D.E.C.E. - Design Ecológico - Consumo Ecológico
Portal de pesquisa sobre Design de Produto - Desenho Industrial, no ar desde 2009 - Portal de Investigación para el Diseño Industrial
18 junho 2013
Design para todos
Uma sociedade só sera' humanamente - socialmente sustentável quando incluir todos os seus cidadãos através do Design para todos.
O Design também tem esse importante papel de inclusão social criando diversidade, consciência e melhores oportunidades de vida e trabalho.
E como afirma o especialista, algum dia seremos deficientes, devido a idade, especialmente.
Veja artigo abaixo:
"Cada um de nós um dia será deficiente", afirma o filósofo e especialista em design Francesqui Aragall
(Extraido de DesignBrasil.org)
O Design também tem esse importante papel de inclusão social criando diversidade, consciência e melhores oportunidades de vida e trabalho.
E como afirma o especialista, algum dia seremos deficientes, devido a idade, especialmente.
Veja artigo abaixo:
"Cada um de nós um dia será deficiente", afirma o filósofo e especialista em design Francesqui Aragall
(Extraido de DesignBrasil.org)
16 junho 2013
#TodaRevoluçaoComeçaComUmaFaísca
Geralmente não coloco nada fora da área de design, mas agora, abro uma exceção devido aos acontecimentos em #SP13J onde temos um Estado e uma policia covarde.
Leia o depoimento de escritora - blogueira no meio das manifestações:
13 de Junho - o dia que o Brasil acordou!
e o texto que Dilma deveria ler: Orgulho de ser brasileira
14 junho 2013
29 maio 2013
Conselho do Centro Brasileiro de Design Industrial
O Centro Brasileiro de Design Industrial - CBDI está dando o passo final de sua formalização com a posse do seu Conselho Técnico. A instituição pretende concentrar todos os esforços nas ações para o desenvolvimento e fortalecimento da cadeia produtiva do design brasileiro.
A partir do dia 27.05, a equipe do CBDI estará exclusivamente focada em buscar resultados eficazes e de maior abrangência.
O modelo proposto se difere das outras associações de classe uma vez que terá em seu quadro de associados não somente os profissionais, escritórios e estudantes da area mas também as indústrias, comércio e os diversos parceiros relacionados (escolas, midias, entidades governamentais e não governamentais etc), enfim: pretende ser uma associação voltada para toda a cadeia produtiva do design industrial, atuando em suas mais variadas frentes.
O principal objetivo é ganhar representatividade junto aos orgãos de governo, grandes empresas e público em geral de forma a demonstrar a capacidade de contribuição do design para a inovação, o crescimento sustentado e o incremento na qualidade de vida sendo metodologia e ferramenta de diferenciação de produtos, serviços e políticas públicas. Além disso, pretente também divulgar e promover o design e o produto brasileiros tanto nacionalmente quanto internacionalmente.
Diretor GeralDaniel Kraichete
Diretor AdministrativoRoberto Hercowitz – Em2 Design
Diretor CulturalAlessandra Clark – Mameluca Design
Diretor FinanceiroBernardo Ferracioli - MateriaBrasil
Presidente do conselho TécnicoGuto Indio da Costa -
Vice-Presidente do Conselho TécnicoRicardo Gutfreund - Lumini
Conselho Fiscal Leonardo Lattavo - LattoogCelso Santos - Rio 21 Design Joana Neves – Coordenadora da Economia Criativa da Secretaria de Cultura do Estado do RJ
O Conselho Técnico:
Relações com os Designers - Levi Girardi – Questto/Nó Relações com o Comércio – Sérgio Buschpigel - DpotRelações com a Indústria – Mário Fioretti – Whirlpool Relações com a Academia – Dijon de Moraes Relações com a Imprensa – Maria Helena Estrada Relações Internacionais – Givanni Cutolo – ADI italia – Fondazione Compasso D'oroRelações Institucionais – Cyntia Malaguti
Extraido de : Design Brasil
23 maio 2013
Participe de #UploadDesignBrasil

Participe do #UploadDesignbrasil liderado pela "design entrepreneur"Adriana Kertzer.
Objetivo | Mapear e digitalizar a produção contemporânea de design no Brasil e torná-la accessível ao público brasileiro e internacional.
Meta | Contribuir para a consolidação do mercado de design brasileiro contemporâneo e, consequentemente, permitir que mais designers possam viver exclusivamente da sua arte.
