresarial em pesquisa, além da pouca ousadia. No relatório, comparamos quantas patentes são obtidas por cada grupo de mil cientistas no Brasil, na Coreia, na Espanha e em outros países. No Brasil, é 1,8. Na Espanha, 7. Na Coreia do Sul, 45. Quando você compra uma TV de plasma, ela não é brasileira. Algum coreano há 20 anos fez pesquisa sobre aquela tela, sobre a eficiência do aparelho... O número de patentes brasileiras registradas nos EUA está estagnado desde 2003. Em 2004, registramos 106. A China registrou 404. Em 2009, nosso número caiu para 103. A China saltou para 1.655. No Brasil, falta pesquisa e ousadia na indústria.
Em Brasília, você disse que o País realiza "um voo cego". Por quê?
Há poucas estatísticas sobre desenvolvimento científico no País. Ao lançar a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce), em 2003, e a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), em 2008, o governo disse que queria aumentar o esforço de pesquisa das empresas. Se é um objetivo, você deve medir a cada seis meses para saber se a política científica está funcionando. Mas os números só surgiram em 2010, referentes a 2008, e ainda apontando uma queda no número de pesquisadores na iniciativa privada. Estima-se que, em 2005, havia 50 mil cientistas nas empresas. Em 2008, 45 mil. Temos de acompanhar de forma mais próxima. Em outros países, os gestores sabem quantas empresas foram criadas no último semestre. Se você demora três ou quatro anos para ter o dado, a efetividade do sistema cai muito.
Como você vê a articulação entre as esferas estadual e federal?
Há algum progresso. Certos programas são cofinanciados por entes estaduais e federais. Mas a participação dos Estados na definição de estratégias é muito menor que a financeira. É ruim uma colaboração em que um entra com a ideia e os outros só pagam. Não houve até agora muitas oportunidades para os entes estaduais criarem proposições pelas quais Brasília se interesse. Em São Paulo, por exemplo, propusemos ao Ministério de Ciência e Tecnologia a instalação de um centro de pesquisa sobre bioenergia. Discutimos isso por quase dois anos. O ministério não aceitou e construiu um centro sozinho. Agora teremos dois centros fazendo a mesma coisa: um programa da Fapesp e outro do ministério.
QUEM É
Carlos Henrique de Brito Cruz
Professor do Instituto de Física da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é diretor científico da Fapesp desde 2005. Foi reitor da Unicamp de 2002 a 2005 e presidente da Fapesp de 1996 a 2002.
Extraido de Estadão
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101219/not_imp655571,0.php
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17 dezembro 2010
State of the Art toys para o natal
Recebi um e-mail, perguntando sobre a minha experiência como designer de brinquedos nos Estados Unidos. Velhos tempos, excelente experiência.
Isso sempre me lembra porque estudei Design, para ir trabalhar na Industrial Light and Magic do meu amigo querido George Lucas, como Concept Designer.
Mas como a vida e´como ela quer e não como queremos, houve desvio de caminho e aqui estou como expert em sustentabilidade.
Hoje em dia, vejo que ser toy designer - vinyl toys designer, de series limitadas, assinadas, virou um status, dentro da mesma profissão de designer.
Assim como parece que o design de produto sumiu e tudo virou branding building, branding design, branding architecture; derrepente o vinyl toy design foi endeusado e está em todos os contextos alternativos, underground, inovadores, frentex, cool, feito por designers super modernos, super contemporaneos, super inovadores.
Deixo aqui alguns links de state of art toys:
https://www.sideshowtoy.com/
http://www.gentlegiantltd.com/
http://www.spawn.com/toys/
Prototipos e produção de brinquedos star wars
http://theswca.com/
Isso sempre me lembra porque estudei Design, para ir trabalhar na Industrial Light and Magic do meu amigo querido George Lucas, como Concept Designer.
Mas como a vida e´como ela quer e não como queremos, houve desvio de caminho e aqui estou como expert em sustentabilidade.
Hoje em dia, vejo que ser toy designer - vinyl toys designer, de series limitadas, assinadas, virou um status, dentro da mesma profissão de designer.
Assim como parece que o design de produto sumiu e tudo virou branding building, branding design, branding architecture; derrepente o vinyl toy design foi endeusado e está em todos os contextos alternativos, underground, inovadores, frentex, cool, feito por designers super modernos, super contemporaneos, super inovadores.
Deixo aqui alguns links de state of art toys:
https://www.sideshowtoy.com/
http://www.gentlegiantltd.com/
http://www.spawn.com/toys/
Prototipos e produção de brinquedos star wars
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O Planeta vai continuar com febre
Por Leonardo Boff*
A COP 16 terminou na madrugada do dia 11 dezembro em Cancún com pífias conclusões, tiradas mais ou menos a forceps. São conhecidas e por isso não cabe aqui referi-las. Devido ao clima geral de decepção, foram até mais do que se esperava mas menos do que deveriam ser, dada a gravidade da crescente degradação do sistema-Terra. Predominou o espírito de Copenhague de enfrentar o problema do aquecimento global com medidas estruturadas ao redor da economia. E aqui reside o grande equívoco, pois o sistema econômico que gerou a crise não pode ser o mesmo que nos vai tirar da crise. Usando uma expressão já usada pelo autor: tentando limar os dentes do lobo, crê-se tirar-lhe a ferocidade, na ilusão de que esta reside nos dentes e não na natureza do próprio lobo. A lógica da economia dominante que visa o crescimento e o aumento do PIB implica na dominação da natureza, na desconsideração da equidade social (dai a crescente concentração de riqueza e a célere apropriação de bens comuns) e da falta de solidariedade para com as futuras gerações. E querem-nos fazer crer que esta dinâmica nos vai tirar das muitas crises, sobretudo a do aquecimento global.
