31 janeiro 2011

+ Aloisio Magalhães


Recomendo que visitem o seguinte site, excelente material para pesquisa e estudo do Design com o Mestre Aloisio Magalhães.

+ Aloisio Magalhães

29 janeiro 2011

Em nome do MEU Progre$$o

O crescimento da procura europeia por carne, ração animal e agrocombustíveis está contribuindo para a destruição da Amazônia e do Cerrado, revela o novo relatório lançado pelos Amigos da Terra Europa.

O relatório surge num momento em que a bancada ruralista brasileira está fazendo lobby para alteração do código florestal federal. A fim de enfraquecer demandas futuras.


O relatório "Da floresta à mesa", mostra que os dados mais recentes revelam que a União Europeia:
- é o quarto maior importador de carne brasileira com mais de 250 mil toneladas de carne bovina importada em 2009.


- é um dos principais mercados para soja e farelo de soja brasileiro comprando cerca de um terço da colheita nacional.


- em 2009 foi o maior importador de etanol brasileiro, produzido com cana de açúcar, corresponde a 26,5% das exportações brasileiras.

A soja, principalmente para ração animal, biodiesel e a pecuária, tem sido historicamente o principal condutor do desmatamento no Brasil.

Contudo, o relatório mostra que a expansão da cana de açúcar, principalmente para produção de agrocombustíveis, está deslocando a soja e o gado para as fronteiras da floresta.

Apesar das recentes quedas das taxas de desmatamento na Amazônia, para 6450 km² ainda são derrubados todos os anos – o equivalente a 2475 quadras de futebol por dia.

O Cerrado tem índices ainda piores, com 20000 km² destruídos anualmente – o tamanho da Eslovênia – o equivalente a 7674 quadras de futebol por dia.VEJA DOCUMENTARIO ABAIXO:



A pesquisa ressalta que é esperado o aumento da produção das três commodities – 5 milhões de hectares de soja até 2020, a pecuária e a cana de açúcar deve crescer 25% no mesmo período – colocando uma pressão adicional nas florestas, nos ecossistemas e nos meios de subsistência no Brasil.


Adrian Bebb, da campanha sobre alimentação e agricultura de Amigos da Terra Europa afirmou:


“O super consumo europeu de carne, ração e agrocombustíveis está levando à contínua destruição da floresta Amazônica e o Cerrado brasileiro. Enquanto a população européia pode reduzir os níveis de consumo de carne, os governos precisam urgentemente ajudar os agricultores a reduzir o uso de soja para ração animal e eliminar os planos de expansão do uso de agrocombustíveis. A continuada destruição no Brasil terá sérias conseqüências para o clima, para a biodiversidade e para a vida de milhares de pessoas.”


A atual legislação florestal brasileira está sob ameaça do agronegócio interessando em expandir sua fronteira agrícola derrubando florestas e savanas.

As mudanças propostas a serem votadas em breve no Congresso Nacional Brasileiro podem levar a uma massiva redução na proteção de áreas de floresta nativa (70 milhões de hectares poderiam perder o status legal de proteção). Vários estudos apontam que essa mudança poderia levar à liberação de 25 milhões de toneladas de CO2 equivalente na atmosfera.


Clarissa Trois Abreu dos Amigos da Terra Brasil diz:

“Apoiado pela alta demanda no exterior, o agronegócio tem feito um lobby agressivo para transformar áreas de floresta em plantações e produção. Qualquer enfraquecimento no código florestal levará a uma redução massiva das florestas protegidas. Plantações não substituem o benefício que as florestas fornecem para o clima e para a vida selvagem, ao mesmo tempo, que representam uma ameaça à subsistência de pequenas comunidades rurais."

DOCUMENTO: Da floresta à mesa





Somos 6 bilhões de bombas de tempo.





Esse relogio permite visualizar e entender com precisão o nosso impacto na Terra.
E´realmente impressionante a velocidade de produção e destruição do ser humano.
Poodwaddle.com

22 janeiro 2011

Why Design ou Why Starck?

Como todo ser humano, não se pode ser brilhante sempre(ou será possivel isso?),tem criações geniais, assim como criações duvidosas(mata moscas,pé/peso de porta..)mas tem merecidamente o seu lugar no Olimpo dos Designers, e sempre vale a pena ver o que diz ou pensa.Ainda que nunca se proclamou ele designer, mas sim algo como inventor, ou mago.