Necessidade | O projeto nasce da necessidade de aumentar a visibilidade do mercado brasileiro de design contemporaneo. Pretendemos encurtar a distancia entre pesquisadores, curadores, marchands, colecionadores, compradores, fornecedores, e colegas de ofício. Muitos designers brasileiros tem presença virtual limitada; vários não possuem websites próprios. Isso dificulta a disseminação de talento no escopo local e global, acadêmico e comercial. A internet é a primeira fonte de pesquisa local e global. Por exemplo, um estudante de design em São Paulo que faz pesquisa e busca inspiração. Ele acaba não tendo acesso a tudo que rola em BH ou mesmo no Rio de Janeiro. Pesquisadores e curadores de fora sofrem o mesmo problema, bem como os donos de galerias e lojas que buscam novos talentos. Esse cenário impede o novo design brasileiro de prosperar e atingir o reconhecimento que merece.
Solução | Criar portfolios virtuais.
Quem + Como |
1. designers atuando no Brasil ou brasileiros trabalhando em outros paises
1. designers atuando no Brasil ou brasileiros trabalhando em outros paises
2. trabalhos feitos em ou depois de 2000
3. criar um profile na plataforma Behance e uma project page para cada trabalho
4. prazo: 15 de agosto 2013 (inicio do São Paulo Design Weekend)
3. criar um profile na plataforma Behance e uma project page para cada trabalho
4. prazo: 15 de agosto 2013 (inicio do São Paulo Design Weekend)
Opcional | Ativar a funcao de VENDA disponivel em cada project page.
Social Media | Uma vez que os projetos estão catalogados na plataforma Behance, fica mais facil connectar com outras plataformas de midia social como Pinterest, Twitter, Tumblr, etc.
USE NO TWITTER #UploadDesignBrasil
16 maio 2013
A marca da sua vida

A MARCA DA SUA VIDA
Nesse mundo moderno da marca (branding),
qual serão as futuras relações dela com o meio ambiente e o ser humano?
Duas possibilidades aparecem, mas por outro
lado, este artigo não pretende profetizar nada.
Apenas um artigo para reflexão.
A corporação e o meio ambiente
A atual
preocupação ecológica e a escassez de áreas verdes levam as corporações a
cuidar de áreas verdes como parte de sua cultura sustentável e sua imagem
positiva no mercado. Gerando assim fidelização do consumidor, e conquistando
novas mentes e corações ou o chamado tradicional mercado.
Quando o entorno
artificial e humano já não seja suficiente para a exposição da marca em áreas
verdes urbanas, as corporações correrão para os já escassos refúgios naturais para patrocinar
essa natureza ainda viva.
Levando à marca ao
âmbito natural macro, onde ela se transforma na dona do entorno natural que
mantém.
E ainda que isso
não fosse suficiente, a corporação imprime a sua marca fisicamente na mesma natureza, seja nas pedras, nas
arvores, levando-nos a consumir “Natureza” patrocinada. Assim grandes refúgios
naturais do mundo ficariam sob a tutela interessada de alguma corporação.
Isso inverteria a
logica atual, de a presente crise ambiental se deve ao consumismo exacerbado, para
graças às preocupações ambientais das grandes empresas, refúgios naturais ainda
podem ser visitados, portanto não nos culpe! Nós estamos salvando o mundo e
você?
Será que uma maior
“conservação ambiental corporativa” efetivamente levaria a um maior consumo e
percepção positiva de determinada marca?
Isso se aplicaria
mais tarde também aos animais e as espécies em extinção? E depois?
A corporação e
você
O ser humano é um
ser social que se identifica e se agrega em suas diferentes tribos com suas características
especificas. A tatuagem seria uma identificação pessoal com certas tribos,
assim como o consumo de marcas identifica nosso status social e o ato de
pertencer a certo grupo.
Hoje em dia,
certas pessoas tatuam marcas em seus corpos, demonstrando publicamente o seu
favoritismo. Mas isso ainda é de graça, e em alguns casos muito contados, essa
tatuagem permanente de uma marca traz um beneficio econômico ao seu usuário.
Mas a compra hoje de algum produto, não e´ mais
apenas pelos benefícios imediatos e
satisfação pelo uso de tal produto, o consumidor foca o seu interesse na
experiência e estilo de vida criado pela marca e até por certo status no seu
circulo social.
Marca e´valor,
atitudes pessoais perante a sociedade.
