Liderança Sustentável, a chave para o futuro
Livro, palestras pelo país e Portal pretendem mostrar como pensam e as experiências concretas de dez grandes empresários na área de sustentabilidade
“Os mercados só irão incorporar, de fato, a cultura da sustentabilidade quando houver, à frente das empresas, mais líderes apaixonados pelo tema. E eles não estão brotando em árvores”, avalia o jornalista Ricardo Voltolini. Voltolini diz ser difícil lidar com o tema porque, para muitos, o conceito de sustentabilidade ainda é nebuloso e não está tão disseminado quanto parece. “No Brasil, felizmente, já há uma safra de bons líderes. No entanto, a experiência deles permanece restrita ao universo das empresas nas quais atuam”, completa.
Para tentar dividir esse conhecimento e discutir a importância de organizações corporativas agirem de forma marcante nessa área e o papel desses grandes CEos na mobilização de negócios responsáveis, o jornalista escreveu Conversas com Líderes Sustentáveis - o que aprender com quem fez ou está fazendo a mudança para a sustentabilidade (Editora Senac São Paulo).
They need more brains: Industrial Design Wiki
DESIGNERS, NO SPECULATIVE WORK!
DESMA IS RECRUITING DESIGN-BUSINESS RESEARCHERS (Deadline March 15)
Now accepting English - Spanish and Português articles about sustainable - social design, sustainable consumption.
DESIGNERS, NO SPECULATIVE WORK!
DESMA IS RECRUITING DESIGN-BUSINESS RESEARCHERS (Deadline March 15)
Now accepting English - Spanish and Português articles about sustainable - social design, sustainable consumption.
31 de maio de 2011
Somos 1 só
Oito episódios e oito diferentes diretores do cinema e da televisão brasileira, de maneira original abordam a sociedade e a nossa relação com o Planeta Terra, desde diferentes 8 visões do meio ambiente em um contexto brasileiro.
29 de maio de 2011
28 de maio de 2011
26 de maio de 2011
Links de design
XIII Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente
As indústrias paulistas estão cada vez mais conscientes da necessidade de adoção de práticas de gestão ambiental e de esforços para melhorar a relação entre o homem e a natureza.
Para mostrar à sociedade os avanços e investimentos do setor, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), por meio do Departamento do Meio Ambiente (DMA) da Fiesp, promoverá a XIII Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente, entre os dias 6 a 8 de junho, na sede da federação.
Considerada um dos principais eventos em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 5 de junho, a XIII Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente discutirá temas importantes como: economia verde, Rio +20, inovação tecnológica, resíduos sólidos, mudanças climáticas, zoneamento ecológico econômico e geração de emprego e renda, durante as palestras, seminários e oficinas de esclarecimento.
Além disso, estão previstos dois eventos especiais: a cerimônia de entrega do Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental, na abertura da Semana, e o lançamento da Publicação
Link: http://fiesp.com.br/meioambiente/default.htm
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Livros de design para download
http://compartilhandodesign.wordpress.com/
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Associação Brasileira de Normas Tecnicas
http://www.abnt.org.br/
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Introdução ao Design e temas afins
http://www.lsc.ufsc.br/~edla/design/design.htm
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Conceitos-chave em Design
http://www.idemdesign.net/perfil/blog/199-conceitos-chave-design.html
As indústrias paulistas estão cada vez mais conscientes da necessidade de adoção de práticas de gestão ambiental e de esforços para melhorar a relação entre o homem e a natureza.
Para mostrar à sociedade os avanços e investimentos do setor, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), por meio do Departamento do Meio Ambiente (DMA) da Fiesp, promoverá a XIII Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente, entre os dias 6 a 8 de junho, na sede da federação.
Considerada um dos principais eventos em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 5 de junho, a XIII Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente discutirá temas importantes como: economia verde, Rio +20, inovação tecnológica, resíduos sólidos, mudanças climáticas, zoneamento ecológico econômico e geração de emprego e renda, durante as palestras, seminários e oficinas de esclarecimento.