20 janeiro 2011

Blog na midia

O blog já saiu na midia em SP e RJ.

17 janeiro 2011

Manifesto AntiDesign 2.0

"Como toda ciência, o Design nunca possuirá definições precisas. O diálogo é necessário. Lidar com isso. Brigar.


Se o Design é isso que aprendemos na universidade, uma grande simulação baseada em valores de mercado que nunca serão exatamente concretos, já que são também simulações, declaramos que não mais acreditamos no Design.


Diante do fato das brigas atuais da universidade serem as mesmas há décadas, velhos relógios empoeirados cujas cordas foram arrebentadas pela força da pomposidade do hábito, torna-se necessária a criação de um novo campo de batalha. Criar contrapontos, pontos de vista opostos. Todo modelo requer um anti modelo. Um AntiDesign.


Um campo onde será permitido discutirmos filosofia, psicologia, artes, cultura – a busca pelo conhecimento fora dos enlatados desta ciência caduca que a academia tornou.


Compreendemos que essa postura é besteira para uma grande maioria de designers que optam pelo conforto de seus lugares comuns. Para estes, dizemos: podem ficar com seu Design.


Nós, AntiDesigners, os marginalizados dos marginalizados, temos agora nova morada. Somos suas antíteses, seus espelhos feios, seus críticos, os que apontarão o dedo e serão apontados.


Acreditamos no diálogo.


Não negamos o mercado. Negamos, sim, a atitude autoritária que o toma como única instância moral.


Deve haver algo mais além desse baile de mesmices. Embarcamos nesta procura.


Se você se identifica com nossas inquietações, você está no lugar certo.


Você é um AntiDesigner. Seja bem vindo."


É você também um antidesigner?
Manifesto extraido de anticast

16 janeiro 2011

Design e´simples





Veja o meu artigo no blog Design Simples

14 janeiro 2011

Una charla de diseño

Texto de 2005, mas que continua atual e vale a pena, toca em pontos fundamentais do Design.

"Gui Bonsiepe es cita obligada cuando se pretende dar marco teórico al diseño. De paso por Buenos Aires, el diseñador y profesor alemán dio un rarísimo reportaje a m2 sobre algunas cuestiones que lo desvelan y sobre temas más coyunturales.

Por Luján Cambariere

Tal vez sea en la actualidad y en los países latinoamericanos el más citado a la hora de sumar una reflexión teórica sobre el diseño. Muchos son los motivos: sus frases son contundentes y aportan visiones de la periferia. Además de haber adaptado el concepto de interfase para caracterizar las prácticas proyectuales y ser autor de libros emblemáticos como Teoría y práctica del diseño industrial (1975), Diseño de la periferia (1985) y Del objeto a la interfase (1995), entre otros.

Gui Bonsiepe estudió en la Hochschule fuer Gestaltung (hfg) de Ulm y fue durante años asistente y colaborador de Tomás Maldonado, su amigo y referente. En 1964, Maldonado lo invita a nuestro país. Vino por dos semanas y se quedó dos meses, entre otras cosas dando conferencias en el entonces CIDI. A través de un contrato de Naciones Unidas vuelve a trabajar en esta institución en 1966 y se casa con una argentina, con quien tuvo tres hijos.

Lo que sigue es una vida fructífera en viajes, e idas y vueltas del centro a la periferia. Vuelve a la hfg Ulm, pero en 1968 se traslada a Chile por un proyecto de cooperación técnica financiado por la OIT. Cuando vence su contrato, regresa a Alemania, pero la elección de Salvador Allende lo hace volver a Chile contratado por la Universidad Católica y posteriormente por el Instituto de Investigaciones Tecnológicas.

Después de 1973 y por el golpe de Estado chileno, decide instalarse en nuestro país. De esa época es su libro Teoría y práctica del diseño industrial editado en Italia, y algunos trabajos de diseño junto a Carlos Méndez Mosquera, con quien trabajó hasta fines de 1980, cuando viaja a Brasilia. Luego se radica en Florianópolis, pero en 1987 parte a Estados Unidos a trabajar en tecnología informática.

Después vuelve a Brasil y a Alemania con el cargo de catedrático de diseño de interfases. Y desde hace aproximadamente dos años tiene base operativa en la isla de Santa Catarina, en Florianópolis, desde donde sale para dar asesorías, charlas y seminarios en dos campos: Introducción al diseño de interfase e Introducción al discurso proyectual. Justamente, una invitación de la Escuela de Posgrado de la FADU, UBA, para dictar un seminario a un grupo selecto de estudiantes, fue la oportunidad de escucharlo.

