Boa ideia, já era hora dos designers pobres projetarem para os ricos, e não só o contrario como sempre vem acontecendo, mas só faltou chamar o Bono e o Sting...
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25 maio 2010
The rest saving the west!
Designer de produto formado no México, com Mestrado na Inglaterra. Me siga no LinkedIn em:
https://www.linkedin.com/in/marciodupont/
20 maio 2010
Sustentabilidade será igual para todos?
Como sociedade inconsciente-irresponsavel de produção e consumo estamos ainda em uma transição muito inicial à uma sociedade sustentável.
Por isso o termo sustentavel não seja o mais correto de ser aplicado, já que a sustentabilidade exige uma mudança profunda de todos os falidos paradigmas atuais como consumo, produção, fontes de energia, transporte, sistemas de produção de alimentos, comercio mundial.
Uma mudança que ainda não ocorreu e talvez não ocorra devido ao custo astronomico de sua implementação global.
No meu ver sustentabilidade só pode ser aplicada ou nomeada quando já estemos imersos em esse nova cilivilização super otimizada, ai sim seremos sustentaveis, mas por enquanto não.
Temos sim esforços atuais isolados e sem conexão global que podem ser "ecologicos" ou pré-sustentaveis como prova-erro para obrigar a uma sustentabilidade posterior pratica-aplicavel como um todo.
Por isso e´irritante que a palavra sustentável seja aplicada a tudo e a todos sem nenhuma noção, coerencia, reflexão, seriedade. É apenas uma sustentabilidade de marketing, greenwashing no consumidor idiotizado.
A futura sustentabilidade em teoria também deveria erradicar a violencia, fome, analfabetismo, desigualdades sociais-economicas já que busca um futuro equilibrado, justo e acessivel para todos.
O problema será quando a mesma seja usada para perpetuar também todos os aspectos negativos da civilização como a violência atual. Será que realmente merecemos a sustentabilidade como civilização? Não estará ela muito além da natureza mezquinha e ambiciosa do Homem?
Corre-se também o risco de que essa sustentabilidade na pratica seja para aqueles que possam comprar-la / consumir-la.
Teremos então no futuro varios niveis de "qualidade" de sustentabilidade, aquela para os ricos e aquela para os pobres, ainda que estamos compartilhando o mesmo planeta fisico. Extrapolando essa logica, ricos terão direito a zonas de ar puro ou mais limpo, pobres terão direito a viver e transitar em zonas com ar e agua menos limpa.
Consumo de ar e agua pura será então apenas das elites-ecologicas (termo novo criado agora).
Consumo de ar e agua pura será então apenas das elites-ecologicas (termo novo criado agora).
Existirão muitas questões eticas-morais-economicas de quem terá a direito à sustentabilidade e como que surgirão com o tempo, mas teremos tempo ainda de ver o que funciona ou não. Veremos então que o ponto critico da sustentabilidade não será a sua viabilidade tecnologica mas sim sua aplicação e viabilidade humana.
Com dois possiveis cenarios, de um lado paises pobres em guerras primitivas tribais matando pela pouca agua restante e do outro paises ricos com civilizações altamente tecnologicas / inovadoras que serão capazes de replicar com sucesso para bem ou para mal todas as funçoes da Natureza e de Deus como já se demonstrou 1 dia atrás nos jornais.
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Frank Gehry classifica a sustentabilidade / mudança climatica como temas politicos
Ainda que o blog não entra no ambito da arquitetura, esta materia e´interessante demais para ficar fora.
Onde o famoso arquiteto Frank Gehry adiciona um pouco de polemica ao tema, e classifica a sustentabilidade / mudança climatica como temas politicos ou de interesses politicos. Ainda afirma que a certificação LEEDS e´proporcionada pelos aspectos sustentáveis "errados" ou sem impacto, tendo a mesma importancia e mesma pontagem uma zona no predio para bicicletas que um sistema caro mas ecologico de aquecimento-resfriamento de agua.
Ainda mais interessante e´a larga fila de respostas a favor e contra.
Vejam no link: inhabitat
Mais ainda afirmo humildemente, não abraçemos a sustentabilidade cegamente, sem reflexão pois devemos conhecer e estudar os aspectos insustentaveis da sustentabilidade em todos os ambitos.
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19 maio 2010
Wallpaper born in Brazil
A famosa revista alguma vez inovadora, revolucionaria, faz uma edição especial sobre o país chamado Brasil.
