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They need more brains: Industrial Design Wiki

DESIGNERS, NO SPECULATIVE WORK!

DESMA IS RECRUITING DESIGN-BUSINESS RESEARCHERS (Deadline March 15)

Now accepting English - Spanish and Português articles about sustainable - social design, sustainable consumption.

27 de novembro de 2010

Design Currency

Ensine em 1 minuto e 35 segundos ao empresario e industrial brasileiro porque o Design é importante para eles.

24 de novembro de 2010

EarthLings

EARTHLINGS is a powerful and informative documentary about society’s treatment of animals, narrated by Joaquin Phoenix with soundtrack by Moby. This multi-award winning film by Nation Earth is a must-see for anyone who cares about animals or wishes to make the world a better place.


Make the Connection. EARTHLINGS.com

Faça a conexão

2010 Green Brands Global

2010 Green Brands Global

18 de novembro de 2010

Nosso futuro comum


Uma foto algo perturbadora, uma sensação estranha emerge de ver a foto, ainda que esse e´um futuro proximo, mas ainda assim levará algo de tempo até nós acostumarmos a ter essa convivência.
Ainda que seja um robot, androide,cyborgue, humanoide com aparência humana, pele, cabelo sempre ficará uma sensação de algo bizarro.

14 de novembro de 2010

Os verdadeiros Brasileiros esquecidos e ignorados




Como pedir coerência para o homem branco, uma raça naturalmente incoerente.

$u$tentabilidade

MP interveio em pelo menos três contratos entre a Natura e comunidades
Vinicius Sassine

O Ministério Público Federal (MPF) precisou intervir em pelo menos três contratos da Natura Cosméticos com comunidades tradicionais para garantir uma correta repartição dos benefícios às populações que oferecem conhecimento e propriedades genéticas à indústria de cosméticos. Os pedidos para que o MPF acompanhe a execução dos contratos partiram das próprias associações.
No interior do Maranhão, a Natura explora as propriedades do babaçu. Em troca, reparte os benefícios com a comunidade local, como manda a legislação brasileira. Como faltam parâmetros para a definição dos valores, o MPF foi acionado, em 2008, para acompanhar a definição das cláusulas contratuais.

Dois anos antes, associações do Mercado Ver-o-Peso, reconhecido centro paraense de ervas medicinais e aromáticas, solicitaram a presença do MPF nas negociações. Os dois contratos com a Natura resultaram em inquéritos abertos pelo MP. No Acre, em 2007, os procuradores da República moveram uma ação civil pública contra a empresa por supostamente fazer aproveitamento ilegal do murumuru, fruto cujo conhecimento tradicional pertence aos índios ashaninka.

De acordo com a procuradora regional da República Eliana Péres Torelly, que atuou nos casos do Maranhão e do Pará, os valores oferecidos pela Natura “foram muito baixos”. “Quando as comunidades são procuradas, elas não têm ideia do que estão vendendo.” Os vendedores de ervas do Mercado Ver-o-Peso chegaram a um acordo com a indústria de cosméticos, mas o sigilo estabelecido para os valores contratuais dificultou as negociações com a comunidade que explora o babaçu, no interior do Maranhão.

Nos dois casos, segundo a procuradora, as autorizações foram concedidas pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (Cgen), ligado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). O Correio mostrou, no último dia 3 que, durante a gestão da senadora Marina Silva no MMA, o Cgen concedeu seis autorizações para a Natura explorar recursos genéticos da biodiversidade brasileira. Cinco sócios da Natura, entre eles o vice na chapa do PV que disputou a Presidência da República, Guilherme Leal, doaram R$ 12,4 milhões dos R$ 24,9 milhões arrecadados pela ex-candidata.
Para o ex-secretário de Biodiversidade e Florestas e presidente do Cgen entre 2003 e 2006, João Paulo Capobianco, não houve nenhuma facilitação à Natura. “Toda a análise foi técnica, com a aprovação de um colegiado.” Segundo ele, que coordenou a campanha de Marina à Presidência, a empresa foi a que mais atuou “proativamente” para regularizar, no MMA, o acesso a propriedades genéticas. Essa repartição de benefícios é regulamentada por uma medida provisória de 2001. Como há várias falhas na medida, o Cgen edita normas e resoluções para conceder as autorizações.

