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DESIGNERS, NO SPECULATIVE WORK!

DESMA IS RECRUITING DESIGN-BUSINESS RESEARCHERS (Deadline March 15)

Now accepting English - Spanish and Português articles about sustainable - social design, sustainable consumption.

19 de julho de 2010

Doenças ecologicas

A preocupação meio ambiental leva a um fenomeno triste, o surgimento do que eu chamo doenças ecologicas. Como exemplo no Brasil, empresa de chocolates cria mercados flutuantes (barcos) para levar os doces a populações ribeirinhas do Amazonas, impactando o meio ambiente o menos possivel. Uma primeira percepção do assunto, nos leva a aplaudir a iniciativa inovadora e sustentavel. Mas recapacitemos de novo....

Uma população já carente em serviços de saude, provavelmente terá um aumento consideravel de caries e problemas de saude nos proximos anos. Então teriamos a dinamica de mais meio ambiente e menos saude individual.
Onde está o aspecto sustentavel?
 Isso tem acontecido ultimamente com a industria da alimentação, que tem atitudes sustentaveis e ecologicamente "corretas" em detrimento da saude do consumidor. Caindo de novo, na logica e coerencia que a sustentabilidade exige e que poucos tem na aplicação pratica.
O papel da empresa e´vender doces  e não tampar caries, tudo bem; essa carencia de postos de saude, infraestrutura é papel do governo e não dela.

Mas se projetamos a futuro essa situação, pode ser que tenhamos uma população mundial obesa e doente, o que já está acontecendo, em um meio ambiente fantastico e conservado. Fenomeno que vai continuar se repetindo, (+ meio ambiente - saude), mas desde quando as empresas criam soluções para os problemas de saude que elas geram?

18 de julho de 2010

Humanitarian design x Design Imperialism


Continua a discussão algo polemica, mas necessaria. E nessa historia onde ficamos nós os designers de paises em desenvolvimento?

É verdade que esse design imperialism ao mesmo tempo que tem contribuido para uma melhor qualidade de vida, é tambem culpado pela esse consumo sem sentido e enloquecido que nós leva a crise meio ambiental e uma preocupação meio ambiental.
Ou talvez os designers se convertem á sustentabilidade por sentimento de culpa também? É simples, sujou, limpa! Nisso estamos....

http://changeobserver.designobserver.com/entry.html?entry=14498

Os desafios do Design para o seculo 21


Leiam a minha colaboração para o site BDxpert:

http://www.bdxpert.com/2010/07/16/os-desafios-do-design-para-o-seculo-21/

15 de julho de 2010

Stefan Lindegaard no The Hub

Assisti a palestra do dinamarques Stefan no The Hub SP, onde ele trabalha a ideia de que a inovação em este momento é open and global.
Dois fatores basicos para a inovação são o conhecimento e as pessoas que geram esse conhecimento-networking especifico.

A situação ideal para ele seria a união de start-ups com ideias inovadoras(sem os recursos necessarios para materializa-las), com as grandes corporações que podem fazer acontecer essa inovação especifica.
Alguns presentes rebateram a ideia no sentido de que as corporações são burocraticas, rigidas e algumas vezes essa união não daria certo.
Mas ele comenta que cada vez mais as corporações deixam de lado a sua postura de ganhar sempre e reconhecem a importancia e papel de inovadores externos, cedendo ou registrando patentes e p.i. de maneira justa para todos os participantes.

Cada vez mais e´necessario as fontes internas e externas que colaboram para a inovação, por isso a denominação "open innovation", que não e´a mesma coisa que crowd sourcing ou open source.

Crowd Sourcing para ele seria mais uma jogada de marketing e de marca, onde a empresa joga para o consumidor os seus problemas internos esperando uma resposta genial; mas como ele afirma a caixa de correio fica lotada de respostas sem sentido e não há como filtrar as ideias geniais da maioria de ideias ruins.

Open Source seria para ele procurar a inovação externamente, mas sem entender o significado de inovação para a empresa internamente, uma receita infalivel para o fracasso

Ele enfatizou muito que a empresa deve formular a sua propia definição de inovação e gerar ela de dentro para fora, para então ser capaz de entender e administrar a colaboração de inovação externa.
Open innovation seria então esse processo colaborativo dinamico de dentro para fora e de fora para dentro, mas como ele mencionou a empresa deve ser capaz de saber quando e porque passaria de um processo para o outro ou usaria as duas dinamicas.
Algumas vezes a empresa não precisa de open innovation, mas como sempre, todos embarcam de olhos fechados nas ultimas tendencias para depois recolher as perdas mais tarde.

Ele mencionou que o foco da inovação agora é de fora para dentro.
Uma demonstração desse movimento e´que a conhecida sigla R&D (research and development - pesquisa e desenvolvimento ) vem sendo substituida por C+D (connecting / connection + development ).
Atitude já assumida  por empresas como P&G.
Ele diz que agora o mais importante não nem ser o primeiro ou mais genial, mas sim aquele que tem a visão holistica do assunto como a Apple, que não inventou o MP3, mas sim soube como transformar isso para o seculo 21.

Interessante que ele menciona que ainda não existe innovation management e nem innovation metrics estabelecidas formalmente de maneira global como o controle de qualidade de Deming. Quem se habilita?

E que ao final do dia todos devemos ter na ponta da lingua o elevator speech, que junto com communication and personal branding são e serão ferramentas indispensaveis para o sucesso profissional em estes tempos.

Elevator speech= venda o seu peixe em 60 segundos! e seja contratado.

Vejam o site dele e links de inovação: http://www.15inno.com/

11 de julho de 2010

Visão para todos


Kopernik distributes self-adjustable lenses from Ewa Wojkowska on Vimeo.

Um dos primeiros projetos em Design Social de 1999, feito por um estudante do MIT.  Pessoalmente uma das melhores soluções para mim, demonstrando uma vez mais que não e´necessario alta tecnologia e sim bom design e bom senso.

9 de julho de 2010

Inovação

O site trendwatching oferece estudos muito interessantes, aplicaveis ao oficio do designer, no campo dos estilos de vida, trends, consumo.

O ultimo deles numera 67 tipos diferentes de inovação. Seria interessante fazer esse estudo no Brasil e ver que tipos de inovação ocorrem por aqui e como podem gerar novos sistemas e serviços também, mais de acordo a nossa realidade.

E como eles mesmos afirmam, invente, melhore ou até copie ou morra na praia corporativa.

6 de julho de 2010

Is humanitarian design the new imperialism?

Excelente materia sobre design humanitario, design social no mundo, questionando o  exercito de designers correndo enloquecidamente à paises do terceiro mundo e esquecem o seu propio pais, com problemas iguais ou peores talvez.

O Brasil e´um pais de muitas necessidades e temos o privilegio de ser brasileiros e designers, não precisamos ir a Africa, India.

Mas sozinhos não salvamos o mundo, precisamos de muita ciencia, tecnologia, engenharia, educação, de outra maneira continuaremos sendo um senzalão no seculo 21.
Copa e olimpiadas não são sinal de desenvolvimento cientifico, tecnologico, mas enfim....humanitarian-design

5 de julho de 2010

Educação para o consumo

O instituto brasileiro de defesa do consumidor disponibiliza varios documentos relacionados a educação do consumidor, consumo e meio ambiente.

http://www.idec.org.br/biblioteca.asp#direitodeautor