Mas cumpre enfatizar: chegamos a um ponto em que se exige um completo repensamento e reorientação de nosso modo de estar no mundo. Não basta apenas uma mudança de vontade, mas sobretudo se exige a transformação da imaginação. A imaginação é a capacidade de projetar outros modos de ser, de agir, de produzir, de consumir, de nos relacionarmo-nos uns com os outros e com a Terra. A Carta da Terra foi ao coração problema e de sua possível solução ao afirmar:”Como nunca antes na história, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Isto requer uma mudança nas mentes e nos corações. Requer um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável aos níveis local, nacional, regional e global”.
Este propósito no se fez presente em nenhuma das 16 COPs. Predomina a convicção de que a crise da Terra é conjuntural e não estrutural e pode ser enfrentada com o arsenal de meios que o sistema dispõe, com acordos entre chefes de Estado e empresários quando toda a comunidade mundial deveria ser envolvida. A referência de base não é a Terra como um todo, mas os estados-nações cada qual com seus interesses particulares, regidos pela lógica do individualismo e não pela da cooperação e da interconexão de todos com todos, exigida pelo caráter global do problema. Não se firmou ainda na consciência coletiva o fato de que o Planeta é pequeno, possui recursos limitados, se encontra superpovoado, contaminado, empobrecido e doente. Não se fala em dívida ecológica. Não se toma a sério a crise ecológica generalizada que é mais que o aquecimento global. Não são suficientes a adaptação e a mitigação sem conferir centralidade à grave injustiça social mundial, aos massivos fluxos migratórios que alcançaram já a cifra de 60 milhões de pessoas, a destruição de economias frágeis com o crescimento em muitos milhões de pobres e famintos, a violação do direito à seguridade alimentar e à saúde. Falta articular a justiça social com a justiça ecológica.
O que se impõe, na verdade, é um novo olhar sobre a Terra. Ela não pode continuar a ser um baú sem fundo de recursos a serem explorados para benefício exclusivamente humano, sem considerar os outros seres vivos que também precisam da biosfera. A Terra é Mãe e Gaia, tese sustentada sem qualquer sucesso pela delegação boliviana, e por isso sujeita de direitos e merecedora de respeito e de veneração. A crise não reside na geofísica da Terra, mas na nossa relação de agressão para com ela. Nós nos tornamos numa força geofísica altamente destrutiva, inaugurando, como já se fala, o antropoceno, uma nova era geológica marcada pela intensiva intervenção descuidada e irresponsável do ser humano.
Se a humanidade não se acertar ao redor de alguns valores mínimos como a sustentabilidade, o cuidado, a responsabilidade coletiva, a cooperação e a compaixão, poderemos nos acercar de um abismo, aberto lá na frente.
*Leonardo Boff foi observador na COP-16 em Cancún.
DE : (Envolverde/O autor)
Boff foi humilde, o planeta já está em estado critico, com convulsões devido a febre alta, mas o ser humano parece estar com febre mental, delirando, e querendo combater a crise com a mesma ambição e estupidez que a criou.
Vamos bem, caminhando de olhos vendados ao abismo, enquanto o cego a frente vai nos guiando e dizendo que ele conhece o caminho com a palma da mão.
A COP 16 terminou na madrugada do dia 11 dezembro em Cancún com pífias conclusões, tiradas mais ou menos a forceps. São conhecidas e por isso não cabe aqui referi-las. Devido ao clima geral de decepção, foram até mais do que se esperava mas menos do que deveriam ser, dada a gravidade da crescente degradação do sistema-Terra. Predominou o espírito de Copenhague de enfrentar o problema do aquecimento global com medidas estruturadas ao redor da economia. E aqui reside o grande equívoco, pois o sistema econômico que gerou a crise não pode ser o mesmo que nos vai tirar da crise. Usando uma expressão já usada pelo autor: tentando limar os dentes do lobo, crê-se tirar-lhe a ferocidade, na ilusão de que esta reside nos dentes e não na natureza do próprio lobo. A lógica da economia dominante que visa o crescimento e o aumento do PIB implica na dominação da natureza, na desconsideração da equidade social (dai a crescente concentração de riqueza e a célere apropriação de bens comuns) e da falta de solidariedade para com as futuras gerações. E querem-nos fazer crer que esta dinâmica nos vai tirar das muitas crises, sobretudo a do aquecimento global.
Mas cumpre enfatizar: chegamos a um ponto em que se exige um completo repensamento e reorientação de nosso modo de estar no mundo. Não basta apenas uma mudança de vontade, mas sobretudo se exige a transformação da imaginação. A imaginação é a capacidade de projetar outros modos de ser, de agir, de produzir, de consumir, de nos relacionarmo-nos uns com os outros e com a Terra. A Carta da Terra foi ao coração problema e de sua possível solução ao afirmar:”Como nunca antes na história, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Isto requer uma mudança nas mentes e nos corações. Requer um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável aos níveis local, nacional, regional e global”.