Para o diretor de Assuntos Corporativos e Relações Governamentais da Natura, Rodolfo Guttilla, o relacionamento da empresa com 26 comunidades tradicionais sinaliza que “a Natura tem boa relação com os fornecedores”. “A medida provisória é muito imperfeita. Procuramos oferecer valores justos e equitativos e, para isso, seguimos parâmetros de precificação do mercado internacional.” A diretora jurídica da empresa, Lucilene Prado, confirma que a Natura foi intimada nos inquéritos do MPF. “O inquérito no Maranhão está suspenso, esperando o fim do contrato. No Pará, o inquérito será arquivado, pois o contrato foi cumprido”, diz Lucilene

Extraido de: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2010/11/09/interna_politica,222334/index.shtml

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O Estado de S.Paulo

O Ibama multou neste mês a empresa de cosméticos Natura em um total de R$ 21 milhões por ter acessado recursos da biodiversidade supostamente de forma irregular. Foram 64 autos de infração que se referem a processos ocorridos em diferentes anos.
A Natura afirma que vai recorrer e diz estar "segura de ter cumprido os princípios fundamentais da Convenção da Diversidade Biológica (CDB)".

Tanto pesquisadores quanto empresários reclamam que a legislação brasileira atual trava a inovação - como a produção de remédios e cosméticos baseados na biodiversidade. Eles criticam o Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (Cgen) de barrar a pesquisa no País.

Anteontem, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que era preciso urgentemente alterar a lei. "Não dá para continuar com as restrições de acesso à pesquisa. O Brasil tem dois pré-sais, o do petróleo e o da biodiversidade. São duas riquezas que merecem visão estratégica. Temos que reduzir a biopirataria e aproveitar o potencial brasileiro para dar uma nova com relação à biotecnologia."
Ontem, a ministra mudou um pouco o tom do discurso. Ela determinou a reformulação do Cgen e disse ao Estado que "há algum tempo o governo investiga atuação indevida de empresas e ONGs na Amazônia". Para ela, o órgão não vinha conseguindo dar respostas adequadas aos problemas.

O Cgen é responsável pelas autorizações para exploração comercial de patrimônio genético e de conhecimento tradicional associado. Em muitos casos, os cientistas afirmam sequer ter resposta do órgão. A Natura diz que, além de muitos processos sem decisão, há casos em que o Cgen levou dois anos para aprovar uma pesquisa. O presidente do conselho, Braulio Dias, secretário de Biodiversidade do Ministério, não foi localizado para comentar as críticas.

Multas. Segundo o Portal IG, o Ibama aplicou multas a empresas nacionais e estrangeiras, totalizando R$ 100 milhões. O ministério não confirma o valor nem revela detalhes porque os processos correm em sigilo por tratarem de propriedade intelectual.

Um dos processos pelos quais a Natura foi multada diz respeito à exploração comercial de um fruto do Acre, o murmuru, usado em xampus e sabonetes, sem pagar as devidas compensações por conhecimento tradicional à etnia indígena ashaninka. O caso gerou processo judicial por biopirataria contra a empresa que se arrasta desde 2001. A Natura argumenta que em 2003 assinou um termo de compromisso com o governo do Acre, o que teria encerrado o assunto.

Política. A Natura pertence ao empresário Guilherme Leal, companheiro de chapa da candidata derrotada do PV à Presidência, Marina Silva. Mas a empresa diz não acreditar que esse fator tenha motivado a autuação. "Acreditamos que o problema tenha ocorrido por causa da confusão da lei atual. Mas é um desestímulo para os negócios e para a ciência no País", disse Rodolfo Guttilla, diretor de assuntos corporativos da Natura.
Extraido de : http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101113/not_imp639296,0.php


Acorda Brasil !!

Inovação e´ peça fundamental

"A inovação é chave em todo o mundo. É uma peça fundamental para que as empresas cresçam rapidamente. Pesquisas indicam que as empresas que inovam pagam melhores salários, dão melhores condições ao funcionário, valorizam mais o tempo de trabalho e a experiência de seus trabalhadores".

Essa é uma das principais conclusões do professor Glauco Arbix. Em entrevista à IHU On-Line, realizada por telefone, Arbix analisa a relação entre o imitar e o inovar e a noção de propriedade intelectual na era da economia do conhecimento. Para ele, quando se "copia" uma ideia adequando-a a uma nova realidade e necessidade há um processo de inovação. "Não estou falando da cópia vulgar, a cópia significa se basear num processo que já está dado e faz acontecer de tal forma que algo de novo surge", explica.

O filósofo Glauco Arbix é doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo e pós-doutor pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts e pela London School of Economics and Political Science. Atualmente, é professor na USP.

Confira a entrevista.
IHU On-Line – Porque a ideia do “imitar e inovar” é interessante para ao Brasil?