Acredito no Brasil, sim, mas em algumas ocasiões me sinto na China e/ou Cuba com essa exaltação governamental / midiatica diaria das maravilhas e privilegios de ser brasileiro em 2010.
Será que estou errado?
Acredito que antes da sustentabilidade meio ambiental e blá, blá precisamos antes de tudo sustentabilidade politica-governamental. As necessidades das gerações presentes e futuras também recaem sobre esse ambito politico, que também deve ser justo, equilibrado, com beneficios para todos. Obrigado novamente pelo seu tempo e atenção.
Acredito no Brasil, sim, mas em algumas ocasiões me sinto na China e/ou Cuba com essa exaltação governamental / midiatica diaria das maravilhas e privilegios de ser brasileiro em 2010.
Será que estou errado?
Acredito que antes da sustentabilidade meio ambiental e blá, blá precisamos antes de tudo sustentabilidade politica-governamental. As necessidades das gerações presentes e futuras também recaem sobre esse ambito politico, que também deve ser justo, equilibrado, com beneficios para todos. Obrigado novamente pelo seu tempo e atenção.
Designer de produto formado no México, com Mestrado na Inglaterra. Me siga no LinkedIn em:
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17 maio 2010
Os mortos também exigem sustentabilidade
Mesmo após a morte, as pessoas podem demonstrar uma postura ecológica. Os enterros naturais - aqueles que eliminam na medida do possível a utilização de caixões e produtos químicos nas técnicas de embalsamamento – estão ficando famosos no mundo, em especial nos Estados Unidos, e demonstram que morrer não é mais pretexto para poluir.
Outros dos problemas ambientais causados pelos enterros são os líquidos desprendidos pelos corpos. Os processos de embalsamamento supõem resíduos de até 3,1 milhões de litros de fluídos baseados em um componente que a Agência para a Proteção do Meio Ambiente dos EUA qualifica como 'provável agente cancerígeno'. Este líquido pode acabar se infiltrando nos lençóis freáticos, e além disso, oferecem riscos para os trabalhadores dos cemitérios, afirma a Green Burial Council.
Nos cadáveres, também se encontram em muitos casos obturações dentais de amálgama metálica, que são extremamente poluentes para o meio ambiente porque contêm mercúrio e, em determinados casos, marca passos, que levam acopladas pilhas elaboradas com elementos também muito prejudiciais para o meio ambiente. Outros serviços funerários como a tanatoestética - a arte de maquiar os mortos - utilizam pequenas porções de formol, um produto altamente tóxico.
Na construção de um caixão convencional de madeira maciça, é preciso uma árvore, enquanto com o papelão seria possível fabricar 100 caixões com o mesmo impacto ambiental. Na Europa, um milhão de árvores são cortadas anualmente para fabricar ataúdes convencionais, embora a madeira mais prezada para este fim seja o mogno, que demora 50 anos para crescer.
Opção natural
A alternativa mais ecológica de enterro é voltar à terra de forma mais natural, sem caixão nem embalsamamento, uma opção que, por enquanto, nos EUA só é possível em alguns poucos cemitérios. Um enterro 'verde' também pode ser muito mais econômico para as finanças das pessoas próximas dos falecidos.
Enquanto em um funeral tradicional só o caixão de madeira pode custar US$ 8 mil, os enterros ecológicos custam entre US$ 300 e US$ 4 mil, dependendo do preço do solo do túmulo. Mas para aqueles aos que acham que ser enterrado sem caixão é algo muito extremo, uma boa opção são os caixões biodegradáveis.
As cremações, realizadas tradicionalmente em grande parte da Ásia e que entraram no mercado ocidental com muita reticência são, a cada dia, mais solicitadas. Mas as emissões de gases das incineradoras, principalmente pelos elementos tóxicos usados na fabricação dos caixões, também prejudicam o meio-ambiente.
A solução que algumas empresas oferecem, como a espanhola 'Limbo', é manter o caixão tradicional de madeira, mas com uma cápsula biodegradável em seu interior, que é a que se introduz no forno crematório. Esta cápsula é elaborada com derivados da madeira ou aglomerados e com fechaduras da própria madeira.
Para Jordi Requena, responsável da empresa 'Limbo', 'quando há um casamento se aluga um carro lindo, mas não se compra. O mesmo pode ser feito com o caixão, desta forma estaríamos evitando a contaminação e o desmatamento'.