Essa invasão da
corporação no corpo físico, do macro – exterior - superfície para o micro - interior
acontecerá cada vez mais, com a futura nanotecnologia, onde a publicidade da
marca como tal, poderia chegar até a um nível absurdo como atômico ou ser
impresso em alguns órgãos.
Mas essa invasão
da marca no corpo seria em si mesmo o evento- momento a ser publicitado e não
tanto a existência posterior da marca invisível no corpo.
Se você espera um
transplante de coração e alguma corporação paga esse transplante com a condição
de usar esse evento de maneira publicitaria e colocar fisicamente a marca no
coração, você provavelmente aceitaria. Um preço pequeno para continuar vivo!
Até onde vamos a
chegar nessa relação marca – consumo – vida?
Você venderia a
sua vida para uma empresa?
Qual e' a marca de sua vida?
Mas elas as empresas já não compraram as nossas almas?
Mas elas as empresas já não compraram as nossas almas?
Design Thinking morreu?
Para saber mais sobre o lugar, hora e cemitério onde o "Design Thinking" sera' cremado, visite o link abaixo:
Is design thinking dead? (English)
Aceitam-se doações e a viúva, não flores e nem condolências.
Missa em 7 dias pelo padre Starck.
14 maio 2013
The Design Wizard

O sábio do design guiara' você nos passos necessários para completar com sucesso o seu projeto. Ele mostrara o melhor caminho seja para um novo produto ou redesign.
Siga o Design Wizard! (Inglês)
02 maio 2013
Portal de Formación Gráfica

Formación Gráfica = Diseño - Publicidad - Capacitación
A diferencia de otros sistemas, en el CVFG dispondrás de un profesor o del responsable de la plataforma, en un mínimo de 6 horas semanales para que, a través del chat personal o de la sala de chat del sistema puedas plantearle tus inquietudes y consultas.
Esta innovadora plataforma fue elaborada por el diseñador Placido Luna y sigue en un proceso continuo de mejoramiento, ya paso por un período de pruebas de casi 10 meses, con más de 250 alumnos compartiendo el campus de manera simultánea.
VISITA: Formación Gráfica
23 abril 2013
16 abril 2013
Produtos inspirados pela Natureza
Produtos inspirados pela natureza dobram a cada ano no mercado
Agência FAPESP
Agência FAPESP
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15 abril 2013
A grande contradição brasileira
Artigo em español e português
La gran contradicción brasileña
Crece más y más la convicción, incluso entre los economistas sea del establishment sea de la línea neokeynesiana, de que nos acercamos peligrosamente a los límites físicos de la Tierra. Aun utilizando nuevas tecnologías, difícilmente podremos llevar adelante el proyecto del crecimiento sin límites. La Tierra no aguanta más y nos vemos forzados a cambiar de rumbo.
Economistas como Ladislao Dowbor entre nosotros, Ignace Sachs, Joan Alier, Herman Daly, Tim Jack y Peter Victor y mucho antes Georgescu-Roegen, incorporan orgánicamente el momento ecológico en el proceso productivo. Especialmente el inglés T. Jack se ha dado a conocer por el libroProsperidad sin crecimiento (2009) y el canadiense P. Victor por Managing sin crecimiento (2008). Ambos mostraron que el aumento de la deuda para financiar el consumo privado y público (es el caso actual en los países ricos), exigiendo más energía y un mayor uso de bienes y servicios naturales, no es en modo alguno sostenible.
Los premios Nobel P. Krugman y J. Stiglitz, por no incluir el explícitamente en sus análisis los límites de la Tierra, caen en la trampa de proponer como salida para la crisis actual un mayor gasto público, en el supuesto de que éste producirá crecimiento económico y mayor consumo con los cuales se pagarán más adelante las astronómicas deudas privadas y públicas. Ya hemos dicho hasta la saciedad que un planeta finito no soporta un proyecto de esta naturaleza, que presupone la infinitud de los bienes y servicios. Este es un dato ya asegurado.
Lo que Jack y Victor proponen es una «prosperidad sin crecimiento». En los países desarrollados el crecimiento alcanzado ya es suficiente para permitir el desarrollo de las potencialidades humanas, dentro de los límites posibles del planeta. Entonces, basta de crecimiento. Lo que se puede pretender es la «prosperidad» que significa más calidad de vida, de educación, salud, cultura ecológica, espiritualidad, etc. Esta solución es racional pero puede provocar un gran desempleo, problema que ellos resuelven mal, apelando a una renta universal básica y una disminución de las horas de trabajo. No habrá ninguna solución sin un previo acuerdo sobre cómo vamos a relacionarnos con la Tierra, amigablemente, y sin definir los modelos de consumo para que todos tengan lo suficiente y lo decente.
