1. "Design é uma ferramenta para a educação e consciência da sociedade, permitindo assim melhores escolhas para um melhor futuro" 2. "Design deve romper paradigmas, contestar, deve ser corajoso. Um design conservador querendo manter o "status quo" atual não tem mais lugar no mundo." Designer Marcio Dupont

25 julho 2014

Prêmio Sambaíba de Design em Rocha


1º Prêmio Sambaíba de Design Concurso do IBC premia trabalhos em rocha Promovido pelo Instituto Brasileiro do Crisotila (IBC), certame reconhece excelência do design brasileiro aplicado em joalheria, utensílios domésticos, peças artesanais, entre outras produzidas em rocha Serpentinito. 

Inscrições estão abertas até o dia 6 de agosto. 

Para qualificar o trabalho e incentivar a criatividade e inovação dos artesãos da Cooperativa de Trabalho do Empreendedor Artesão Mineral de Minaçu (Coopemin), o Instituto Brasileiro do Crisotila (IBC) lançou o 1º Prêmio Sambaíba de Design em Rocha. 

Serão distribuídos R$ 30 mil em prêmios aos três primeiros colocados de cada categoria. A premiação também foi criada com o objetivo de reconhecer a excelência do design brasileiro, incentivar seu fortalecimento e disseminação em todo território nacional.

 A participação é voluntária e gratuita. 

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site: www.ibcbrasil.org.br/sambaibadesign2014, até o próximo dia 6 de agosto. 

Por meio da disputa, será possível difundir as qualidades, características e possibilidades do uso da rocha Serpentinito na produção de artefatos domésticos e decorativos, e de acessórios de moda. 

O material ainda é pouco conhecido por artesãos, designers e pela indústria. 

As peças inscritas devem se enquadrar nas seguintes categorias: utensílios para cozinha, joalheria/bijuteria, revestimentos e artesanato. 

A participação será permitida a estudantes e profissionais de áreas como Design, Arquitetura, Artes Plásticas, Marketing, além de artesãos, lapidários e profissionais com experiência reconhecida no design de rochas. 

A seleção dos projetos e definição dos vencedores serão realizadas em duas etapas distintas e subsequentes. 

Na primeira, serão classificados os cinco melhores projetos em cada categoria, que terão de ser apresentados em formato PDF. 

Na segunda etapa, os classificados terão de colocar a mão na massa, ou seja, executar o projeto na matéria prima.

 Mais informações sobre o regulamento também podem ser obtidas pelo site www.ibcbrasil.org.br/sambaibadesign2014

As categorias são:

 Utensílios para cozinha – Itens para cozinha tais como cutelaria, panelas, copos, talheres, aparadores, pratos e afins. 

Joalheria / Bijuteria – Pingentes, brincos, anéis e pulseiras, que promovam o uso da rocha Serpentinito em sua composição, por meio de novas lapidações ou receitas tradicionais reconhecidas pelo mercado. 

Revestimentos – Itens para revestimento de paredes como filetes, pastilhas, placas texturizadas, dentre outros. 

Artesanato – Peças funcionais ou decorativas, podendo também agregar outros tipos de materiais na composição da peça. 

Serviço: Instituto Brasileiro do Crisotila Fone (62) 3604 0750 e-mail: contato@premiosambaiba.com.br

17 julho 2014

Guia para melhoria ambiental por meio do desenvolvimento de produtos


Esse Guia é um dos resultados de um projeto financiado pela Agência de Proteção Ambiental Dinamarquesa conduzido em colaboração com a Confederação da Indústria Dinamarquesa (DI), IPUe a Universidade Técnica da Dinamarca (DTU).  

O Guia é baseado em uma revisão de métodos e em experiências relacionadas ao desenvolvimento de produtos com melhor desempenho ambiental em empresas dinamarquesas e em uma série de workshops com indústrias. 

O Guia é primariamente direcionado aos desenvolvedores de produto e fornece apoio na estruturação do pensamento ambiental durante o processo de desenvolvimento de produtos – garantindo, assim, a sua incorporação aos produtos.

Com o intuito de tornar o conhecimento disponível para empresas brasileiras, o Guia foi traduzido para o português por Daniela Pigosso, da Universidade de São Paulo (EEESC/USP).

                       Visite o site e desça o GUIA (PDF)

Me siga no twitter para mais design! :)

16 julho 2014

Design Thinkers Academy chega ao Brasil



Design Thinkers Academy chega ao Brasil com um evento exclusivo. 