Este propósito no se fez presente em nenhuma das 16 COPs. Predomina a convicção de que a crise da Terra é conjuntural e não estrutural e pode ser enfrentada com o arsenal de meios que o sistema dispõe, com acordos entre chefes de Estado e empresários quando toda a comunidade mundial deveria ser envolvida. A referência de base não é a Terra como um todo, mas os estados-nações cada qual com seus interesses particulares, regidos pela lógica do individualismo e não pela da cooperação e da interconexão de todos com todos, exigida pelo caráter global do problema. Não se firmou ainda na consciência coletiva o fato de que o Planeta é pequeno, possui recursos limitados, se encontra superpovoado, contaminado, empobrecido e doente. Não se fala em dívida ecológica. Não se toma a sério a crise ecológica generalizada que é mais que o aquecimento global. Não são suficientes a adaptação e a mitigação sem conferir centralidade à grave injustiça social mundial, aos massivos fluxos migratórios que alcançaram já a cifra de 60 milhões de pessoas, a destruição de economias frágeis com o crescimento em muitos milhões de pobres e famintos, a violação do direito à seguridade alimentar e à saúde. Falta articular a justiça social com a justiça ecológica.
O que se impõe, na verdade, é um novo olhar sobre a Terra. Ela não pode continuar a ser um baú sem fundo de recursos a serem explorados para benefício exclusivamente humano, sem considerar os outros seres vivos que também precisam da biosfera. A Terra é Mãe e Gaia, tese sustentada sem qualquer sucesso pela delegação boliviana, e por isso sujeita de direitos e merecedora de respeito e de veneração. A crise não reside na geofísica da Terra, mas na nossa relação de agressão para com ela. Nós nos tornamos numa força geofísica altamente destrutiva, inaugurando, como já se fala, o antropoceno, uma nova era geológica marcada pela intensiva intervenção descuidada e irresponsável do ser humano.
Se a humanidade não se acertar ao redor de alguns valores mínimos como a sustentabilidade, o cuidado, a responsabilidade coletiva, a cooperação e a compaixão, poderemos nos acercar de um abismo, aberto lá na frente.
*Leonardo Boff foi observador na COP-16 em Cancún.
DE : (Envolverde/O autor)
Boff foi humilde, o planeta já está em estado critico, com convulsões devido a febre alta, mas o ser humano parece estar com febre mental, delirando, e querendo combater a crise com a mesma ambição e estupidez que a criou.
Vamos bem, caminhando de olhos vendados ao abismo, enquanto o cego a frente vai nos guiando e dizendo que ele conhece o caminho com a palma da mão.
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15 dezembro 2010
O negócio do Design
Objeto Brasil e Imprensa Oficial lançam:
“O NEGÓCIO DO DESIGN”
15/12/2010
Primeiro número da coleção “Registro do Design” apresenta histórias de design de sucesso da Apple, Boeing, Fiat e microempresas brasileiras.
A Associação Objeto Brasil, organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) para a promoção do design brasileiro, e a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lançam o livro “O Negócio do Design”, uma coletânea de histórias de sucesso do design mundial, que traz desde o Boeing 787, o Dreamliner, e o IPhone, o smartphone da Apple, até empresas e microempresas que utilizam o design como diferencial competitivo. O lançamento é apoiado pelo Sebrae.
Em paralelo, o livro também traz a palavra de profissionais importantes para a história do design mundial, como Tucker Viemeister, do Rockwell Group, John Barratt, presidente e CEO da Teague, e Gianfranco Zaccai, da Design Continuum. Estes nomes estão intimamente ligados à trajetória de grandes corporações como Coca-Cola, a própria Boeing, Microsoft e Hewlett-Packard. O objetivo da obra é mostrar que o design é um elemento estratégico para o planejamento, a execução e o êxito dos negócios. O livro, com 96 páginas, tem tiragem inicial de 2 mil exemplares.
Este é o primeiro título da coleção “Registro do Design”, uma parceira entra a Associação Objeto Brasil e a Imprensa Oficial. Os lançamentos tratarão de temas como negócios e inovação, pioneiros do design, design gráfico, comunicação visual e branding.
A proposta da coleção é difundir conhecimentos, resgatar preciosidades históricas e ampliar o repertório sobre o tema. “A marca Brasil é hoje reconhecida em todo o mundo como sinônimo de criatividade e bom gosto. Neste pódio, o design ocupa lugar de destaque também pela inovação. Ao publicar este livro em parceria com a Objeto Brasil nosso objetivo é disseminar o conhecimento sobre esse importante produto brasileiro e apresentar o trabalho de profissionais e empresas que fazem a qualidade da marca Brasil”, diz Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial.
Para a diretora executiva da Associação Objeto Brasil, Joice Joppert Leal, o projeto representa a realização de um sonho antigo. “Essa parceria com a Imprensa Oficial, reconhecida por sucessos editoriais como a Coleção Aplauso, permitirá o lançamento de publicações com altíssima qualidade editorial. Após muitos anos de militância na área do design, percebemos com satisfação que o design começa a ser incorporado pelas empresas e pelo público em geral”, afirma!
Extraido de: objeto brasil
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14 dezembro 2010
Desenho industrial nos anos 60
Deixo aqui este video do Desenho Industrial nos anos 60, na pré-historia tecnologica, para toda a geração nova de designers que nasceram em uma impressora 3D.