Além disso, estão previstos dois eventos especiais: a cerimônia de entrega do Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental, na abertura da Semana, e o lançamento da Publicação
Link: http://fiesp.com.br/meioambiente/default.htm
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Livros de design para download
http://compartilhandodesign.wordpress.com/
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Associação Brasileira de Normas Tecnicas
http://www.abnt.org.br/
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Introdução ao Design e temas afins
http://www.lsc.ufsc.br/~edla/design/design.htm
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Conceitos-chave em Design
http://www.idemdesign.net/perfil/blog/199-conceitos-chave-design.html
Sustentabilidade x Coerência
O McDonald’s vende produtos que são riquíssimos em gorduras, sódio, açúcares e outras elementos não tão bacanas para a saúde.
Até ai, tudo bem.
Cada um consome o que quer e se não é enganado sobre o que o produto é realmente não há problema nenhum. Contudo, o McDonald’s é muito criticado por ter uma comunicação voltada para crianças, com comerciais durante programas infantis, vinculação da imagem de seus produtos com personagens que as crianças gostam e pelos brinquedos como “brinde” para os pequenos.
Nos últimos anos cresceu o numero de organizações que condenam tais ações. Mas, nessas últimas semanas, o coro dos “conta-junkfood” foi endossado por médicos que, através do site Letter To McDonald’s, pedem para que a marca de sanduiches aposente seu famoso personagem Ronald McDonald e todo seu marketing para crianças. A ação reverberou em diversos jornais importantes dos EUA, como o Chicago Tribune, LA Times e The Wall Street Journal.
O McDonald’s rechaçou tudo isso em nota oficial (que infelizmente não consegui encontrar na íntegra). Mas no trecho citado no Meio&Mensagem fica muito clara a posição/visão da empresa a respeito disso:
Como rosto da Ronald McDonald House Charities [organização da empresa que busca promover a saúde infantil], Ronald é um embaixador a serviço do bem, que dá mensagens importantes às crianças sobre segurança, alfabetização e um estilo de vida ativo e equilibrado.
Comentario do artigo:
Será que marcas com comportamentos tão altivos, prepotentes e mentirosos como esse ainda têm lugar no mundo?
Não acredito em marcas que usam de publicidade mentirosa tem um bom futuro. As marcas hoje tem um papel muito maior do que apenas fornecer produtos. Precisam se preocupar com questões além dessas. Investir em ações, produtos e experiências que fossem realmente benéficas a seus consumidores seria muito mais útil do que pegar esse dinheiro e gastar para dizer “Ronald é um embaixador a serviço do bem. Ele é o logotipo de uma charitie.” Todo mundo, com o mínimo de informação, sabe que isso é uma grande bobagem, um engana que eu gosto. Marcas precisam entender que elas não são o que elas mesmas dizem ser, elas são o que as pessoas dizem que são.
É claro que o McDonald’s vai lutar com unhas e dentes pelo Ronald, simplesmente porque ele e seus amigos (+ os brinquedos) formam os futuros adultos consumidores. E, em outras palavras, que se dane as gorduras, sódios e açúcares que as crianças que estão aprendendo a amar.
Comentário do blog:
As empresas hoje exercem a sustentabilidade que e´conveniente para elas.
Com choque de interesses internos e externos, e muita falta de coerência ainda.
A foto resume tudo!
Você não e´o que diz que é, mas o que o google diz que você e´.
Aplicavel a tudo, do nivel corporativo até pessoal - profissional.
Artigo extraido de: LogoBR
Fonte: Meio e Mensagem
Até ai, tudo bem.
Cada um consome o que quer e se não é enganado sobre o que o produto é realmente não há problema nenhum. Contudo, o McDonald’s é muito criticado por ter uma comunicação voltada para crianças, com comerciais durante programas infantis, vinculação da imagem de seus produtos com personagens que as crianças gostam e pelos brinquedos como “brinde” para os pequenos.