Para ahondar en temas varios, y a pesar de que es reacio a dar entrevistas, nos recibió muy amablemente en su moderno departamento con una vista privilegiada de la ciudad de La Plata, que comparte con su actual mujer, la diseñadora de comunicación visual Silvia Fernández. Preparó un delicioso capuccino y, como salido de sus libros, en un pase de magia se abrió a una extensa charla.

–¿Cómo le gusta definirse, ya que no le cierra el mote de teórico?

–Soy un poco alérgico a las etiquetas. Es cierto, yo he tenido siempre interés por aspectos teóricos, o mejor los aspectos discursivos como acompañantes de la práctica proyectual. Pensar qué se hace en el diseño y qué pasa con el diseño. Y como éste se abre a otras áreas, como las ciencias humanas, liberándose de su relativo aislamiento que es sin dudas uno de los síntomas de la relativa inmadurez de la disciplina.

–¿Por qué dejó la tridimensionalidad?

–El último producto lo diseñé en el ‘93, aún en Brasil. Fue un transmisor de datos para bancos, ya que a partir del ‘87 me volqué al diseño de información y al uso de nuevas tecnologías digitales aplicadas a la enseñanza, a la comunicación, a la gestión y al proyecto.

–Usted repite que aún no existe teoría en diseño y habla de discurso. Esa afasia teórica, ¿en qué afecta a la disciplina?

–Es un síntoma de inmadurez. Es que por otra parte, comparado por ejemplo con la ingeniería que tiene más de 200 años como profesión establecida y consolidada en la enseñanza universitaria, el diseño apenas suma dos generaciones, si consideramos que tanto el diseño gráfico como el diseño industrial nacen como profesiones propias recién después de la Segunda Guerra Mundial. Antes había precursores para el diseño, pioneros importantes sin lugar a duda.

–A la vez dice que esto se contrapone a la omnipresencia del diseño en la vida diaria.

–La gran difusión del fenómeno del diseño en la vida cotidiana abre el campo para que otras disciplinas como la antropología, la historia, la economía, la informática y la mediología creen puentes y lo analicen desde su perspectiva. Aunque también tengo que aclarar que estoy en contra de los intentos de analizarlo desde una única disciplina. El diseño es un fenómeno multifacético y demasiado complejo para ser tratado desde una perspectiva hegemónica.

–Y usted, ¿a quién lee? ¿Cuáles son los libros que recomendaría como indispensables en la biblioteca de un diseñador?

–Podría hacer una lista larga y variada, y hasta heterogénea. Todos los textos de Maldonado, Christopher Alexander, Ted Nelson, Fernando Flores, Humberto Maturana, Vilém Flusser, Lev Manovich, Juergen Habermas. Los autores cuyos discursos crean puentes hacia el diseño y no son necesariamente diseñadores. De hecho, la mayoría no lo son. Yo leo con cierta constancia textos filosóficos, y sobre teoría del lenguaje, de la comunicación, de procesos cognitivos, del cine, de los nuevos medios, de la retórica... Los libros de diseño generalmente no me satisfacen, sobre todo los coffee table books con muchas imágenes y poca sustancia cognitiva. Y obviamente tengo mis autores preferidos en la literatura, sobre todo Cortázar y Alfredo Bryce Echenique.

–¿Qué definición es la que más le gusta del diseño? ¿La suya de diseño es diseño de interfases?

–Primero, ninguna que se quede amarrada al binomio forma y función. El potencial explicativo de este binomio se ha gastado.
A mí me parece más amplia y cognitivamente más rica una muy reciente que he elaborado que lo define como la anticipación de posibles quiebres en la vida cotidiana, tanto en el manejo de la información como en los artefactos materiales.
Y en Estados Unidos descubrí que hay una base común entre el diseño gráfico y el diseño industrial, precisamente el interfase, ese espacio donde se encuentran los signos y los objetos y se confrontan con el usuario. Un campo de acción exclusivo e indiscutible del diseñador.

–Así como propone mantener al margen conceptos como el de la buena forma, ¿cuáles deberían resaltarse?