Glauco Arbix – A inovação é chave em todo o mundo. É uma peça fundamental para que as empresas cresçam rapidamente. Pesquisas indicam que as empresas que inovam pagam melhores salários, dão melhores condições ao funcionário, valorizam mais o tempo de trabalho e a experiência de seus trabalhadores. As empresas inovadoras contratam funcionários com maior tempo de escolaridade e, do ponto de vista da própria economia, elas são as mais dinâmicas, as mais aptas e as que, provavelmente, vão se transformar, ou podem se transformar, em exportadoras.

Quando trabalhamos no Brasil com inovação se percebe que, muitas vezes tanto os empresários, quanto os órgãos públicos ou as Universidades, a palavra em si tem diferentes sentidos. Em todo país é muito forte a tradição que vê a inovação como uma atividade de alta tecnologia, que está identificada com as áreas da alta engenharia, com avanços tecnológicos que marcam época, com habilidades que dependem de cientistas e laboratórios. No entanto, o Brasil tem mais de dez milhões de empresas, e a maioria delas não tem laboratório, engenheiros, mestrandos ou doutorandos etc.

Eu já assisti palestras que falavam que há empresas nos Estados Unidos que investem dois bilhões de dólares por ano em seus laboratórios, departamentos de pesquisa e desenvolvimento. Isso nós não fizemos no Brasil. Qual empresa daqui pode, investir 1 ou 2 bilhões de dólares? São raras as empresas do mundo que fazem isso. Então, a minha preocupação, assim como a de todos os pesquisadores aqui do observatório da inovação da USP, é exatamente mostrar que há níveis diferenciados de inovação. Temos inovações muito radicais, que é aquela que marca época, como a Internet, a Televisão, o Rádio. Mas, ao mesmo tempo, temos inovações tão ou mais revolucionárias que não utilizaram praticamente nada de tecnologia, por exemplo, no começo do século passado um proprietário de uma empresa de automóveis, chamado Henry Ford, desenvolveu um sistema de montagem dos automóveis que revolucionou o mundo da indústria, que não foi a mesma depois dele.
Veja, ele não inventou a porca, a ruela, a correia, a base em cima da qual as peças eram levadas até os trabalhadores. Ele juntou tudo isso e teve a ideia de aproveitar melhor a capacidade de trabalho de seus funcionários, utilizando uma ideia muito antiga. E foi só isso que ele fez? Não, ele fez isso e aumentou os salários de seus funcionários e, com isso, praticamente triplicou o valor de mercado deles. Assim, a indústria nunca mais foi a mesma, não somente as empresas de automóveis, mas tudo que é industrial passou a utilizar das formas que o próprio Ford inventou.

IHU On-Line - E como podemos trazer esse exemplo para hoje?

Glauco Arbix - Um exemplo da era informatizada: uma empresa como a Apple, que é uma das empresas mais inovadoras do mundo, fez o Ipod e o NanoPod que foram um sucesso estrondoso, que é objeto de desejo de uma parcela gigantesca da juventude, todo mundo quer um aparelho desses, só que tem um problema: A Apple Steve Jobs e seu Iphone não foi a primeira, não foi a segunda a fazer esse tipo de produto. Ela entrou bem depois no mercado e não foi a inventora do MP3, nem do aparelho que lê arquivos MP3. Eu acompanhei uma palestra do presidente da Apple, Steve Jobs, uma personalidade muito forte e polêmica, e o que vou repetir eu escutei dele:

“Vocês pensam que a Apple inventou esse display do Ipod? Não! Isso foi desenvolvido, em grande parte, pela Secretaria da Energia dos Estados Unidos. Vocês pensam que a Apple inventou a bateria de lítio, que dá uma durabilidade de capacidade de desenvolver as músicas? Isso não é verdade. Quem desenvolveu isso foi o Ministério da Defesa. Então, o que a Apple fez? Ela combinou um conhecimento já dado de uma forma inteligente”. Essa última frase é muito marcante, porque ela é bastante elucidativa para o Brasil. Enquanto ficamos sonhando com essa ou aquela invenção, deixamos de incentivar milhares de avanços e inovações. Enganam-se aqueles que acham que desenvolver pequenas mudanças não é uma atividade nobre.

Vou radicalizar no exemplo: uma inovação menor, vamos chamar assim, é aquela que não é de ruptura para o mundo, é quando uma empresa brasileira consegue “tropicalizar” um produto ou uma ideia que já existe fora. Ela não inventou nada, porém adaptou, mostrou, acomodou, fez adequações às realidades brasileiras, arriscou, fez diferente. A empresa está copiando? Praticamente, mas copiar é fácil? Nem um pouco!