Nos últimos anos cresceu o numero de organizações que condenam tais ações. Mas, nessas últimas semanas, o coro dos “conta-junkfood” foi endossado por médicos que, através do site Letter To McDonald’s, pedem para que a marca de sanduiches aposente seu famoso personagem Ronald McDonald e todo seu marketing para crianças. A ação reverberou em diversos jornais importantes dos EUA, como o Chicago Tribune, LA Times e The Wall Street Journal.
O McDonald’s rechaçou tudo isso em nota oficial (que infelizmente não consegui encontrar na íntegra). Mas no trecho citado no Meio&Mensagem fica muito clara a posição/visão da empresa a respeito disso:
Como rosto da Ronald McDonald House Charities [organização da empresa que busca promover a saúde infantil], Ronald é um embaixador a serviço do bem, que dá mensagens importantes às crianças sobre segurança, alfabetização e um estilo de vida ativo e equilibrado.
Comentario do artigo:
Será que marcas com comportamentos tão altivos, prepotentes e mentirosos como esse ainda têm lugar no mundo?
Não acredito em marcas que usam de publicidade mentirosa tem um bom futuro. As marcas hoje tem um papel muito maior do que apenas fornecer produtos. Precisam se preocupar com questões além dessas. Investir em ações, produtos e experiências que fossem realmente benéficas a seus consumidores seria muito mais útil do que pegar esse dinheiro e gastar para dizer “Ronald é um embaixador a serviço do bem. Ele é o logotipo de uma charitie.” Todo mundo, com o mínimo de informação, sabe que isso é uma grande bobagem, um engana que eu gosto. Marcas precisam entender que elas não são o que elas mesmas dizem ser, elas são o que as pessoas dizem que são.
É claro que o McDonald’s vai lutar com unhas e dentes pelo Ronald, simplesmente porque ele e seus amigos (+ os brinquedos) formam os futuros adultos consumidores. E, em outras palavras, que se dane as gorduras, sódios e açúcares que as crianças que estão aprendendo a amar.
Comentário do blog:
As empresas hoje exercem a sustentabilidade que e´conveniente para elas.
Com choque de interesses internos e externos, e muita falta de coerência ainda.
A foto resume tudo!
Você não e´o que diz que é, mas o que o google diz que você e´.
Aplicavel a tudo, do nivel corporativo até pessoal - profissional.
Artigo extraido de: LogoBR
Fonte: Meio e Mensagem
25 de maio de 2011
Não doi nada!
Este post e´repetido agora no blog, pelo protestos contra a Unilever que faz testes com animais.
Veja no twitter #BoicoteUnilever
Em entrevista à Agência Brasil, a presidente da Suipa, Izabel Cristina Nacimento, afirmou que o uso de animais como cobaias é “paradoxal”.
Por Paula Laboissière - Agência Brasil
O uso de animais como cobaias em pesquisas não é mais necessário na chamada era do genoma, afirma a presidente da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), Izabel Cristina Nacimento. Segundo ela, é preciso que o Brasil, sobretudo, invista em métodos alternativos, como estudos in vitro e com células.
Dia 29 de julho (2010), o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, informou que vai dar início no próximo mês ao cadastro de todas as pesquisas que usam animais.
Em entrevista à Agência Brasil, Izabel afirmou que o uso de animais como cobaias é “paradoxal”, uma vez que os bichos são usados por se tratarem de organismos próximos ao ser humano, mas, ao mesmo tempo, são vistos como seres sem direito de escolha em relação ao sofrimento a que são submetidos durante os experimentos. “Se eu quiser ser uma cobaia humana, tenho que assinar um compromisso, mas podem fazer estudos com o animal porque ele é inferior?”, questionou.
Izabel lembrou que a própria Lei de Crimes Ambientais prevê punição para o abusos e os maus-tratos a animais. Ela destacou ainda que a legislação brasileira só permite o uso de animais como cobaias quando não há possibilidade de outros métodos. “Mas os pesquisadores acham que são deuses”, criticou.
A Suipa considera antiquada a Lei Arouca, que traz as normas para o uso das cobaias em experimentos. Criado há pelo menos 20 anos, o texto foi sancionado apenas em 2008 e prevê que os animais podem ser usados como cobaias somente após o experimento em células. Em seguida, humanos estão liberados para participar dos testes. O animal tem sentimento, está mais do que comprovado. Eles sentem medo, angústia, tristeza, depressão”, afirmou.