 DESIGNTHINKERS INNOVATION WEEKEND, AUGUST ’14 BRAZIL 
(Portuguese spoken) 
Learn how to use design as a strategic tool to create, develop, evaluate and present your business in one weekend. 

During the DesignThinkers Innovation Weekend we offer 5 courses for designing businesses, using the Design Thinking approach. 

 The program consists of 1 course for all participants and 4 other courses divided in 2 sessions for you to choose from. 

We will start on Friday, August 1st with an introduction to the Design Thinking approach. 

On Saturday, August 2nd we offer 4 courses in a simultaneous way. ———————————————————————————————————————

 PART 1: WHICH COURSES DO WE OFFER DURING THE INNOVATION WEEKEND? 

1. Design Thinking; 
2. Experience Design; 
3. Innovation in Pricing; 
4. Customer Journey Mapping; 
5. Pitching Experience. ——————————————————————————————————————— 

PART 2: WHAT WILL YOU LEARN? 

> Exploring Design Thinking principles like empathy, co-creation, experimentation and prototyping, in your own projects or in your own business; 

> Practising the Human Centered Design approach to design digital products; 

> Thinking in innovations for your Services through the Journeys of your client; 

> Pitching your idea to clients or high management; 

> Making use of value shared concepts to price your service.

                                       VEJA MAIS  NO SITE: DT Academy 

30 maio 2014

Design - Diseño para todos


Design é para todos e por todos. Movimentos e pensamentos que começam a se materializar fora e dentro da esfera profissional do Design no Brasil e no mundo.

Temos então movimentos de "Open Design" e "Design para Download", democratizando o acesso, criação e construção. 

Como exemplo, temos o site Design Livre que prega que o principal ponto desse pensamento é a relevância social que novamente volta para fortalecer o Design.

Meditando sobre isso, percebemos como o Design Comercial, matou a relevância social do mesmo! 

Deve o Design ter um fundo também de conscientização politica? 

Sabemos que o Design Sustentável leva à uma conscientização meio-ambiental do consumidor, mudando percepções, hábitos para um estilo de vida e futuro mais saudável e coerente! 

Mas e outros aspectos da sociedade como educação, politica, saúde, deve o Design também impactar de maneira positiva?

Leia mais sobre Design Livre no site e também desça o livro grátis pagando com um TWITTER o FACEBOOK



Leia o meu artigo no BDexpert "A socialização do Design"

20 maio 2014

Design Thinking para Startups


O designer brasileiro Tennyson Pinheiro lançou excelente livro para o mundo das startups, acredito, que causando rompimento dos paradigmas existentes!
Como designer e empreendedor, sei o que significa trabalhar horas à fio no Business Model Canvas ou no modelo Lean Startup e ver que o design não faz parte desse modelos de negócios.
Tennyson faz justamente isso, integra o valor do design / service design / design thinking nos modelos falhos existentes, otimizando, fortalecendo a presença do design e o seus resultados, com beneficios significativos para o empreendedor e a sua startup.

Veja entrevista original no Core77:

Let’s start with some background and how did you arrive at your calling in Service Design?
I’m a designer and serial entrepreneur. I started my first business when I was 13 years old— lady punctured my soccer ball and I decided to get back on her by entering the same market she was in and take it over. She was an ice cream maker, so my friend and I started to do experiments on how to make an ice cream that was twice as delicious and that we could sell at half her pricepoint. My grandma unknowingly played the role of a seed investor, as we were secretly using her account at the grocery store to buy ingredients for our endless prototypes. Eventually we developed a delicious and cheap formula and completely stole the lady’s market. Not long after, the lady played an unfair move and went to my grandma to ask her to force me out of business claiming she needed it more than me. Without our investor, we were obliged to shut down the business.
I learned some lessons with this fast-to-success and even faster-to-closure business and moved on to pursuit other ventures over the next years (for better reasons). As a designer, I started with interaction design, a journey that led me also to learn how to code. Later I moved from the digital world to the design of entire service ecosystems a decade ago, while I was doing projects in Africa, where I lived and worked during two years.

17 maio 2014

Que es el capitalismo verde?

Durante las últimas dos décadas se popularizó la noción de economía verde y se generó una nueva retórica sobre la solución a los problemas ambientales que hoy enfrentamos. Esta idea de economía verde también ha sido presentada como la solución a los problemas de estancamiento económico y de desempleo. Por eso la economía verde ha sido promovida por gobiernos, organismos internacionales y grandes grupos corporativos.