Para los países pobres y emergentes se invierte la relación. Se necesita «crecimiento con prosperidad». El crecimiento es necesario para atender las demandas mínimas de los que están en la pobreza, en la miseria y en la exclusión social. Es una cuestión de justicia asegurar la cantidad de bienes y servicios indispensables. Pero simultáneamente se debe buscar la prosperidad, que tiene que ver con la calidad del crecimiento.
Existe el peligro real de que sean víctimas de la lógica del sistema que incita a consumir más y más, especialmente bienes superfluos. Entonces acabarían agravando los límites de la Tierra, que es justamente lo que se quiere evitar. Estamos ante un angustiante círculo vicioso que no sabemos cómo hacer virtuoso sin perjudicar la sostenibilidad de la Tierra viva.
La contradicción vivida por Brasil es ésta: urge crecer para realizar lo que el gobierno petista hizo, a saber, garantizar los mínimos para que millones puedan comer y, mediante políticas sociales, ser incorporados a la sociedad. Para las clases ya atendidas, se necesita menos crecimiento y más prosperidad: mejorar la calidad del vivir bien, la educación, las relaciones sociales menos desiguales ,y más solidaridad a partir de los últimos. ¿Pero quién va a convencerlos si están violentamente mediatizados por la propaganda que los incita al consumo?
Sucede que hasta ahora los gobiernos solamente han hecho políticas distributivas: repartieron desigualmente los recursos públicos. Primero se garantizaron 140.000 millones de reales para el sistema financiero a fin de pagar la deuda pública, después para los grandes proyectos, y solamente cerca de 60.000 millones para las inmensas mayorías que sólo ahora están ascendiendo. Todos ganan pero de forma desigual. Tratar de forma desigual a iguales es una gran injusticia. Nunca ha habido políticas redistributivas: tomar de los ricos (por medios legales) y pasarlo a los que más lo necesitan. Habría equidad.
Lo más grave es que con la obsesión del crecimiento estamos minando la vitalidad de la Tierra. Necesitamos crecimiento pero con una nueva conciencia ecológica que nos libere de la esclavitud del productivismo y del consumismo. Este es el gran desafío al enfrentar la incómoda contradicción brasileña.
A grande contradição brasileira
Mais e mais cresce a convicção, inclusive entre os economistas seja do establisment seja da linha neokeynesiana, de que nos acercamos perigosamente dos limites físicos da Terra. Mesmo utilizando novas tecnologias, dificilmente poderemos levar avante o projeto do crescimento sem limites. A Terra não aguenta mais e somos forçados a trocar de rumo.
Economistas como Ladislau Dowbor entre nós, Ignace Sachs, Joan Alier, Herman Daly, Tim Jack e Peter Victor e bem antes Georgescu-Roegen incorporam organicamente o momento ecológico no processo produtivo. Especialmente o inglês T. Jack se celebrizou pelo livro “Prosperidade sem crescimento”(2009) e o canadense P. Victor pelo “Managing sem crescimento”(2008). Ambos mostraram que o aumento da dívida para financiar o consumo privado e público (é o caso atual nos paises ricos), exigindo mais energia e uso maior de bens e serviços naturais não é de modo algum sustentável.
Os Prêmios Nobel como P. Krugman e J. Stiglitz, porque não incluem explicitamente em suas análises os limites da Terra, caem na armadilha de propor como saída para a crise atual um maior gasto público no pressuposto de que este produzirá crescimento econômico e maior consumo com os quais se pagarão mais à frente as astronômicas dívidas privadas e públicas. Já dissemos à saciedade, que um planeta finito não suporta um projeto desta natureza que pressupõe a infinitude dos bens e serviços. Esse dado já é assegurado.