Poucas áreas da economia brasileira trabalham na fronteira do conhecimento. Nós somos um país que ainda tem um longo caminho a percorrer no campo das ciências, da tecnologia, dos sistemas de produção. Agora, se nós acharmos que tudo o que precisamos de inovação só vai ser dirigido e orientado por um grupo seleto e restrito de empresas, estaremos julgando a esmagadora maioria das empresas do país que querem e se dispõem a evoluir. Essa discussão sobre inovação e imitação tem um impacto muito forte para a universidade brasileira, para o conjunto das empresas, associações de empresários e, fundamentalmente, para as políticas públicas.

IHU On-Line – Qual é a contribuição das universidades nesse sentido?

Glauco Arbix – As universidades brasileiras vêm de uma tradição muito forte na área da pesquisa, e temos pesquisas de qualidade no país. Mas, ao mesmo tempo, podemos e devemos avançar muito mais no que diz respeito ao relacionamento e sintonia com os esforços que o país vem fazendo para se desenvolver. Não tem nada a ver com quebrar a ideia da autonomia. A universidade tem que ser autônoma, o conhecimento tem que se basear na curiosidade, na intuição e disposição do pesquisador. Tudo isso é chave para descobrirmos novos caminhos e gerar novos conhecimentos. Mas isso em absoluto está em contradição com o esforço para trabalhar em conjunto com os agentes econômicos públicos e privados para que eles se capacitem mais e consigam absorver mais o conhecimento para, exatamente, produzir mais e melhor. O grande beneficiário disso será a população. A universidade precisa entrar em sintonia com a economia, sem abandonar a sua pauta de pesquisa e o seu ritmo.

IHU On-Line – A partir dessa ideia de “imitar e inovar”, como o senhor situaria a propriedade intelectual?

Glauco Arbix – A propriedade intelectual é um regime que permite você preservar, por um determinado período, um certo monopólio de uma ideia brilhante que se teve. A ideia básica daquelas que estão ligadas à propriedade intelectual é a seguinte: eu invisto e, por um período, tenho que me beneficiar e obter vantagens a partir do reconhecimento daquilo que produzi. Quando se discute a propriedade intelectual, o que está em jogo é que a partir de um certo momento quem apresentou um produto ou um processo ou um serviço e conseguiu trazer a luz um bem com características novas para o mercado, economia e para a vida está conferindo uma série de vantagens por um espaço de tempo. Depois disso, o monopólio passa a ser de domínio público. Quando falamos num processo de imitação e inovação, devemos entender que ao imitar, podemos simultaneamente inovar, fazer diferente. Não estou falando da cópia vulgar, a cópia significa se basear num processo que já está dado e faz acontecer de tal forma que algo de novo surge.

IHU On-Line – O senhor acha que a economia do conhecimento pode gerar uma nova divisão do trabalho?

Glauco Arbix – Aquilo que é chamado de economia do conhecimento pode ter várias interpretações. Tomando uma dela, isso é, a ideia de que estamos caminhando para uma sociedade em que o conhecimento cada vez faz mais parte dos processos de produção e dos serviços, é evidente que vamos ter uma relação completamente diferente no mundo do trabalho e no lugar em que os países e economias ocupam no conceito das relações. Se não avançarmos da imitação para a inovação, não elevarmos nosso padrão de qualidade educacional da população, vamos estar muito mal nesse novo momento. Esse novo momento significa que os países que avançaram mais vão ocupar um lugar completamente distinto dos outros. Com isso, teremos uma nova divisão do trabalho. Estaremos, portanto, mais uma vez jogados para a periferia.

Como não é isso que está ocorrendo, os países em desenvolvimento tem se expressado de uma maneira distinta, nós estamos tendo a possibilidade de quebrar essa ideia de periferia que sempre nos marcou e, realmente, abrir uma era nova. Nesse sentido, os trabalhadores mais qualificados vão ter mais possibilidade de ocupar melhor o cenário do mundo da economia do conhecimento. Desse ponto de vista, é possível que tenhamos um reordenamento, interno e externo, dos países, das economias, das pessoas, dos grupos novos sociais que emergem para ocupar um lugar diferente e melhor.

Fonte: Envolverde/IHU On-Line
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Aquaman e Namor já eram!

13 de novembro de 2010

Um pouco de politica não faz mal a ninguém !!

É com tristeza e frustração que vemos como o Brasil e´tratado pela politica brasileira como se fosse uma mera cidade do interior e os seus cidadãos - eleitores como uma corja de retardados.