A Limbo também comercializa urnas biodegradáveis para as cinzas, que não utilizam resinas e são elaboradas com sal e gelatina - que se desfazem na água - e terra. São novos modelos de urnas totalmente inofensivas para o meio ambiente, e ideais para famílias que optarem por jogar as cinzas do falecido no mar.Para outros usos, a Limbo criou modelos específicos, entre eles urnas feitas com areia de praia ou fabricadas com terra vegetal à qual se incorpora uma semente de árvore, como antecipação da cadeia de retorno.
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Esqueçamos os vivos por um momento, mortos também geram contaminação, de acordo a Organização Mundial da Saude morrem mundialmente por dia 153,781 pessoas por dia ou um pouco mais de 100 pessoas por minuto.
A população mundial de mortos somemos a população mundial de vivos nos ultimos 50-100 anos, e façamos as contas....
Como afirma a materia acima também precisamos urgentemente sustentabilidade para o sistema dinamico cemiterios-natureza.
E talvez algum dia os mortos ressucitem mesmo, exigindo os seus direitos por um descanso eterno etico, sustentavel e consciente com o meio ambiente.
Segundo a empresa Green Burial Council, dedicada à promoção de enterros ecológicos, nos sepultamentos praticados nos EUA tradicionalmente são empregados a cada ano 82 mil toneladas de aço, 2,5 mil toneladas de bronze e cobre e 1,4 milhões de toneladas de cimento para manter os túmulos.
Outros dos problemas ambientais causados pelos enterros são os líquidos desprendidos pelos corpos. Os processos de embalsamamento supõem resíduos de até 3,1 milhões de litros de fluídos baseados em um componente que a Agência para a Proteção do Meio Ambiente dos EUA qualifica como 'provável agente cancerígeno'. Este líquido pode acabar se infiltrando nos lençóis freáticos, e além disso, oferecem riscos para os trabalhadores dos cemitérios, afirma a Green Burial Council.Nos cadáveres, também se encontram em muitos casos obturações dentais de amálgama metálica, que são extremamente poluentes para o meio ambiente porque contêm mercúrio e, em determinados casos, marca passos, que levam acopladas pilhas elaboradas com elementos também muito prejudiciais para o meio ambiente. Outros serviços funerários como a tanatoestética - a arte de maquiar os mortos - utilizam pequenas porções de formol, um produto altamente tóxico.
Na construção de um caixão convencional de madeira maciça, é preciso uma árvore, enquanto com o papelão seria possível fabricar 100 caixões com o mesmo impacto ambiental. Na Europa, um milhão de árvores são cortadas anualmente para fabricar ataúdes convencionais, embora a madeira mais prezada para este fim seja o mogno, que demora 50 anos para crescer.
Opção natural
A alternativa mais ecológica de enterro é voltar à terra de forma mais natural, sem caixão nem embalsamamento, uma opção que, por enquanto, nos EUA só é possível em alguns poucos cemitérios. Um enterro 'verde' também pode ser muito mais econômico para as finanças das pessoas próximas dos falecidos.
Enquanto em um funeral tradicional só o caixão de madeira pode custar US$ 8 mil, os enterros ecológicos custam entre US$ 300 e US$ 4 mil, dependendo do preço do solo do túmulo. Mas para aqueles aos que acham que ser enterrado sem caixão é algo muito extremo, uma boa opção são os caixões biodegradáveis.
As cremações, realizadas tradicionalmente em grande parte da Ásia e que entraram no mercado ocidental com muita reticência são, a cada dia, mais solicitadas. Mas as emissões de gases das incineradoras, principalmente pelos elementos tóxicos usados na fabricação dos caixões, também prejudicam o meio-ambiente.
A solução que algumas empresas oferecem, como a espanhola 'Limbo', é manter o caixão tradicional de madeira, mas com uma cápsula biodegradável em seu interior, que é a que se introduz no forno crematório. Esta cápsula é elaborada com derivados da madeira ou aglomerados e com fechaduras da própria madeira.
Para Jordi Requena, responsável da empresa 'Limbo', 'quando há um casamento se aluga um carro lindo, mas não se compra. O mesmo pode ser feito com o caixão, desta forma estaríamos evitando a contaminação e o desmatamento'.
A Limbo também comercializa urnas biodegradáveis para as cinzas, que não utilizam resinas e são elaboradas com sal e gelatina - que se desfazem na água - e terra. São novos modelos de urnas totalmente inofensivas para o meio ambiente, e ideais para famílias que optarem por jogar as cinzas do falecido no mar.Para outros usos, a Limbo criou modelos específicos, entre eles urnas feitas com areia de praia ou fabricadas com terra vegetal à qual se incorpora uma semente de árvore, como antecipação da cadeia de retorno.