–Yo no quiero negar o subvalorizar los aspectos estéticos cuando se habla de diseño. Es un problema de dosificación. Se está poniendo énfasis ya demasiado tiempo en aspectos estético-formales. Limitando su accionar a una minoría del supuesto buen gusto y olvidando aspectos o cerrando el espectro por ejemplo a un diseño inclusivo.

–¿Los grandes temas del diseño mutan por el tiempo, las regiones, los países?
–La diferencia entre los países centrales y los periféricos es que en la periferia los problemas son más evidentes. Se notan más los contrastes. Los países ricos están sobresaturados de objetos. Tienen de todo mientras aquí en la periferia hay tanto por resolver desde otra perspectiva, no necesariamente haciendo lo mismo de manera desfasada con respecto al centro.
Pero también es cierto que hay problemáticas que se comparten en todo el mundo como la cuestión de la sustentabilidad, o las cuestiones del poder de la visualidad para procesos cognitivos (gestión de conocimientos), usando los recursos de tecnología digital.

–¿Cuándo y por qué surge su interés por los países de la periferia?

–Cuando viajé por primera vez por sugerencia de Maldonado a la Argentina, quedé impactado. Se me abrió otro panorama cultural, político, de la vida cotidiana. En Latinoamérica todo es diferente, y diría más fascinante. Hay espacio, ese enorme cielo de color azul profundo. Esto, entre otros motivos, me impresionó. Me encantan la naturaleza, los paisajes grandiosas, la Pampa, la Cordillera tanto más impactante que los Alpes. México, Chile, Brasil. Después me interesó que estas sociedades siempre están tratando de consolidarse, pero son tan frágiles.

Latinoamérica para mí es un continente de enormes posibilidades, pero a la vez de posibilidades frustradas. Hay tantos problemas no resueltos. Está todo por hacer. Pero definitivamente me atrapó el contexto cultural, humano y climático. Como me decía Maldonado: “Tu afán por Latinoamérica se explica sólo por intereses antropológicos”.

–Usted dice que el problema de la deslegitimación del diseño en los países industriales encuentra sus raíces en la falta de incidencia social. ¿Y en la periferia?

–Aquí en la periferia se encuentra más frágil aún la base del diseño. Yo noto que en Latinoamérica –y no solamente en Latinoamérica– los objetos diseñados están –por lo menos en la concepción pública– frecuentemente ligados al sector del microambiente de la vivienda decorada, y éste es un segmento muy reducido para el diseño de productos. Con sectores poco abordados, como el agro o la medicina o los instrumentos de trabajo que no entran en el proceso de boutiquización y moda. Yo me pregunto si por la expansión de los aspectos estético-semióticos y del branding de los ‘90 no se perdió el interés por la base técnica del trabajo proyectual, relegando cuestiones económicas y tecnológicas a un segundo lugar o simplemente dejándolas afuera por completo.

–También habla de proyectarnos nosotros mismos como país. ¿Esto cómo sería? ¿Tiene alguna idea?

–Lo que surge constantemente en el debate del diseño latinoamericano es el tópico de la identidad. Los japoneses nunca se hicieron esa pregunta. Ellos diseñan, hacen. La búsqueda de la identidad es, según mi modo de ver, una búsqueda quimérica. La identidad se genera cuando se hace proyecto. La identidad no es una esencia escondida en las profundidades del pasado. No es un grafismo que se pueda aplicar a un producto o afiche. Yo tendría cautela con la búsqueda de supuestas raíces con mira hacia atrás, cuando proyecto es algo orientado al futuro. El ethnolook no me parece una salida.

–¿Y el diseño comunitario y social?
–Es cierto que todo diseño de por sí tiene incidencia en lo social, pero hay que analizar en cuáles segmentos sociales. Unos pocos o todos.

–¿Porque se dejó de lado la tecnología alternativa, o no se la usa todo lo que se puede?

–La tecnología alternativa siempre fue injustamente catalogada con la aureola de tecnología de segunda mano, no de punta, como un sustituto pobre. El concepto cayó en desuso porque el contexto sociocultural y político no ofrece una bienvenida con brazos abiertos para pensar en alternativas y menos aún para proyectar alternativas.

–¿Qué opina de considerar el diseño como una industria cultural?

