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They need more brains: Industrial Design Wiki

DESIGNERS, NO SPECULATIVE WORK!

DESMA IS RECRUITING DESIGN-BUSINESS RESEARCHERS (Deadline March 15)

Now accepting English - Spanish and Português articles about sustainable - social design, sustainable consumption.

27 de junho de 2011

Design Sampa

Designsampa.com é uma revista on-line sobre estilos de vida, design, moda, arte e tudo o que é criativo em São Paulo.


Diariamente a revista traz novidades novas sobre estilo, tendências, dicas de eventos, novidades do design, de moda, fotos, reportagens e outras coisas.



                        

26 de junho de 2011

A Brief Reflection on Design with Non-Profits

From Product Design Hub:
A Brief Reflection on Design with Non-Profits

Spoof Ads | Adbusters Culturejammer Headquarters


Publicitarios e designers são também culpados pela crise atual como dizia Papanek.
E isso porque ele ainda viveu naquele mundo prehistorico sem internet, google, facebook, twitter.
Sem a famosa "convergência" atual, se ele soubesse, tinha escrito o livro dele com a sua propia sangue e depois teria se suicidado!

Uma pequena e humilde homenagem a ele com o titulo: "Se a publicidade fosse honesta.."

Spoof Ads Adbusters Culturejammer Headquarters

Objeto Brasil


A Associação Objeto Brasil é uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) direcionada para a promoção do design brasileiro no Brasil e no exterior. Fundada em 1996, tem sede em São Paulo e abrangência nacional. Seu presidente de honra é o empresário José Mindlin e sua diretora executiva é Joice Joppert Leal.


A entidade tem por missão estimular uma mobilização em prol do desenvolvimento do design brasileiro, promover o seu aperfeiçoamento técnico, estético e tecnológico de forma a agregar valor ao nosso produto, contribuindo para aumentar a competitividade e a sustentabilidade da nossa indústria no mercado globalizado.

Vemos o design como parte integrante do nosso patrimônio intangível, da riqueza cultural e da identidade nacional. Em um mercado francamente internacionalizado, o design é capaz de expressar a diferenciação de um produto, unindo o regional e o universal, a originalidade e universalidade.

The social role of the designer

                                  The social role of the designer

24 de junho de 2011

Tips On Buying Design

I sell design for a living. I also design things, but right now that’s beside the point except inasmuch that if I can’t sell it, there’s really no need for me to make it. As with all transactions, you need a seller and a buyer. And because I enjoy selling design, I really want you to enjoy buying. (I also want you to buy it from me, but let’s not focus on that right now.)

13 de junho de 2011

Design Journals

O grupo PHD Design da lista LISTSERV@jiscmail.ac.uk
 publica hoje os Journals disponiveis em Design, Arte e Arquitetura.


The Journals by Rank Order
Design Studies - 152
Design Issues - 146

Vista a camiseta do Papanek e leia o artigo abaixo!


 

Victor Papanek


Victor Papanek
De maldito a ídolo: conheça a trajetória do designer norte-americano Victor Papanek
De Alice Rawsthorn - (Artigo extraido do UOL)

Como você se sentiria se tivesse escrito um livro que, em suas próprias palavras, fosse "ridicularizado ou barbaramente agredido" pelos seus colegas?
Ou se você fosse forçado a se afastar de uma entidade profissional, que, em seguida, ameaçasse boicotar uma exposição no Centro Pompidou, em Paris, se seu trabalho fosse incluído?

12 de junho de 2011

11 de junho de 2011

Immersive Design


Immersive designers are building the worlds that are at the core of new cross-media and transmedia entertainment.


5D produces and curates a continuous high level and educational discussion of immersive design, transmedia narrative, and worldbuilding — in over 30 globally distributed events, with over 100 illustrious presenters and participants — to a combined audience of over 5000 people, to date.

http://5dconference.com/

10 de junho de 2011

Design e humanidade




curso de especialização em design gráfico
coordenação: Minoru Naruto e Maria Argentina Bibas

Coordenação do Módulo "Imagem e Desenho: Objetos, encantamento e fetiches": Olgária Chaín Féres Matos

objetivos
O curso tem como proposta central trazer para os domínios do Design, em especial o Design Gráfico, subsídios e reflexões de ordem filosófica, sociológica, psicológica e de outras áreas, como referências importantes, senão primordiais, para a necessária reconceituação dessa área profissional e disciplinar, frente aos novos compromissos e significações que a contemporaneidade lhe impõe.