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Esqueçamos os vivos por um momento, mortos também geram contaminação, de acordo a Organização Mundial da Saude morrem mundialmente por dia 153,781 pessoas por dia ou um pouco mais de 100 pessoas por minuto.
A população mundial de mortos somemos a população mundial de vivos nos ultimos 50-100 anos, e façamos as contas....
Como afirma a materia acima também precisamos urgentemente sustentabilidade para o sistema dinamico cemiterios-natureza.
E talvez algum dia os mortos ressucitem mesmo, exigindo os seus direitos por um descanso eterno etico, sustentavel e consciente com o meio ambiente.
Designer de produto formado no México, com Mestrado na Inglaterra. Me siga no LinkedIn em:
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03 maio 2010
Dicas para estudantes de Design
Atendendo um pedido do amigo e designer Guilherme Pereira Ragazzo da Fatea Lorena coloco aqui algumas dicas que eu daria aos estudantes de Design dos primeiros anos:
--Seja amigo dos professores, sempre há trabalho e projetos com eles, se aprende muito convivendo com professores e conversando das suas experiências, em um ambiente informal se aprende muito mais que em uma sala de aula
--Tente o mais cedo possivel entrar em um escritorio de design para ao final do quarto ou quinto ano sair com uma experiencia forte, portfolio consolidado e visão da profissão. Entrar sem experiência no mercado é muito mais dificil.
--Tire e guarde foto de todos os trabalhos pois e´comum o estudante não guardar ou documentar os seus trabalhos e no final do curso não tem nenhum portfolio para mostrar nas entrevistas de trabalho ou tem um portfolio fraco
-Demonstre no seu portifolio que você domina todas as etapas do processo do Design, desde geração de conceitos até prototipos finais.
--Desde já estude inglês para ter esse diferencial, mais ainda para ter uma bolsa de mestrado mais tarde
--Seja aplicado e mantenha uma media alta de notas, porque as bolsas de mestrado pedem minimo de 7.0 ou mais e ainda que o estudante seja muito bom, se ele não tem a nota exigida não pode pedir a bolsa
--Nos dois ultimos anos do curso comece a ver bolsas de mestrado com tempo. Veja mestrados no exterior também.
--Não se iniba com as bolsas de mestrado, o importante é ir atrás do sonho, fui para Inglaterra com bolsa do Governo Mexicano e não tinha um real no bolso
--Procure mestrados que tenham doutorado direto, o chamado mestrado+doutorado, ao finalizar o mestrado você entra diretamente no Doutorado
--Importante também ter uma experiência profissional no exterior, dê preferência a um mestrado no exterior
--O profissional dever ter uma visão-atitude empreendedora, com adaptação rapida a novas culturas de trabalho com colaboração global.
Hoje em dia o produto se projeta na Europa, se fabrica na China e se vende nos Estados Unidos, o designer deve conviver com todas as etapas e ter essa capacidade de interação com todos os envolvidos tanto pessoalmente como profissionalmente.
--E sempre va´atrás do seus objetivos, se não abrirem a porta, entre pela janela, se não tem janela, derrube a porta e se não tem porta, faça um buraco na parede
--Não de ouvidos a turma do não dá pra fazer, não e´possivel, é muito dificil, deixa para depois
--Para o designer tudo e´imagem pessoal, comece já construindo a sua marca pessoal- brand image como Starck, Karim, invente já o seu universo conceitual -Irmãos Campana, porque o design hoje não e´mais apenas o produto fisico, mais todo o universo atrás dele, emoções, percepções, estilos de vida.....
--Boa sorte e lembre que Deus criador de tudo também e´designer!!
--Seja amigo dos professores, sempre há trabalho e projetos com eles, se aprende muito convivendo com professores e conversando das suas experiências, em um ambiente informal se aprende muito mais que em uma sala de aula
--Tente o mais cedo possivel entrar em um escritorio de design para ao final do quarto ou quinto ano sair com uma experiencia forte, portfolio consolidado e visão da profissão. Entrar sem experiência no mercado é muito mais dificil.
--Tire e guarde foto de todos os trabalhos pois e´comum o estudante não guardar ou documentar os seus trabalhos e no final do curso não tem nenhum portfolio para mostrar nas entrevistas de trabalho ou tem um portfolio fraco
-Demonstre no seu portifolio que você domina todas as etapas do processo do Design, desde geração de conceitos até prototipos finais.