–Tengo dificultades para entender cómo usan aquí este término porque el origen del concepto acuñado por Adorno y Horkheimer contenía una carga altamente crítica hacia la industria del cine (sobre todo Hollywood) y TV, y el proceso de banalización de patrones culturales, mientras que acá tendría otros significados. Obviamente, el diseño forma parte de una cultura tecnológica, industrial e empresarial. Como fenómeno cultural, el diseño está arraigado en la industria, en las empresas y la tecnología, hasta debería formar parte de una política tecnológica-industrial (si no fuera así, se esfumaría en el aire). Si lo tratamos como fenómeno predominantemente cultural correremos el riesgo de promover una versión parcial de lo que es el amplio espectro del diseño como proyecto, más allá de los aspectos promocionales.

–¿Y que Buenos Aires haya sido nombrada por la Unesco capital del diseño?

–Yo no conozco el proyecto, sus alcances y criterios, y lo que la Unesco entiende por diseño; tal vez lo interpreta desde una perspectiva del marketing turístico de una ciudad. Obviamente uno puede declarar lo que quiera. En Chile tengo un ex alumno y amigo que promueve “Chile, país del diseño”, declarando que será la futura Italia del sur. Y de nuevo me pregunto para qué emular modelos de otro lado. Soy escéptico frente a esos trasplantes. Preocupación me causa el diseño entendido en primer lugar como fenómeno mediático, fenómeno que se expandió mundialmente a partir de los años ‘90. Eso desvirtuaría el diseño como proyecto. Diseño no es fiesta y, sobre todo, es mucho, mucho más que branding.

–¿Qué lo saca de las casillas?

–Me molestan los intentos de aristocratizar el diseño, elevándolo al status de obra de arte; los intentos de una usurpación meramente especulativo-académica del discurso proyectual.
Me molesta cierta tendencia que se puede registrar en el proceso de academización del diseño industrial y gráfico hacia investigaciones muchas veces esotéricas sin aportar nada para los saberes socialmente productivos.

Me molesta ver el diseño frecuentemente tratado como un instrumento dócil y subalterno del marketing. Me molestan los intentos de persuadir a los países y a los políticos de que necesitarían transformarse en portadores de un brand, una marca. Me molestan los interfases hechos sin la más mínima calidad de diseño de gran parte de los programas de enseñanza vía red.

–¿Qué le produce esperanza?
–No soy pesimista, si no, no podría ser proyectista. Me alienta lo digital, que se abran espacios de comunicación y participación a través de la red. Y el diseñador como responsable de introducir y hacer manejable la tecnología en la vida cotidiana de las personas.

–¿Algo para aclarar?

–Una recomendación irrestricta a los diseñadores, sobre todo a la generación de los jóvenes: lean más, lean más, lean más. Pues a partir de la lectura se genera la futura base de un discurso proyectual sustancioso y fuerte. Y solamente así el diseño tendrá futuro.

Extraido de: Pagina 12 Argentina

Belo Monte x Futuro

O Presidente do IBAMA se demitiu ontem devido à pressão para autorizar a licença ambiental de um projeto que especialistas consideram um completo desastre ecológico: o Complexo Hidrelétrico de Belo Monte.

A mega usina de Belo Monte iria cavar um buraco maior que o Canal do Panamá no coração da Amazônia, alagando uma área imensa de floresta e expulsando milhares de indígenas da região. As empresas que irão lucrar com a barragem estão tentando atropelar as leis ambientais para começar as obras em poucas semanas.
A mudança de Presidência do IBAMA poderá abrir caminho para a concessão da licença – ou, se nós nos manifestarmos urgentemente, poderá marcar uma virada nesta história. Vamos aproveitar a oportunidade para dar uma escolha para a Presidente Dilma no seu pouco tempo de Presidência: chegou a hora de colocar as pessoas e o planeta em primeiro lugar. Assine a petição de emergência para Dilma parar Belo Monte – ela será entregue em Brasília, quando conseguirmos 150.000 assinaturas:


https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl


Abelardo Bayama Azevedo, que renunciou à Presidência do IBAMA, não é a primeira renúncia causada pela pressão para construir Belo Monte. Seu antecessor, Roberto Messias, também renunciou pelo mesmo motivo ano passado, e a própria Marina Silva também renunciou ao Ministério do Meio Ambiente por desafiar Belo Monte.
A Eletronorte, empresa que mais irá lucrar com Belo Monte, está demandando que o IBAMA libere a licença ambiental para começar as obras mesmo com o projeto apresentando graves irregularidades. Porém, em uma democracia, os interesses financeiros não podem passar por cima das proteções ambientais legais – ao menos não sem comprarem uma briga.
A hidrelétrica iria inundar 100.000 hectares da floresta, impactar centenas de quilômetros do Rio Xingu e expulsar mais de 40.000 pessoas, incluindo comunidades indígenas de várias etnias que dependem do Xingu para sua sobrevivência. O projeto de R$30 bilhões é tão economicamente arriscado que o governo precisou usar fundos de pensão e financiamento público para pagar a maior parte do investimento. Apesar de ser a terceira maior hidrelétrica do mundo, ela seria a menos produtiva, gerando apenas 10% da sua capacidade no período da seca, de julho a outubro.
Os defensores da barragem justificam o projeto dizendo que ele irá suprir as demandas de energia do Brasil. Porém, uma fonte de energia muito maior, mais ecológica e barata está disponível: a eficiência energética. Um estudo do WWF demonstra que somente a eficiência poderia economizar o equivalente a 14 Belo Montes até 2020. Todos se beneficiariam de um planejamento genuinamente verde, ao invés de poucas empresas e empreiteiras. Porém, são as empreiteiras que contratam lobistas e tem força política – a não ser claro, que um número suficiente de nós da sociedade, nos dispormos a erguer nossas vozes e nos mobilizar.
A construção de Belo Monte pode começar ainda em fevereiro.O Ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, diz que a próxima licença será aprovada em breve, portanto temos pouco tempo para parar Belo Monte antes que as escavadeiras comecem a trabalhar. Vamos desafiar a Dilma no seu primeiro mês na presidência, com um chamado ensurdecedor para ela fazer a coisa certa: parar Belo Monte, assine agora:


https://secure.avaaz.org/po/pare_belo_monte/?vl


Acreditamos em um Brasil do futuro, que trará progresso nas negociações climáticas e que irá unir países do norte e do sul, se tornando um mediador de bom senso e esperança na política global. Agora, esta esperança será depositada na Presidente Dilma. Vamos desafiá-la a rejeitar Belo Monte e buscar um caminho melhor. Nós a convidamos a honrar esta oportunidade, criando um futuro para todos nos, desde as tribos do Xingu às crianças dos centros urbanos, o qual todos nós podemos ter orgulho.

13 janeiro 2011

Uma visão de futuro no desenvolvimento de produtos

Hélio Samora
Em um ambiente globalizado, o desenvolvimento de novos produtos torna-se uma ferramenta estratégica para manter as empresas em mercados segmentados. Observamos que as pressões, principalmente num cenário de crise, são mais fortes nos setores de bens de consumo, com destaque para os produtos eletrônicos e os equipamentos médicos, que vêm ganhando a atenção da indústria. Mercados que exigem grandes investimentos e longos ciclos de desenvolvimento, tais como automotivo e aeroespacial, também sofrem pressões de todos os lados.

Desta forma, ganhar ou manter market-share, está diretamente relacionado com a capacidade das empresas em desenvolver produtos que sejam inovadores e customizados, mantendo-se a qualidade percebida pelos consumidores nas mais distintas classes sociais.


Todavia, muitos executivos não priorizam os investimentos em desenvolvimento de produtos. Podemos dizer que, ainda, há "barreiras" sobre a completa compreensão sobre os processos de fabricação e os recursos que a Tecnologia da Informação oferecem às empresas para reduzir recalls e falhas em produtos. Muito já se sabe sobre as ferramentas e soluções como, por exemplo, CAD/CAE/CAM (Análise e Manufatura Assistidas por Computador) ou PLM (Gerenciamento do Ciclo de Vida do Produto). Mas existem alguns gargalos dentro das empresas: subutilização dessas ferramentas, capacitação de pessoal, projetos que demandam horas e recursos financeiros, que poucam agregam no resultado final do produto.


Adicionalmente às demandas de prazo e custos reduzidos, estamos vendo o surgimento de novas necessidades que tornam o desafio de desenvolver um produto algo muito mais complexo. Fatores que fazem a diferença na busca pela competitividade situam-se na criação de produtos customizados, na qualidade, no meio ambiente e até o seu desenvolvimento social.


A customização do produto está intrinsecamente relacionada à fidelização do cliente. Isto significa atender as necessidades de cada cliente ou mercado, criando uma espécie de "blindagem" para a concorrência.


Na mesma linha da customização está o desenvolvimento social do produto, ou seja, o uso de redes sociais na internet e blogs, para colaborar na criação de um produto. Democraticamente, os usuários sugerem inovações e criam demandas de mercado, eliminando as inúmeras barreiras organizacionais que existem entre o cliente e o departamento de desenvolvimento de produto.