Izabel citou o exemplo do medicamento Talidomida, responsável por deformações em fetos humanos mesmo depois de ter sido testado em cães e gatos. “A experimentação científica está muito atrasada no Brasil”, completou.
De acordo com a Suipa, países europeus, além do Canadá e dos Estados Unidos, conseguiram reduzir de forma considerável o uso de animais como cobaias. Outro avanço, segundo Izabel, é que, nesses países, medicamentos e produtos feitos em laboratório informam o rótulo se foram testados em animais. “Lá eles dão a opção de não usar aquilo, mas o brasileiro não tem noção, falta cultura, conhecimento”, concluiu.
Agência Brasil/EcoAgência
Veja no twitter #BoicoteUnilever
Por Paula Laboissière - Agência Brasil
O uso de animais como cobaias em pesquisas não é mais necessário na chamada era do genoma, afirma a presidente da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), Izabel Cristina Nacimento. Segundo ela, é preciso que o Brasil, sobretudo, invista em métodos alternativos, como estudos in vitro e com células.
Dia 29 de julho (2010), o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, informou que vai dar início no próximo mês ao cadastro de todas as pesquisas que usam animais.
Em entrevista à Agência Brasil, Izabel afirmou que o uso de animais como cobaias é “paradoxal”, uma vez que os bichos são usados por se tratarem de organismos próximos ao ser humano, mas, ao mesmo tempo, são vistos como seres sem direito de escolha em relação ao sofrimento a que são submetidos durante os experimentos. “Se eu quiser ser uma cobaia humana, tenho que assinar um compromisso, mas podem fazer estudos com o animal porque ele é inferior?”, questionou.
Izabel lembrou que a própria Lei de Crimes Ambientais prevê punição para o abusos e os maus-tratos a animais. Ela destacou ainda que a legislação brasileira só permite o uso de animais como cobaias quando não há possibilidade de outros métodos. “Mas os pesquisadores acham que são deuses”, criticou.
A Suipa considera antiquada a Lei Arouca, que traz as normas para o uso das cobaias em experimentos. Criado há pelo menos 20 anos, o texto foi sancionado apenas em 2008 e prevê que os animais podem ser usados como cobaias somente após o experimento em células. Em seguida, humanos estão liberados para participar dos testes. O animal tem sentimento, está mais do que comprovado. Eles sentem medo, angústia, tristeza, depressão”, afirmou.
Izabel citou o exemplo do medicamento Talidomida, responsável por deformações em fetos humanos mesmo depois de ter sido testado em cães e gatos. “A experimentação científica está muito atrasada no Brasil”, completou.
De acordo com a Suipa, países europeus, além do Canadá e dos Estados Unidos, conseguiram reduzir de forma considerável o uso de animais como cobaias. Outro avanço, segundo Izabel, é que, nesses países, medicamentos e produtos feitos em laboratório informam o rótulo se foram testados em animais. “Lá eles dão a opção de não usar aquilo, mas o brasileiro não tem noção, falta cultura, conhecimento”, concluiu.
Agência Brasil/EcoAgência
Ser designer e´ser nerd naturalmente?
Direitos e deveres dos nerds
Foi criado um manifesto para celebrar o primeiro Dia do Orgulho Nerd, que incluía a seguinte lista de direitos e deveres dos nerds:
Direitos
O direito de ser nerd.
O direito de não ter que sair de casa.
O direito de não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.
O direito de se associar com outros nerds.
O direito de ter poucos (ou nenhum) amigo.
O direito de ter o tanto de amigos nerds que quiser.
O direito de não ter que estar “na moda”.
O direito ao sobrepeso (ou subpeso) e de ter problemas de visão.
O direito de expressar sua nerdice.
O direito de dominar o mundo.
Deveres
Ser nerd, não importa o quê.
Tentar ser mais nerd do que qualquer um.
Se há uma discussão sobre um assunto nerd, deve dar sua opinião.