A partir dessa visão, organizam-se aulas, oficinas, palestras e debates que visam a imersão do projeto, suas posturas e responsabilidades, num universo mais amplo e consequente, de modo a possibilitar uma percepção mais clara dos limites e potenciais do Design como prática social e como influente fator na formação dos hábitos e valores das populações às quais se dirige e que são, de fato, seus verdadeiros “clientes”, com toda a responsabilidade e ética que isso implica.

Nessa perspectiva, cabe analisar a contribuição do Design, seja em sentido positivo ou negativo, para a situação do mundo contemporâneo. Não é mais possível, por exemplo, evitar a associação do design com problemas como o descarte ou o hiperconsumo, da mesma maneira como é associado ao desempenho econômico ou estético-funcional de um produto ou serviço.

Manifestos importantes de designers, como o First things, first, de 1963 e retomado em 2000, movimentos como o Um dia sem consumir ou o Slow movement, com cartazes e panfletos desenhados por designers, acompanham as preocupações de filósofos, psicólogos, sociólogos, ambientalistas, ao se defrontarem com uma sociedade onde, cada vez mais, se substitui o ser pelo ter, num mundo cada vez mais espetacularizado e vertiginoso.
A partir dessas questões e várias outras de igual importância, o curso procura fornecer os insumos iniciais para a reflexão do designer e de outros profissionais correlatos no sentido de exercitarem seus potenciais criativos face às transformações do mundo atual.

9 de junho de 2011

Porque a sustentabilidade (ainda) não é uma realidade corporativa

Complementando o meu artigo sobre o "Design como pensamento estrategico para a sustentabilidade corporativa", publico este artigo, demonstrando que a sustentabilidade corporativa não é apenas tema preocupante desde a perspectiva do design, mas também da administração, surpreendentemente !
Assim mais uma vez, as empresas não são tão sustentaveis como afirmam ser!

Porque a sustentabilidade (ainda) não é uma realidade corporativa

As prioridades empresariais estão mudando de acordo com o modo como são vistas no mercado. Entretanto, o caminho é longo e árduo.


Primeiro o foco era em vendas. As empresas procuravam obter maior vantagem competitiva com o maior volume de vendas por exercício. Depois, vieram alguns modismos corporativos, como a reengenharia, a qualidade total e, então, a responsabilidade social.

Assim, ficou para a última ação a sustentabilidade. Mas afinal, o que ela é: modismo ou tendência? Os “verdes” estão convictos de que é uma tendência e, enquanto isso, o pessoal do marketing aproveita o modismo para tentar alavancar as vendas, melhorar a imagem institucional e o valor das ações.

Em um passado recente, a consistência em si dos programas e projetos desempenhados pela empresa não eram analisados e auditados a fundo, o que dava certa liberdade para as empresas abusarem do termo em vários veículos de comunicação.
Felizmente, na “era” da sustentabilidade, a pressão dos stakeholders externos é grande e já temos visto obras serem embargadas, produtos deixando de ser consumidos e empresas terem a licença social de operar cancelada. Resultado: impactos diretos no valor das ações da empresa.

Mas, afinal, o que é sustentabilidade e como ser sustentável?

Ninguém sabe ou pelo menos todo mundo ainda não chegou ao consenso para estas respostas. Podemos dizer que a sustentabilidade não funciona porque ela não existe e ainda falta legitimidade ao termo e nivelamento global de conhecimento sobre algo que é extremamente relativo.

As pessoas de dentro da empresa que não estão diretamente relacionadas ao “departamento de sustentabilidade” têm, no máximo, uma vaga ideia idéia do que acontece acerca do mundo sustentável corporativo.

Como está acontecendo?

Independente da temporariedade ou da perenidade que a sustentabilidade possa ter, o cerne do problema corporativo atual está no que Alan Murray chama de uma “crise existencial da administração moderna”, em seu artigo ao Wall Street Journal.