O que Jack e Victor propõem é uma “prosperidade sem crescimento”. Nos paises desenvolvidos o crescimento atingido já é suficiente para permitir o desabrochar das potencialidades humanas, nos limites possíveis do planeta. Então chega de crescimento. O que se pode pretender é a “prosperidade” que significa mais qualidade de vida, de educação, de saúde, de cultura ecológica, de espiritualidade etc. Essa solução é racional mas pode provocar grande desemprego, problema que eles resolvem mal, apelando para uma renda universal básica e uma diminuição de horas de trabalho. Não haverá nenhuma solução sem um prévio acerto de como vamos nos relacionar com a Terra, amigavelmente, e definir os padrões de consumo para que todos tenham o suficiente e o decente.
Para os países pobres e emergentes se inverte a equação. Precisa-se de “crescimento com prosperidade”. O crescimento é necessário para atender as demandas mínimas dos que estão na pobreza, na miséria e na exclusão social. É uma questão de justiça: assegurar a quantidade de bens e serviços indispensáveis. Mas simultaneamente deve-se visar a prosperidade que tem a ver com a qualidade do crescimento. Há o risco real de que sejam vítimas da lógica do sistema que incita a consumir mais e mais, especialmente bens supérfluos. Então acabam agravando os limites da Terra, coisa que se quer exatamente evitar. Estamos face a um angustiante círculo vicioso que não sabemos como faze-lo virtuoso sem prejudicar a sustentabilidade da Terra viva.
A contradição vivida pelo Brasil é esta: urge crescer para realizar o que o governo petista fez: garantir os mínimos para que milhões pudessem comer e, por políticas sociais, serem inseridos na sociedade. Para as classes já atendidas, precisa-se cobrar menos crescimento e mais prosperidade: melhorar a qualidade do bem viver, da educação, das relações sociais menos desiguais e mais solidariedade a partir dos últimos. Mas quem vai convecê-los se são violentamente cooptados pela propaganda que os incita ao consumo? Ocorre que até agora os governos apenas fizeram políticas distributivas: repartiram desigualmente os recursos públicos.
Primeiro garantem-se 140 bilhões de reais para o sistema financeiro a fim de pagar a dívida pública, depois para os grandes projetos e somente cerca de 60 bilhões para as imensas maiorias que só agora estão ascendendo. Todos ganham mas de forma desigual. Tratar de forma desigual a iguais é grande injustiça. Nunca houve políticas redistributivas: tirar dos ricos (por meios legais) e repassar aos que mais precisam. Haveria equidade.
Primeiro garantem-se 140 bilhões de reais para o sistema financeiro a fim de pagar a dívida pública, depois para os grandes projetos e somente cerca de 60 bilhões para as imensas maiorias que só agora estão ascendendo. Todos ganham mas de forma desigual. Tratar de forma desigual a iguais é grande injustiça. Nunca houve políticas redistributivas: tirar dos ricos (por meios legais) e repassar aos que mais precisam. Haveria equidade.
O mais grave é que com a obsessão do crescimento estamos minando a vitalidade da Terra. Precisamos de um crescimento mas com uma nova consciência ecológica que nos liberte da escravidão do prudutivismo e do consumismo. Esse é o grande desafio para enfrentar a incômoda contradição brasileira.
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14 abril 2013
Bienal Iberoamericana de Diseño chega em SP

A Bienal Ibero-Americana de Design (BID), exposição que acontece a cada dois anos em Madri (Espanha), organizada pela DIMAD - Associação Designers de Madri e pela Fundación Diseño Madrid, terá mostra representativa de suas três edições (2008, 2010 e 2012) a partir de 16 de abril no Museu da Casa Brasileira em SP.
Sob curadoria de Giovanni Vannucchi e Ruth Klotzel, a BID no Brasil exibirá uma seleção de peças apresentadas na capital espanhola, com 23 países participantes.
Abertura: 16 de abril de 2013, terça-feira às 19h30
Entrada gratuita e aberta ao público em geral
Visitação: até 16 de junho de 2013
Mais informações no site amigo BDxpert - Design e Branding
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12 abril 2013
Catálogo 2013 de produtos do Design Possivel
"O Design Possivel é uma rede de desenvolvimento social que conta com a participação de estudantes, profissionais, ONGs e empresas.
O nosso objetivo é aplicar o design na forma de desenvolvimento de produto, gestão produtiva, comunicação e de outras maneiras que contribuam para a geração de renda, estimulando o desenvolvimento humano e social.
Aproximando o mercado consumidor e a produção das periferias, o design tem se mostrado ferramenta de gestão e diferencial produtivo, promovendo e incrementando ações de geração de renda."
VEJA O NOVO CATALOGO DE PRODUTOS 2013 da Design Possivel
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