"The Decanter," a promotional film produced by Walter Landor and Associates in the 1960s, shows the start-to-finish process of several of Landor's designs for Old Fitzgerald whiskey. Narrated by Walter himself, the film depicts creative teams illustrating and critiquing designs, industrial designers fabricating models, and research teams conducting focus groups and testing in Landor's supermarket laboratory. All takes place on the famed Klamath ferryboat docked at San Francisco's Pier 5, which housed Landor's offices for some 20 years. (15:34 min)
"The Decanter," a promotional film produced by Walter Landor and Associates in the 1960s, shows the start-to-finish process of several of Landor's designs for Old Fitzgerald whiskey. Narrated by Walter himself, the film depicts creative teams illustrating and critiquing designs, industrial designers fabricating models, and research teams conducting focus groups and testing in Landor's supermarket laboratory. All takes place on the famed Klamath ferryboat docked at San Francisco's Pier 5, which housed Landor's offices for some 20 years. (15:34 min)
Designer de produto formado no México, com Mestrado na Inglaterra. Me siga no LinkedIn em:
https://www.linkedin.com/in/marciodupont/
13 dezembro 2010
Semente que voa: Compras sustentáveis online
Os chamados produtos "eco-friendly" estão na moda, mas às vezes é difícil saber o que foi considerado para conceituá-los assim. Para descobrir se um produto é eco precisamos conhecer a história dele e alguns termos usados por aí. O problema é que quando achamos algum objeto com esta preocupação nem sempre ele vende em nossa cidade.
Por isso resolvi fazer este guia de compras online de produtos "verdes". Pesquisei por sites que oferecem produtos que considerassem quesitos de sustentabilidade em sua produção e venda. Porém, antes ver as empresas que decidiram ganhar dinheiro com responsabilidade socioambiental, conheça alguns termos usados para justificar essa característica.
Orgânico
Um produto orgânico usa matéria-prima de animais ou plantas cultivadas sem pesticidas químicos e mudanças genéticas. Os agente químicos tradicionais poluem o ar e a água e ainda podem deixar resíduos nos produtos finais.
Sustentável
Um produto sustentável é feito com materiais e processos que causam menos impacto no meio ambiente. Por exemplo, um objeto feito de matéria-prima reciclada ou de recursos naturais que têm fácil abastecimento como bambu, cânhamo, e soja.
Reciclado
Um produto reciclado é feito a partir de algo que já existia. Isto impede que se desperdice materiais úteis e que sejam consumidos novos.
Vegan
Um produto vegan é aquele que não usa animais para extrair matéria-prima ou para fazer testes. A idéia é respeitar os direitos dos animais e evitar a poluição que a produção de gado, usada para a produção couro e carne, gera.
Comércio justo
O comércio justo, também chamado de "fair trade", se baseia em pagar um preço justo para trabalhadores e fornecedores de matéria-prima. A idéia é que eles não sejam explorados com baixos salários, carga horária excessiva ou uso da mão de obra infantil.
Agora que você já conhece os conceitos, veja alguns lugares onde você encontra produtos com responsabilidade socioambiental. Recomendo que você vá além deste resumo e leia como acontece a produção e comércio da loja que você escolheu. Para ter uma noção de preço, disponibilizo aqui quanto custa uma bolsa em cada endereço. Escolhi o item por ser um produto comercializado em quase todos sites.
Produtos mais baratos
Nara Guichon - http://www.naraguichon.com/
Os materiais usados na produção das peças são naturais, como algodão, lã, linho e rami, ou reciclados, como redes de pesca descartadas em praias. Também são usadas miçangas, sementes e conchas e o tingimento é feito com corante vegetal. O Ateliê também se preocupa com Oferta de trabalho para mulheres em comunidades de pescadores, o engajamento nos movimentos de recuperação ambiental do Alto Vale do Itajaí, e um trabalho com cães de rua em Florianópolis.
As bolsas custam de 80 a 190 reais. Os colares vão de 33 a 70 reais. A loja também vende xales, echarpes, cintos, blusas e objetos de decoração como almofadas, colchas, jogos americanos, mantas, tapetes, toalhas de mesa.
Tekoha - http://www.redetekoha.com.br/loja
O site é uma rede que conecta diversos núcleos de comunidades artesãs que, desta forma, expõem seus produtos para a venda. Qualquer artesão ou organização interessada pode participar entrando em contato. A filosofia é de que estamos todos conectados. Eles vendem em sua maioria produtos naturais feitos com sementes e capim dourado, por exemplo.
Os brincos custam de 10 a 18 reais, e as bolsas de 65 a 79 reais. Existem ainda objetos de decoração, como mandalas e cestos, e utensílios domésticos, como xícaras e jogos americanos, além de colares.
Projeto Terra - http://www.projetoterra.org.br/
O site se diz uma "prateleira" para organizações comunitárias artesãs situadas em periferias. O instituto tem parceira com 350 núcleos diferentes que produzem os mais variados objetos. Os materiais são variados, desde sementes e couro a látex. Existem produtos para a casa, como estátuas e xícaras, para o escritório, como mousepads, blocos de papel e porta post-it, e bijuterias.