E tão importante quanto a customização e a participação dos clientes no desenvolvimento de produtos, estão as técnicas e metodologias, como Lean Product Development, Six Sigma, APQP, usadas por engenheiros para mensurar a qualidade e o tempo de vida de um produto, ainda na sua fase de projeto e/ou desenvolvimento.


A atenção ao meio ambiente também já é realidade nas empresas. Hoje, o Design For Green (desenvolvimento de produto focado no meio ambiente), desde a concepção, fabricação, venda, uso e descarte do produto devem ser pensados, planejados e executados seguindo métodos e procedimentos que reduzam riscos ambientais.


E que o esperar do futuro ? É sempre um exercício interessante para empresas e toda sociedade tentar projetar ideias, conceitos e soluções na curva do tempo. Porém, dada a dinâmica do mercado, algumas projeções têm uma grande chance de se tornarem realidade, considerando-se que:


1) As ferramentas e soluções em TI serão mais fáceis de usar e implementar, trazendo agilidade a todos os participantes do processo de desenvolvimento.


2) Empresas sem uma solução eficaz em CAD e PLM não poderão competir, pois não conseguirão a mesma eficiência que aquelas que desenvolvem mais rápido, adaptam-se melhor a mudanças do mercado.


3) A Inovação e a criação de produtos customizados serão os grandes diferenciais das empresas vencedoras, e estes produtos serão fortemente influenciados por redes sociais da internet, que apontarão suas necessidades e desejos, com produtos competitivos.


4) Cada vez mais, os consumidores irão exigir produtos sustentáveis e, portanto, as empresas que não cumprirem este papel, colocam em risco a sua sobrevivência.


O que não podemos prever é quando os executivos, presidentes e diretores de empresas darão a devida importância ao desenvolvimento de produto. Somente quando esta época chegar teremos o fim de produtos ruins, de baixa qualidade, de recalls etc.


* Hélio Samora é diretor da PTC para América Latina
Fonte: 2PRÓ COMUNICAÇÃO

Extraido de: http://www.guiadaembalagem.com.br/artigo_88-uma_visao_de_futuro_no_desenvolvimento_de_produtos.htm

"Na mesma linha da customização está o desenvolvimento social do produto, ou seja, o uso de redes sociais na internet e blogs, para colaborar na criação de um produto. Democraticamente, os usuários sugerem inovações e criam demandas de mercado, eliminando as inúmeras barreiras organizacionais que existem entre o cliente e o departamento de desenvolvimento de produto."

O desenvolvimento social do produto e´também  o chamado co-design ou design colaborativo, onde o usuário está participando do processo de design desde o inicio,  poderiamos até chama-lo de "cloudcomputing product design"?

Nota de marcio dupont.

06 janeiro 2011

Desenhando o futuro

05 janeiro 2011

Design Education Canada


O designer brasileiro / canadense Gustavo Machado envia um link especial sobre design no Canada.

Terra de grandes designers, injustamente ofuscados pelo Estados Unidos.

Vale a pena conhecer o trabalho dele para Design Education

03 janeiro 2011

Comece 2011 com design - aerobics

Sabemos que os desejos positivos para 2011 no campo pessoal, não serão cumpridos, então pelo menos faça um design - aerobics.

02 janeiro 2011

Mono Design: Marca das Olimpíadas Rio 2016



O blog Mono Design exibe material muito interessante,  sobre o processo de criação da marca, com entrevistas do pessoal da Tatil Design.

Ao contrario da marca da Copa do Mundo 2014, desta vez a criação e´acessivel ao publico, permitindo um melhor entendimento das razões que levaram a essa escolha.

Vejam:

Mono Design: Marca das Olimpíadas Rio 2016

01 janeiro 2011

The Brazilian Model



Brazil needs to be more innovative to fulfil its promise of being the “country of the future”

STAND on the observation deck in Embraer’s final-assembly hangar in São José dos Campos and you can see the case for globalisation laid out below you.
Five freshly finished aircraft bear the insignia of airlines from across the world. Brazilian technicians wear T-shirts emblazoned with the word “lean” to emphasise their commitment to the principles of Japanese manufacturing. A supervisor boasts about the company’s ranking in an American guide to best places to work.