Peter Drucker chamou a administração da “inovação mais importante do século XX”, mas Murray defende que a administração moderna não sobreviverá no século XXI.
Isso porque as mudanças estão acontecendo de forma muito rápida -, ao passo que a maioria das empresas possui uma grande inércia corporativa fundamentada no que Taylor ou Fayol viveram. É clara a fraqueza das organizações em lidar com as mudanças aceleradas.

Os gestores ainda acreditam que as respostas para os novos problemas estão nas experiências passadas. Ou seja, mecanicamente repetem ano após ano o exercício de revisar o que foi feito anteriormente e aplicar a mesma solução para as demandas latentes que vão surgindo.

No entanto, existem duas falhas neste raciocínio: a primeira é que essas novas demandas são de fato novas e, portanto, não existiam no passado. A segunda diz respeito aos fluxos multidirecionais que esses novos problemas possuem. Eles surgem de todos os lados e a todo momento, provendo os mais variados stakeholders, além de uma escala crescente de complexidade que exigem ferramentas e tecnologias de gestão de acordo.

Vamos ter um ganho quando diminuirmos a hierarquia – e consequentemente a burocratização – e aumentarmos a colaboração. Por enquanto, ainda estamos muito ligados ao modelo antigo e o modelo novo permanece em construção. É mais difícil nos desligarmos das ideias antigas do que incoporarmos as novas.

Por tudo isto, a sustentabilidade ainda não é uma realidade corporativa. Seu conceito e sua prática continuam sendo, por enquanto, uma tentativa de direcionamento do futuro, um possível ou provável caminho a ser seguido.

Sem atalhos, a construção desta nova estrada será feita por todos nós – empresa, sociedade civil organizada e poder público.

Artigo de Mariana Galvão Lyra - mestre em Administração, especialista em Gerenciamento de Projetos, consultora e professora nas áreas de sustentabilidade e terceiro setor. mariana@futuranet.ws

Fonte: Agenda Sustentável.
Portal HSM
23/02/2011

8 de junho de 2011

5 de junho de 2011

4 de junho de 2011

2 Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade



Veja os vencedores no link: http://www.fecomercio.com.br/sustentabilidade/

Morte dos povos do xingu


O cacique Raoni chora ao saber que Dilma liberou o início das construções de Belo Monte, mesmo após cartas dirigidas a ela que foram ignoradas, e ainda mais de 600 mil assinaturas que foram igualmente ignoradas.

Foi decretada a sentença de morte dos povos do Xingu!

Belo Monte seria maior que o Canal do Panamá, inundando pelo menos 400.000 hectares de floresta,expulsando 40.000 indígenas e populações locais e destruindo o habitat precioso de inúmeras espécies.

Tanta morte, destruição para apenas criar energia que poderia ser facilmente gerada com maiores investimentos em eficiência energética.

Extraido de: http://nucleofreititopsol.blogspot.com/

Comentario:
Morte dos povos do Xingu, destruição de uma cultura, tudo para que o homem branco possa assistir Gugu, Faustão, Super Pop.....

Alguém disse sustentabilidade?
Brasil que vai sediar a Rio + 20?
Vai dizer  o quê para o mundo? Com que moral?

1 de junho de 2011

CONTAF- Congresso Nacional das Artes do Fogo

                      
                             http://www.contaf.com.br/2011/site/index.asp

Regulamentação da Profissão em bom caminho!

A nova Regulamentação do Designer – Um relato resumido


Com a veiculação recente da apresentação no Congresso Nacional de um novo projeto de Lei de Regulamentação Profissional do Designer, foram publicadas inúmeras manifestações na internet versando sobre o processo de elaboração deste projeto.

Grande parte delas fruto da desinformação, sobre os fatos, articulação, motivação e o processo que levaram a esta elaboração.