O kit escritório custa 30, as pulseiras são 18 reais, os colares de 30 a 39 reais, e a bolsa 42.
Ecotece - http://www.ecotece.com.br/
O site é a vitrine de vendas do Projeto Retece, localizado na periferia de São Paulo. O grupo capacita e investe em geração de renda. Os materiais usados tentam minimizar o impacto ambiental ao utilizarem nas camisas aplicações de retalhos.
As blusas custam de 37 a 56 reais.
Camiseta Feita de Pet - http://www.camisetafeitadepet.com.br/
As camisetas são produzidas a partir de reciclagem de garrafas pet (aquelas de refrigerante) e algodão. Existem diversos modelos, e o site também faz descontos para comércio, escolas e faculdades. Também é possível fazer estampas personalizadas.
O mais incrível é o preço. As regatas, tanto masculinas como femininas custam a partir de 20 reais, e as ecobags a partir de 25.
Ecoroupa - http://www.ecoroupa.com.br/
A loja virtual oferece produtos feitos 100% a partir de garrafa pet, ou algodão reciclado. Eles vendem blusas de manga comprida e camisetas. De acordo com o site, para produzir uma blusa são usadas 25 garrafas pet, enquanto para usar uma camiseta são usadas 10.
Blusas femininas de custam de 70 a 81 reais, e masculinas de 50 a 102 reais. As camisetas saem por 47.
Walmart E-solidário - http://www.walmart.com.br/
A famosa rede de supermercados/loja de departamentos abriu espaço em seu site para uma loja virtual da marca Solidarium, empresa social que atua com criação, produção e distribuição de produtos de micro e pequenos produtores de comunidades de baixa renda. Ao comprar o produto é possível conhecer o seu histórico através do site http://www.trilhadoproduto.com.br/
que mostra as etapas de matéria-prima, produção (com informações da empresa) e distribuição através de animações.
Dá para comprar por organização ou por produtos. As bolsas vão de 27 a 139 reais, os revisteiros de 59 a 94 reais, e relógios de 18 a 34 reais.
Goóc – loja.ecogooc.com
A marca já é conhecida de muita gente, e já teve muitas campanhas na televisão. A loja online oferece sandálias e bolsas feitas a partir de borracha e lona. Atualmente eles estão com o Projeto Goóc 2014, que tem Pelé como garoto propaganda. O objetivo é reciclar 42 milhões de pneus e transformá-los em 210 milhões de sandálias.
Os chinelos custam de 21 a 39 reais, as botas de 89 a 99 reais, e as bolsas de 29 a 89 reais.
Meu mundo sustentável - http://www.lojavirtual.meumundosustentavel.com/
A loja do site Meu Mundo Sustentável traz uma boa variedade de objetos. De bolsas a absorventes e fraldas ecológicos. Alguns produtos economizam água, energia e outros são feitos de materiais reciclados.
As bolsas saem por 15 reais, os bioabsorvente 12 reais, e 100 unidades de crachás de papel semente custa 220 reais.
Produtos mais caros
1001 Retalhos - http://www.1001retalhos.com.br/
Preocupa-se com a formação profissional e o resgate dos trabalhos manuais. Tudo é feito com a técnica patchwork, que reaproveita restos de tecidos, aplicados a lona e couro. A inspiração vem da fauna e da flora brasileira. Na coleção árvores o consumidor ganhava de brinde uma semente da árvore estampada no produto.
Os preços das bolsas vão de 500 a quase 700 reais. Na seção promoção dá para achar por 300 reais. Os produtos baratos são porta níqueis e frasqueiras que custam cerca de 90 reais.
Greenvana Ecostore – http://www.greenvana.com/
A loja online é recente e tem tudo para cativar quem se interessa por sustentabilidade. É como se fosse uma eco loja de departamento online. Para o usuário não se perder a navegação é guiada pelos canais casa, bebê, inovação, teen/kids, moda, beleza, bem-estar, pet (os animais e não as garrafas), ou pelos selos, reciclado, orgânico, biodegradável, reciclável, energia limpa, 100% brasileiro, atóxico. É como se eles garimpassem e nós economizamos tempo.
Bolsas de 84 a 114 reais, mamadeiras de 31 a 41, e vasos decorativos de 239 a 319.
Eco choice – http://www.ecochoice.com.br/
Loja de roupas e acessórios que foca na moda sustentável. As empresas parceiras produzem com responsabilidade ambiental, facilmente reconhecível nas etiquetas para categorizar os produtos: Reciclados, naturais, orgânicas e renováveis. Eles também apóiam grupos de catadoras de lixo no Paraná que produzem jóias a partir de restos de vidro. Apesar de vender na internet, a loja permite que você experimente os produtos ao realizar um cadastro, sem custo de frete.
Bolsas de 39 a 232 reais, camisetas femininas de 48 a 104 reais e masculinas de 55 a 125 reais.
Post extraido de:
Semente que voa: Compras sustentáveis online
Por isso resolvi fazer este guia de compras online de produtos "verdes". Pesquisei por sites que oferecem produtos que considerassem quesitos de sustentabilidade em sua produção e venda. Porém, antes ver as empresas que decidiram ganhar dinheiro com responsabilidade socioambiental, conheça alguns termos usados para justificar essa característica.
Orgânico
Um produto orgânico usa matéria-prima de animais ou plantas cultivadas sem pesticidas químicos e mudanças genéticas. Os agente químicos tradicionais poluem o ar e a água e ainda podem deixar resíduos nos produtos finais.