Em estas eleições não se falou de projetos serios, visionarios, empreendedores, honestos com o seu povo e o pais.
Mas continuamos vendo uma mentalidade de coronel para o seu senzalão particular chamado Brasil, "instalarei mais mil orelhões na cidade", "comigo o povo vai ter mais cinco padarias por bairro", "comigo cada casa vai ter o seu numero na porta".... E o povo aplaude  muito agradecido.

Estamos falando de um pais que em algumas decadas será a quinta potencial mundial, um gigante global.

Culpa deles totalmente? Não, culpa nossa também, de um povo não interessado em seus direitos, em politica e em geral desinformado.

Já passada a eleição, meus melhores votos de design, inovação, educação, ciencia e tecnologia para a Excelentissima Senhora Presidente Dilma que merece um voto de confiança independente de partido; e se precisar de um visionario para o seu gabinete, não chame um politico, chame um designer ou pode mesmo me chamar.

10 de novembro de 2010

Reflexão para fim de ano

A sustentabilidade, comercialmente tão presente no presente, é na verdade o futuro utopico dentro de 50 anos ou mais.

Estamos em uma fase de transição a uma pré- sustentabilidade de muitos erros e acertos, para poder construir uma sustentabilidade mais eficiente no futuro;  nosso presente e´apenas de propostas ecologicas de produtos, sistemas e serviços, que em um futuro e em conjunto nos levarão a uma civilização sustentavel.

Então sim, poderemos afirmar que isto ou aquilo e´sustentável.
Pois a  real sustentabilidade implica um novo sistema capitalista "natural" de extração, manufatura, consumo e pós-consumo.

Não podemos construir o futuro com paradigmas passados.

7 de novembro de 2010

Portal Mara Gabrilli


Mara Gabrilli não se intimida diante de desafios. A vida lhe impôs muitos, outros ela foi buscar.

"Gosto de transformar", afirma a publicitária, psicóloga, colunista de revista, empreendedora social, ex-secretária municipal e vereadora na Câmara de São Paulo, 42 anos, que ficou tetraplégica em 1994 por causa de um acidente que quase lhe custou a vida.

Passou cinco meses internada - dois em respirador artificial - e recebeu uma nova condição: a impossibilidade de se mexer do pescoço para baixo.

Quando os médicos lhe disseram que ela tinha 1% de chance de voltar a se movimentar, ela disse: "Um não zero. Tenho muito trabalho a fazer!" Foi aí que Mara iniciou seus projetos utilizando seu corpo junto com outras ferramentas preciosas: a cabeça e o coração.

1 de novembro de 2010

Design brazuca

1.De 3/11 a 14/12/2010, o Centro Universitário Senac (Campus Santo Amaro) promove a exposição Design Brazuca: Experimentações Criativas do Design Brasileiro.
A proposta  é discorrer sobre o design brasileiro, seu potencial criativo e inovador e sua importância como meio de comunicação dos valores e da identidade brasileira ao mundo.
http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?tab=00002&newsID=a18025.htm&subTab=00541&uf=&local=&testeira=453&l=&template=&unit=

2. No Espaço Fiesp (Avenida Paulista), exposição revela 183 peças e inovações projetadas para as próximas duas décadas

O Senai-SP abre no dia 4 de novembro, às 12h, a mostra Da referência à tendência, como o design é percebido. Composta por 183 peças, a exposição será dividida em três módulos para que os visitantes façam um verdadeiro passeio entre o futuro, o presente e as referências passadas do design.
http://www.sp.senai.br/senaisp/WebForms/noticia_si.aspx?secao_id=13&campo=870

3.O Senai São Paulo Design entrega dia 8 de novembro, às 18h, no Teatro do Sesi São Paulo, o Prêmio Senai-SP Excellence Design.

 A solenidade reunirá os autores dos 53 trabalhos selecionados.
Os trabalhos ficarão expostos ao público no Espaço Fiesp, das 9h às 21h, até 19 de novembro. A entrada é franca.
http://www.sp.senai.br/senaisp/WebForms/noticia_si.aspx?secao_id=13&campo=872

4.Segundo Prêmio Objeto Brasileiro
A variedade de peças e formas elaboradas a partir de uma grande diversidade de materiais e técnicas revela as possibilidades do encontro entre design e produção artesanal no Brasil.

de 21 out a 10 dez (exceto dias 1,2 e 15/11)
de seg a sex, das 10h às 19h
Rua Cunha Gago, 807 - Pinheiros
Informações: T 11 3814 9711
acasa@acasa.org.br
http://www.acasa.org.br/evento.php?modo=agenda&id=106