Com o intuito de esclarecer alguns destes itens e na qualidade de um dos participantes deste último, elaboramos o texto que se segue com o intuito de esclarecer este processo, a grande dúvida de nossos colegas:


Em 2007 por iniciativa de alguns profissionais de design renomados, foi constituído um Comitê com o intuito de propor um novo projeto de lei que regulamentasse a profissão de Designer.
O projeto anterior de 2003, que propunha a regulamentação do Desenhista Industrial, tinha sido arquivado pelo Congresso Nacional naquele ano, sem possibilidade de prosseguimento de tramitação.
Este Comitê foi constituído de representantes das principais organizações profissionais atuantes no país como a ADG Brasil/SP, ADP/SP, Adegraf/DF, APDesign/RS, APD/PE, AEnd/BR além de representantes da PUC/PR, do IED/SP e da ESDI/UERJ.


Reuniu-se pela primeira vez nos dias 18 e 19 de maio de 2007 em São Paulo na sede da Escola Panamericana de Arte e Design, onde iniciou os trabalhos de elaboração do projeto de lei a ser encaminhado ao Congresso.

Partimos de uma revisão de proposta, já realizada, pela ADG Brasil, a partir do projeto do PL nº 03515/89 – apresentado pelo então Dep. Maurílio Ferreira Lima - PMDB/PE.
O PL de 1989, regulamentava a profissão de Designer, por todos considerado o melhor já apresentado ao Congresso e arquivado por ocasião do impeachment do Pres. Collor.

O comitê reuniu-se novamente, no mesmo local, em 15 e 16 de junho, e após intensas discussões foi fechada uma proposta definitiva de projeto de lei, que foi apresentado a cada uma das associações e aprovado por unanimidade.

Pela primeira vez temos um projeto de consenso de regulamentação de nossa profissão.


Este projeto foi encaminhado ao Dep. Jorge Bittar – PT/RJ que se comprometeu a dar-lhe andamento.
Foi feita por ele uma consulta à assessoria parlamentar do Congresso que reiterou a sumula existente, que rejeita a regulamentação de novas profissões, segundo instruções do Ministério do Trabalho.
O projeto não teve andamento, pois o Dep. Bittar foi nomeado Secretário de Habitação da Prefeitura do Rio de Janeiro, não o reencaminhando a outro parlamentar.


Desde as eleições de 2010, membros deste comitê procuraram outros parlamentares que se dispusessem a reapresentar nosso projeto.
Tivemos a concordância do Dep. Alessandro Molon – PT/RJ e do Dep. Jose Luiz de França Penna – PV/SP que foram abordados independentemente, por membros diferentes do nosso Comitê.

No dia 18/05/2011 foi apresentado pelo Dep. Penna o PL nº 1391/2011 à Câmara dos Deputados e que nada mais é que o nosso projeto original, mencionado acima. É a primeira vez que temos um projeto em tramitação de consenso da classe, e que se devidamente trabalhado pode ser aprovado, finalmente.

Esta matéria é apenas encaminhada às Comissões de Justiça, de Educação e do Trabalho, onde tendo pareceres favoráveis é aprovada e encaminhada a sanção presidencial, passando ainda pelo Ministério do Trabalho, sem passar pelo plenário.
Temos que acompanhar este andamento e pressionar nossos parlamentares a aprovar o projeto, bem como envidar esforços junto ao executivo afim de que ele não seja vetado, ao final, quando encaminhado a sanção.

Temos um caminho longo e difícil pela frente, já que há uma sumula contrária a novas regulamentações, há interpretações de que regulamentar é inconstitucional, há resistências do executivo a estes processos, mas por outro lado, nestes dois últimos governos diversas profissões conseguiram sua regulamentação com pressões e “Lobby” bem feitos.

Estamos elaborando uma estratégia a ser seguida e necessitamos da colaboração e contribuição de todos neste processo.

Nossas associações, por exemplo, precisam ser reforçadas e prestigiadas com a entrada de novos sócios, engrossando-se assim o numero de representados, fator crucial de pressão sobre a nossa classe política. Números sempre falam alto em termos políticos, como todos sabemos!
Esperamos que cada designer atuante deste pais possa contribuir para o êxito deste processo! Nós designers o merecemos!!!


Leiam mais e cadastre-se para seguir a tramitação em:
http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=502823

Leia mais em:
http://www.deputadopenna.com.br/site2011/?p=376

http://www.designbrasil.org.br/designnapratica/regulamentacao-do-designer-quem-interessa

Texto publicado no “Sinal" No. 402 de 30/05/2011