Sustentável
Um produto sustentável é feito com materiais e processos que causam menos impacto no meio ambiente. Por exemplo, um objeto feito de matéria-prima reciclada ou de recursos naturais que têm fácil abastecimento como bambu, cânhamo, e soja.
Reciclado
Um produto reciclado é feito a partir de algo que já existia. Isto impede que se desperdice materiais úteis e que sejam consumidos novos.
Vegan
Um produto vegan é aquele que não usa animais para extrair matéria-prima ou para fazer testes. A idéia é respeitar os direitos dos animais e evitar a poluição que a produção de gado, usada para a produção couro e carne, gera.
Comércio justo
O comércio justo, também chamado de "fair trade", se baseia em pagar um preço justo para trabalhadores e fornecedores de matéria-prima. A idéia é que eles não sejam explorados com baixos salários, carga horária excessiva ou uso da mão de obra infantil.
Agora que você já conhece os conceitos, veja alguns lugares onde você encontra produtos com responsabilidade socioambiental. Recomendo que você vá além deste resumo e leia como acontece a produção e comércio da loja que você escolheu. Para ter uma noção de preço, disponibilizo aqui quanto custa uma bolsa em cada endereço. Escolhi o item por ser um produto comercializado em quase todos sites.
Produtos mais baratos
Nara Guichon - http://www.naraguichon.com/
Os materiais usados na produção das peças são naturais, como algodão, lã, linho e rami, ou reciclados, como redes de pesca descartadas em praias. Também são usadas miçangas, sementes e conchas e o tingimento é feito com corante vegetal. O Ateliê também se preocupa com Oferta de trabalho para mulheres em comunidades de pescadores, o engajamento nos movimentos de recuperação ambiental do Alto Vale do Itajaí, e um trabalho com cães de rua em Florianópolis.
As bolsas custam de 80 a 190 reais. Os colares vão de 33 a 70 reais. A loja também vende xales, echarpes, cintos, blusas e objetos de decoração como almofadas, colchas, jogos americanos, mantas, tapetes, toalhas de mesa.
Tekoha - http://www.redetekoha.com.br/loja
O site é uma rede que conecta diversos núcleos de comunidades artesãs que, desta forma, expõem seus produtos para a venda. Qualquer artesão ou organização interessada pode participar entrando em contato. A filosofia é de que estamos todos conectados. Eles vendem em sua maioria produtos naturais feitos com sementes e capim dourado, por exemplo.
Os brincos custam de 10 a 18 reais, e as bolsas de 65 a 79 reais. Existem ainda objetos de decoração, como mandalas e cestos, e utensílios domésticos, como xícaras e jogos americanos, além de colares.
Projeto Terra - http://www.projetoterra.org.br/
O site se diz uma "prateleira" para organizações comunitárias artesãs situadas em periferias. O instituto tem parceira com 350 núcleos diferentes que produzem os mais variados objetos. Os materiais são variados, desde sementes e couro a látex. Existem produtos para a casa, como estátuas e xícaras, para o escritório, como mousepads, blocos de papel e porta post-it, e bijuterias.
O kit escritório custa 30, as pulseiras são 18 reais, os colares de 30 a 39 reais, e a bolsa 42.
Ecotece - http://www.ecotece.com.br/
O site é a vitrine de vendas do Projeto Retece, localizado na periferia de São Paulo. O grupo capacita e investe em geração de renda. Os materiais usados tentam minimizar o impacto ambiental ao utilizarem nas camisas aplicações de retalhos.
As blusas custam de 37 a 56 reais.
Camiseta Feita de Pet - http://www.camisetafeitadepet.com.br/
As camisetas são produzidas a partir de reciclagem de garrafas pet (aquelas de refrigerante) e algodão. Existem diversos modelos, e o site também faz descontos para comércio, escolas e faculdades. Também é possível fazer estampas personalizadas.
O mais incrível é o preço. As regatas, tanto masculinas como femininas custam a partir de 20 reais, e as ecobags a partir de 25.
Ecoroupa - http://www.ecoroupa.com.br/
A loja virtual oferece produtos feitos 100% a partir de garrafa pet, ou algodão reciclado. Eles vendem blusas de manga comprida e camisetas. De acordo com o site, para produzir uma blusa são usadas 25 garrafas pet, enquanto para usar uma camiseta são usadas 10.
Blusas femininas de custam de 70 a 81 reais, e masculinas de 50 a 102 reais. As camisetas saem por 47.
Walmart E-solidário - http://www.walmart.com.br/
A famosa rede de supermercados/loja de departamentos abriu espaço em seu site para uma loja virtual da marca Solidarium, empresa social que atua com criação, produção e distribuição de produtos de micro e pequenos produtores de comunidades de baixa renda. Ao comprar o produto é possível conhecer o seu histórico através do site http://www.trilhadoproduto.com.br/
que mostra as etapas de matéria-prima, produção (com informações da empresa) e distribuição através de animações.
Dá para comprar por organização ou por produtos. As bolsas vão de 27 a 139 reais, os revisteiros de 59 a 94 reais, e relógios de 18 a 34 reais.