--Desde já estude inglês para ter esse diferencial, mais ainda para ter uma bolsa de mestrado mais tarde
--Seja aplicado e mantenha uma media alta de notas, porque as bolsas de mestrado pedem minimo de 7.0 ou mais e ainda que o estudante seja muito bom, se ele não tem a nota exigida não pode pedir a bolsa
--Nos dois ultimos anos do curso comece a ver bolsas de mestrado com tempo. Veja mestrados no exterior também.
--Não se iniba com as bolsas de mestrado, o importante é ir atrás do sonho, fui para Inglaterra com bolsa do Governo Mexicano e não tinha um real no bolso
--Procure mestrados que tenham doutorado direto, o chamado mestrado+doutorado, ao finalizar o mestrado você entra diretamente no Doutorado
--Importante também ter uma experiência profissional no exterior, dê preferência a um mestrado no exterior
--O profissional dever ter uma visão-atitude empreendedora, com adaptação rapida a novas culturas de trabalho com colaboração global.
Hoje em dia o produto se projeta na Europa, se fabrica na China e se vende nos Estados Unidos, o designer deve conviver com todas as etapas e ter essa capacidade de interação com todos os envolvidos tanto pessoalmente como profissionalmente.
--E sempre va´atrás do seus objetivos, se não abrirem a porta, entre pela janela, se não tem janela, derrube a porta e se não tem porta, faça um buraco na parede
--Não de ouvidos a turma do não dá pra fazer, não e´possivel, é muito dificil, deixa para depois
--Para o designer tudo e´imagem pessoal, comece já construindo a sua marca pessoal- brand image como Starck, Karim, invente já o seu universo conceitual -Irmãos Campana, porque o design hoje não e´mais apenas o produto fisico, mais todo o universo atrás dele, emoções, percepções, estilos de vida.....
--Boa sorte e lembre que Deus criador de tudo também e´designer!!
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02 maio 2010
Fragmentação interna = Caos externo
Há 25 anos, Brasil e China estavam nos mesmos niveis industriais-tecnologicos, hoje a China superou o Brasil, como aconteceu isso?
Basicamente a China tem investido muito em tecnologia e educação. Cerca de 40% de 800 mil formando são engenheiros, no Brasil apenas 8% de pobres 30 mil, a China em 2008 investiu 1,42% do PIB em Pesquisa & Desenvolvimento, o Brasil ficou em 1,1% desde 2008.
O que nos demonstra isso? Sem educação, tecnologia, design & engenharia continuaremos sendo um senzalão pretendendo estar no seculo 21.
Copa do Mundo, Olimpiadas não são o sinal de um futuro brilhante, garantido, estavel, de grandes inovações educacionais- tecnologicas mas apenas acontecimentos turisticos de grande importancia e escala que vão trazer beneficios economicos, e uma excelente vitrine para o país. Mas não serão os salvadores da patria...
Outra das razões do nosso atraso é que nós estamos ainda pensando em termos de individuos e familia, apenas, não existe uma cohesão mental nacional com uma visão-objetivo comum de projeto país, todos trabalhando para o beneficio de esta grande nação.
Estamos fragmentados mentalmente, cada um trabalhando pela sua propia visão-objetivo comum egoista e mesquinho.
Não há um projeto comum de Nação, e se há é invisivel, inacessivel, talvez apenas pertencente ao Poder em Brasilia e não um bem comum que deveria ser compartilhado e melhorado constantemente.
Essa fragmentação mental interna da sociedade brasileira se faz externa e visivel, transforma-se em caos externo, um caos social,politico,caos de segurança publica principalmente, começa a causar tragedias como a do Rio, a entrar em casa com a violencia cotidiana, não e´mais a corrupção invisivel dos grandes poderes que trabalham para sí.
Precisamos urgentemente além de investimentos em educação, tecnologia, inovação, criar um projeto comum de país em que todos façam parte de maneira ativa, e educando as novas gerações em essa visão coletiva de país.
Os japoneses em especial desde pequenos usam as 5 S em todos os ambitos, desde temprana idade, criando assim uma cohesão mental com objetivos comuns para beneficio do país.
Não se trata de homogeneizar mentalidades, matar a criatividade, mas apenas criar,ter e manter essa visão comum de país.
PRECISAMOS TAMBÉM DE UMA SUSTENTABILIDADE MENTAL, SE NÃO HÁ UM PROJETO DE PAÍS TODO ESFORÇO EM ALCANÇAR A SUSTENTABILIDADE NOS AMBITOS SOCIAIS, ECOLOGICOS E ECONOMICOS SERÁ TALVEZ EM VÃO OU FIQUE CURTO DEMAIS.
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