Guardar todo e qualquer objeto nerd que tiver.
Fazer todo o possível para exibir seus objetos nerds como se fosse um “museu da nerdice”.
Não ser um nerd generalista. Você deve se especializar em algo.
Assistir a qualquer filme nerd na noite de estreia e comprar qualquer livro nerd antes de todo mundo.
Esperar na fila em toda noite de estreia. Se puder ir fantasiado, ou pelo menos com uma camisa relacionada ao tema, melhor ainda.
Não perder seu tempo em nada que não seja relacionado à nerdice.
Tentar conquistar o mundo.
E lembre-se:
Não entre em pânico.
Amor, evite se for possível.
“Resistir é inútil.”
“Normalidade restabelecida.”
“Tudo o que você precisará quando o universo acabar é de uma toalha”
de SciFi Brasil
24 de maio de 2011
DE x DS
Para quem ainda não leu, até agora vão quase 700 leituras do artigo.
Design Ecológico x Design Sustentável
Design Ecológico x Design Sustentável
11 de maio de 2011
Diseño en America Latina
Quisiera compartir este excelente esfuerzo, el libro "Diseño en America Latina".
Consulten el libro en el siguiente link:
http://www.disenoenamericalatina.com/
Enjoy!
Consulten el libro en el siguiente link:
http://www.disenoenamericalatina.com/
Enjoy!
7 de maio de 2011
Good Design always
Este post é para os designers mais novos, ou mesmo para aqueles que ainda estão na faculdade e nunca escutaram falar do Dieter Rams.
O design cada vez mais se ramifica e torna-se complexo, gerando não apenas produtos fisicos como antigamente, mas também experiências, brands, estilos de vida, serviços, sistemas.
Nesse caos projetual esquece-se o que era ou é o bom e velho design.
Estes principios são do famoso designer alemão Dieter Rams, e demonstram que o Good Design sempre seguiu essas diretrizes, que devem ser incorporadas ao projeto desde o inicio como requerimentos.
Sendo assim, recordemos os bons e velhos principios universais,sem data de vencimento, do Good Design:
Good design is innovative
Good design makes a product useful
Good design is aesthetic
Good design makes a product understandable
Good design is unobtrusive
Good design is honest
Good design is long-lasting
Good design is thorough down to the last detail
Good design is as little design as possible
Good design is environmentally friendly
Quando ainda não existia nenhuma consciência ambiental e muito menos o termo sustentável!
Portanto, afirmar que apenas agora o design é ecologicamente correto, é demonstrar que desde um principio não era "Good Design".
É como se afirmassemos que este carro é melhor que o outro porque este tem 4 rodas e um motor!
O bom carro sempre teve 4 carros e um motor, assim como o Good Design sempre foi e será sustentável, apesar de que empresas e designers gritem aos quatros ventos que o design deles é melhor por ser sustentável.
Mais sobre Design Museum - Dieter Rams
O design cada vez mais se ramifica e torna-se complexo, gerando não apenas produtos fisicos como antigamente, mas também experiências, brands, estilos de vida, serviços, sistemas.
Nesse caos projetual esquece-se o que era ou é o bom e velho design.
Estes principios são do famoso designer alemão Dieter Rams, e demonstram que o Good Design sempre seguiu essas diretrizes, que devem ser incorporadas ao projeto desde o inicio como requerimentos.
Sendo assim, recordemos os bons e velhos principios universais,sem data de vencimento, do Good Design:
Good design is innovative
Good design makes a product useful
Good design is aesthetic
Good design makes a product understandable
Good design is unobtrusive
Good design is honest
Good design is long-lasting
Good design is thorough down to the last detail
Good design is as little design as possible
Good design is environmentally friendly
Quando ainda não existia nenhuma consciência ambiental e muito menos o termo sustentável!
Portanto, afirmar que apenas agora o design é ecologicamente correto, é demonstrar que desde um principio não era "Good Design".
É como se afirmassemos que este carro é melhor que o outro porque este tem 4 rodas e um motor!