Goóc – loja.ecogooc.com
A marca já é conhecida de muita gente, e já teve muitas campanhas na televisão. A loja online oferece sandálias e bolsas feitas a partir de borracha e lona. Atualmente eles estão com o Projeto Goóc 2014, que tem Pelé como garoto propaganda. O objetivo é reciclar 42 milhões de pneus e transformá-los em 210 milhões de sandálias.
Os chinelos custam de 21 a 39 reais, as botas de 89 a 99 reais, e as bolsas de 29 a 89 reais.
Meu mundo sustentável - http://www.lojavirtual.meumundosustentavel.com/
A loja do site Meu Mundo Sustentável traz uma boa variedade de objetos. De bolsas a absorventes e fraldas ecológicos. Alguns produtos economizam água, energia e outros são feitos de materiais reciclados.
As bolsas saem por 15 reais, os bioabsorvente 12 reais, e 100 unidades de crachás de papel semente custa 220 reais.
Produtos mais caros
1001 Retalhos - http://www.1001retalhos.com.br/
Preocupa-se com a formação profissional e o resgate dos trabalhos manuais. Tudo é feito com a técnica patchwork, que reaproveita restos de tecidos, aplicados a lona e couro. A inspiração vem da fauna e da flora brasileira. Na coleção árvores o consumidor ganhava de brinde uma semente da árvore estampada no produto.
Os preços das bolsas vão de 500 a quase 700 reais. Na seção promoção dá para achar por 300 reais. Os produtos baratos são porta níqueis e frasqueiras que custam cerca de 90 reais.
Greenvana Ecostore – http://www.greenvana.com/
A loja online é recente e tem tudo para cativar quem se interessa por sustentabilidade. É como se fosse uma eco loja de departamento online. Para o usuário não se perder a navegação é guiada pelos canais casa, bebê, inovação, teen/kids, moda, beleza, bem-estar, pet (os animais e não as garrafas), ou pelos selos, reciclado, orgânico, biodegradável, reciclável, energia limpa, 100% brasileiro, atóxico. É como se eles garimpassem e nós economizamos tempo.
Bolsas de 84 a 114 reais, mamadeiras de 31 a 41, e vasos decorativos de 239 a 319.
Eco choice – http://www.ecochoice.com.br/
Loja de roupas e acessórios que foca na moda sustentável. As empresas parceiras produzem com responsabilidade ambiental, facilmente reconhecível nas etiquetas para categorizar os produtos: Reciclados, naturais, orgânicas e renováveis. Eles também apóiam grupos de catadoras de lixo no Paraná que produzem jóias a partir de restos de vidro. Apesar de vender na internet, a loja permite que você experimente os produtos ao realizar um cadastro, sem custo de frete.
Bolsas de 39 a 232 reais, camisetas femininas de 48 a 104 reais e masculinas de 55 a 125 reais.
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Semente que voa: Compras sustentáveis online
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11 dezembro 2010
Plastic humans living in a plastic planet
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Obedeça - consuma
Excelente film-cult que continua muito atual.
A historia do filme é interessante, o cara acima, um dia encontra jogado na rua uns oculos ray-ban, ele coloca os oculos e começa a perceber a realidade até então escondida / invisivel para todos.
A raça humana e´governada por extraterrestres (caveiras) que só são visiveis com os oculos, mas esse controle também e´subliminar, toda midia tem as messagens de dormir, comprar, reproducir.... exatamente como hoje.
Finalmente parece que o filme não é tão ficção assim.....
Labels:
sustentabilidade
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A tecnologia e´o limite
Gostaria de deixar aqui o outro lado da questão do problema ambiental, aquele que afirma que o unico limite existente e´a tecnologia e inovação humana para enfrentar presentes e futuros cenarios de escasez de recursos naturais, materia prima, h2o e alimentos.
Insustentável e´o pessimismo
Insustentável e´a estupidez humana, e contra isso não há nenhuma tecnologia corretiva.
Insustentável e´o pessimismo
Insustentável e´a estupidez humana, e contra isso não há nenhuma tecnologia corretiva.
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08 dezembro 2010
Design Ecológico Brasileiro
Visitando as feiras de novembro, relacionadas ao ambiente, desenvolvimento sustentavel, sustentabilidade, engenharia ambiental se constatou com frustração, a ausência total do design brasileiro com propostas para este tempo.
Havia grandes soluções de Engenharia para a Industria da reciclagem, residuos solidos, mas nada para uso cotidiano.
Coloco aqui as poucas propostas interessantes que estavam por lá.
Carro hibrido brasileiro
Sola Rear
Sacolas ecológicas em malha 100% orgânica para transporte de mercadorias
Contato: comercial@totus.org / (31) 9307-0017
Triciclo eletrico - Hurry
Composteiras domesticas eletricas
Havia grandes soluções de Engenharia para a Industria da reciclagem, residuos solidos, mas nada para uso cotidiano.
Coloco aqui as poucas propostas interessantes que estavam por lá.
Carro hibrido brasileiro
Sola Rear
Sacolas ecológicas em malha 100% orgânica para transporte de mercadorias
Contato: comercial@totus.org / (31) 9307-0017
Triciclo eletrico - Hurry
Composteiras domesticas eletricas
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Efeito sombra planetario
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Cruzada ecologica
É fato o interesse das grandes corporações na Amazonia, e na sua biodiversidade para a industria farmaceutica, cosmetica e alimenticia.