Not bad for a company that nearly collapsed in the early 1990s. Embraer turned itself around by spotting a market niche in medium-sized jets and by inventing new business models. It pioneered “reverse outsourcing”, doing the high-value-added work of design and assembly itself and contracting out the making of parts to rich-world companies such as General Electric.

It also introduced risk-sharing, by persuading customers and suppliers to offer some money upfront. The near-bankrupt firm had no choice but to embrace this model in the early 1990s but it has since become standard in the industry.

Embraer is a prime exhibit in a debate that is convulsing Brazilian business, about the country’s capacity to innovate. Businessmen are in a euphoric mood at the moment. Brazil’s economy is expected to grow by more than 7% this year.

The country boasts some of the world’s largest companies: Vale is the biggest producer of iron ore, AB InBev is the biggest brewer and Marcopolo is a big producer of bus bodies. Its firms have been involved in some mighty deals. In September Petrobras raised $67 billion in equity in the biggest share issue ever undertaken.

But throw in the word “innovation” and businessmen become more philosophical. Brazil spends a paltry 1.1% of its GDP on research and development compared with 1.4% in China and 3.4% in Japan. Last year Brazil fell 18 places in Insead’s annual innovation index, from 50th to 68th. Worse still, its ratio of basic-product to manufactured-product exports was the highest since 1978.

These figures confront Brazilians with a troubling question. Can their country become an innovator in its own right, or is its recent growth little more than a by-product of China’s appetite for commodities?

Optimists have more than just Embraer on their side. Natura Cosméticos is emerging as a cosmetics giant by dint of clever marketing and borrowing from others. Everything about the company, from its use of recyclable materials in its packaging to its use of ordinary women rather than supermodels in its advertisements, is designed to emphasise the twin themes of naturalness and sustainability. Natura is also a master of what might be dubbed “lean innovation”. About 40% of its revenues come from products introduced in the past two years. But the company has only about 150 research and development staff compared with L’Oréal’s 2,800. Its trick is to form partnerships with foreign universities and to scour the world for products that it can license.

Some of Brazil’s commodity giants have also managed to add brains to muscles. Petrobras is a leader in deep-sea oil production. Farmers have presided over a productivity revolution with the help of Embrapa, a government-funded research corporation. Brazil is a leader not just in producing biofuels, attracting big investments from Shell and BP, but also in green innovation. Most Brazilian cars can run on a mixture of ethanol and petrol, thanks in part to the flex-fuel engine, developed in the country.

Yet Brazil suffers from two huge blocks to growth: red tape and gaping inequality. For all its recent commitment to liberalisation the Brazilian government is still a rule-spewing, incumbent-protecting monster. Brazil comes 152nd in the World Bank’s “Doing Business” rankings for the ease of paying taxes (it took the Bank’s hypothetical medium-sized company 2,600 hours a year to comply with the tax code) and 128th on the ease of starting a business. Mexico is business-friendly by comparison.

Brazilians pride themselves on their knack for dodging silly rules (they call it jeitinho). Banks persuaded the government to open a route around pro-debtor rules that discouraged lending: they now deduct monthly payments directly from borrowers’ paycheques. But all that time spent finding ways around daft rules would be better devoted to world-beating innovation.

A poor record at home
Brazilian companies are also doing far less than their rivals in India and China to master the art of producing frugal goods for the masses. Clever ideas and products aimed at the poor abound in the country. Whirlpool has produced a cheap mini-freezer for the Brazilian market. AstraZeneca is seeking approval to sell cheap off-patent drugs to Brazil. Nestlé, a food giant, and Bradesco, a big bank, have both developed floating outlets that sail up and down the Amazon. But most of these innovators are foreign. Brazil’s own champions are applying much less ingenuity to producing goods for the local market than for the global one.

A visit to Heliópolis, São Paulo’s largest favela, underlines how far the country still has to go to harness its potential for innovation. The favela is alive with activity. Women sell home-made cleaning products from shacks. Men make chairs from crates. An outfit called MecFavela sells burgers. But although the gap between this informal economy and Brazil’s formal one is closing, it remains huge. Too many companies ignore the inhabitants of Heliópolis and the government continues to regard them more as potential victims than as budding entrepreneurs.

Among the books in the favela’s surprisingly well-stocked library is Tom Peters’s “The Circle of Innovation”. If Brazil can devote more effort to bringing the favelas into this circle, and less to protecting incumbents, it may be able to convert its temporary good fortune into a long-term blessing

From the Economist