Alejandro Nadal / LA JORNADA

Pero, vamos al grano. La economía verde es sinónimo de capitalismo verde. Y entonces la pregunta es la siguiente: ¿Bajo qué condiciones es posible concebir una plataforma duradera de acumulación de capital que sea compatible con el mejoramiento del ambiente y con la buena salud de la biósfera a largo plazo?

El capitalismo verde estaría soportado por dos pilares.
El primero consistiría en una serie de mercancías y procesos de producción que serían menos dañinos para el medio ambiente. El reciclaje y la mayor eficiencia tecnológica serían principios rectores en todo proceso productivo.

El segundo sería el del mercado como herramienta para reparar los problemas ambientales existentes, desde la concentración de gases invernadero en la atmósfera, hasta los daños a los ecosistemas. La solución de mercado estaría asociada a la privatización y mercantilización de todos los componentes de la naturaleza.

En el capitalismo verde, la naturaleza es un conjunto de objetos físicos que puede ser apropiado y valorizado como cualquier insumo del proceso de producción capitalista. La noción de capital natural sería un componente de esta visión en la que el crecimiento sería compatible con la conservación. Lo anterior quiere decir que la economía capitalista estaría en condiciones de generar e introducir en la producción y en el consumo tecnologías que permitirían, entre otras cosas, reducir el componente energético en la ecuación de costos totales.

En una economía capitalista la transición a una nueva plataforma de acumulación de capital entraña un proceso de transformación tecnológica de gran amplitud. Esto tiene que apoyarse en un flujo de inversiones que permita la introducción masiva de innovaciones que respondan a los criterios anteriores.
En el pasado el capitalismo demostró tener una gran capacidad para el cambio tecnológico. Por eso la ideología neoliberal sostiene que para cualquier escenario ambiental el capital siempre es capaz de encontrar tecnologías que permitan reducir el costo de producción. Pero en las condiciones actuales, con una economía global dominada por el capital financiero, y en medio de una lucha internacional por ver quien ocupa el papel de potencia hegemónica (y reorganiza la economía mundial alrededor de sus intereses) es posible que el capital no tenga esa capacidad transformadora.

Es importante aclarar que los intereses del capital financiero no favorecen el cambio estructural que tendría que darse en la esfera industrial. Además, la política macroeconómica en todo el mundo está orientada a cuidar los intereses del capital financiero, como lo demuestra la obsesión por la ‘estabilidad de precios’. El resultado no facilita el cambio estructural en la economía real. Los capitalistas necesitan tener expectativas de que sus inversiones con nuevas tecnologías (verdes) podrán ser recuperadas y estarán asociadas a ganancias adecuadas sobre un horizonte temporal satisfactorio. Y esta alusión a la tasa de ganancia con lleva una referencia a la relación salarial: aquí entramos en una discusión que los proponentes de la “economía verde” rehuyen sistemáticamente. Se permite hablar de “capital” pero todavía no se puede pronunciar la palabra “salarios”.

Mantener estable la tasa de rentabilidad implica, en la coyuntura actual, reprimir el crecimiento de los salarios. Pero la represión salarial conlleva problemas agudos de realización de mercancías a menos que se recurra al crédito. Eso es lo que permitió sostener la norma de consumo durante las últimas cuatro décadas en las principales economías capitalistas, pero el proceso desembocó en la crisis de 2008. Es difícil salir de este dilema porque las instituciones y normas sociales que condujeron al estancamiento salarial son rígidas y no podrán modificarse fácilmente.

Un problema adicional es el de la sobre-inversión en casi todas las ramas importantes de la industria a nivel mundial. Desde las industrias cercanas a la base de recursos naturales (siderúrgica, cemento, aluminio, vidrio, etc.) hasta las industrias relacionadas con bienes de consumo final (automotriz, naval, electrónica, etc.), la capacidad productiva instalada rebasa con mucho la demanda global. Esto hará más difícil la transformación porque las ramas núcleo resistirán el cambio hasta que la amortización les asegure una rentabilidad adecuada.

Si el capitalismo verde es la respuesta, ¿cuál es la pregunta? El capital verde no es la solución a los graves problemas ambientales y mucho menos a la creciente desigualdad. Es una justificación ideológica a la necesidad de asegurar la continuidad de una relación social de explotación clasista.


http://culturadelanaturaleza.wordpress.com/

http://xxipanama.wordpress.com/

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