Essa aproximação capitalista não sustentável se disfarça, se esconde sobre o véu da sustentabilidade e supostos beneficios para a comunidade e a região.
Esses supostos beneficios relacionados a extração e processo da materia prima, educação, trabalho remunerado, melhor qualidade de vida são bemvindos e necessarios, mas a comunidade deve entender essa dinamica comercial e ter uma visão global do processo. Deve ser um processo claro, aberto e honesto.
Porque se extrai essa materia prima? Para que? Onde se vende? A que preço final? Quem compra? Essa materia prima serve para que tipo de produtos?
Sou contra? Não, desde que essas relações entre empresas, Natureza e comunidade seja feita de maneira honesta, justa. Em uma dinâmica onde todos ganham.
Um dos grandes perigos dessa ação mentirosa para o pais e´a biopirataria, que pode ser definida como a exploração, manipulação, exportação e/ou comercialização internacional de recursos biológicos.
Além do perigo de extinção, que algumas espécies de animais e vegetais enfrentam decorrente do tráfico, a biopirataria pode acarretar outros prejuízos, tais como:
O consumidor continua sendo vilmente enganado com propaganda tendenciosa e continua consumindo produtos naturais, organicos dessas empresas, acreditando que está sendo ecologicamente correto.
E continuam a rir ecologicamente da nossa cara. Agora a nariz de palhaço e´verde, não mais vermelha.
Essa aproximação capitalista não sustentável se disfarça, se esconde sobre o véu da sustentabilidade e supostos beneficios para a comunidade e a região.
Esses supostos beneficios relacionados a extração e processo da materia prima, educação, trabalho remunerado, melhor qualidade de vida são bemvindos e necessarios, mas a comunidade deve entender essa dinamica comercial e ter uma visão global do processo. Deve ser um processo claro, aberto e honesto.
Porque se extrai essa materia prima? Para que? Onde se vende? A que preço final? Quem compra? Essa materia prima serve para que tipo de produtos?
Sou contra? Não, desde que essas relações entre empresas, Natureza e comunidade seja feita de maneira honesta, justa. Em uma dinâmica onde todos ganham.
Um dos grandes perigos dessa ação mentirosa para o pais e´a biopirataria, que pode ser definida como a exploração, manipulação, exportação e/ou comercialização internacional de recursos biológicos.
Além do perigo de extinção, que algumas espécies de animais e vegetais enfrentam decorrente do tráfico, a biopirataria pode acarretar outros prejuízos, tais como:
- Privatização de recursos genéticos (derivados de plantas, animais, microorganismos e seres humanos) anteriormente disponíveis para comunidades tradicionais;
- Risco de perdas de exportações por força de restrições impostas pelo patenteamento de substâncias originadas no próprio país.
- Cálculos feitos há três anos pelo Ibama indicavam que o Brasil já tinha um prejuízo diário da ordem de US$ 16 milhões (mais de US$ 5,7 bilhões anuais) por conta da biopirataria internacional, que leva as matérias-primas e produtos brasileiros para o exterior e os patenteia em seus países sedes, impedindo as empresas brasileiras de vendê-los lá fora e de ter de pagar royalties para importá-los em forma de produtos acabados.
O consumidor continua sendo vilmente enganado com propaganda tendenciosa e continua consumindo produtos naturais, organicos dessas empresas, acreditando que está sendo ecologicamente correto.
E continuam a rir ecologicamente da nossa cara. Agora a nariz de palhaço e´verde, não mais vermelha.
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07 dezembro 2010
Design de Cuba
http://www.dekuba.com/noticias.html
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Design de brinquedos
Recebi um e-mail, perguntando sobre a minha experiência como designer de brinquedos nos Estados Unidos. Velhos tempos, excelente experiência.
Isso sempre me lembra porque estudei Design, para ir trabalhar na Industrial Light and Magic do meu amigo querido George Lucas, como Concept Designer.
Mas como a vida e´como ela quer e não como queremos, houve desvio de caminho e aqui estou como expert em sustentabilidade.
Hoje em dia, vejo que ser toy designer, de series limitadas, assinadas, virou um status, dentro da mesma profissão de designer.
Assim como parece que o design de produto sumiu e tudo virou branding building, branding design, branding architecture; derrepente o vinyl toy design foi endeusado e está em todos os contextos super modernos, super contemporaneos.
Deixo aqui link de state of art toys:
http://www.spawn.com/toys/
Prototipos e produção de brinquedos star wars
http://theswca.com/
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06 dezembro 2010
A future imagined by Syd Mead
2019: A Future Imagined from Flat-12 on Vimeo.
Syd Mead
Conheça também H.Giger, outro futurista-visionario-designer da velha guarda H. Giger
O futuro não e´como lembramos dele.
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05 dezembro 2010
"Design Sustentável para pessoas com deficiência"
Design na Brasa organiza para março de 2011 uma exposição de produtos, projetos, sistemas, serviços de "Design Sustentável para pessoas com deficiência" em SP.
Se você e´designer e tem projetos nessa area, se inscreva ou entre em contato:
"Design Sustentável para pessoas com deficiência"
Grupo: Designer voluntário
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03 dezembro 2010
Caderno de estudos avançados de Design
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01 dezembro 2010
Política Nacional de Educação Ambiental
Conheça a Política Nacional de Educação Ambiental
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Design ativism and social change
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