O bom carro sempre teve 4 carros e um motor, assim como o Good Design sempre foi e será sustentável, apesar de que empresas e designers gritem aos quatros ventos que o design deles é melhor por ser sustentável.
Mais sobre Design Museum - Dieter Rams
6 de maio de 2011
Cultura e Sustentabilidade
Sem uma noção cultural, o desenvolvimento se descola da vida cotidiana das pessoas.
Estamos num momento civilizatório, onde a sustentabilidade ganha centralidade jamais vista, em virtude da insustentabilidade planetária e de seus impactos sobre os modos de vida contemporâneos.
O debate cultural necessita ganhar profundidade em relação a esses desafios. Se os anos 1990 significaram o início dessa discussão – ainda centrada na importância da cultura, sua democratização de oportunidades, participação, cidadania e direitos –, hoje caminhamos para visões e intervenções que levam em conta uma noção de totalidade da cultura, tendo como horizonte a formação de uma cultura sustentável e de parâmetros para a cultura da sustentabilidade.
Estamos num momento civilizatório, onde a sustentabilidade ganha centralidade jamais vista, em virtude da insustentabilidade planetária e de seus impactos sobre os modos de vida contemporâneos.
O debate cultural necessita ganhar profundidade em relação a esses desafios. Se os anos 1990 significaram o início dessa discussão – ainda centrada na importância da cultura, sua democratização de oportunidades, participação, cidadania e direitos –, hoje caminhamos para visões e intervenções que levam em conta uma noção de totalidade da cultura, tendo como horizonte a formação de uma cultura sustentável e de parâmetros para a cultura da sustentabilidade.
2 de maio de 2011
Time to Care Design competition
To promote the core values that have contributed to our 127 years of success and fame, Victorinox Swiss Army is proud to announce Time to Care, a yearlong initiative celebrating “The Spirit of Innovation and Sustainability.”
Running from late March through end of September 2011, the Time to Care project showcases the innovative Victorinox Swiss Army Alliance line of watches and chronographs. It consists of two initiatives: a traveling photography exhibition celebrating sustainable design and an international sustainable design competition. The events seek to promote and generate innovative and design solutions.
More info at: http://timetocare.victorinox.com/en/award.html
Running from late March through end of September 2011, the Time to Care project showcases the innovative Victorinox Swiss Army Alliance line of watches and chronographs. It consists of two initiatives: a traveling photography exhibition celebrating sustainable design and an international sustainable design competition. The events seek to promote and generate innovative and design solutions.
More info at: http://timetocare.victorinox.com/en/award.html
Low Ecology Chair
Originating from an explicit manifestation, 'empty spray paint cans armchair' by italian designer luigi semeraro blends creative writing with the contemporary art scene.
Focusing on the proper instruments used by street artists, the up-cycled chair and pouf utilize left over spray cans which remain non-recyclable.
Characterized by creativity and detailed planning, the contemporary object is constructed by bonding over 200 empty cans together and securing the form between two painted wood sides. the self-produced, limited edition pieces were recently on show during milan design week 2011.
Focusing on the proper instruments used by street artists, the up-cycled chair and pouf utilize left over spray cans which remain non-recyclable.
Characterized by creativity and detailed planning, the contemporary object is constructed by bonding over 200 empty cans together and securing the form between two painted wood sides. the self-produced, limited edition pieces were recently on show during milan design week 2011.
O problemas das tecnologias sustentaveis e´a sua aplicação à grande escala, ainda inviavel logisticamente e até financeiramente em alguns casos, reduzindo-se a esforços locais em menor escala.
Precisariamos de quantos milhões de latas de spray e quantos sofas para diminuir realmente o impacto ambiental desse material?
Se a Coca Cola entra no meio e contribue com as suas cadeiras ecologicas, é outro coisa.
Milhões de latas para centenas de cadeiras.
Fazer coisas de PET ou moveis desse estilo contribuem para a educação / consciência ecologica das pessoas para diminuir impactos futuros, mas no presente um dos grandes problemas dessa sociedade sustentavel é a massificação total dessas tecnologias e a que custo.
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