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04 outubro 2020

Somos deficientes na acessibilidade



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Foto: Marcus Aurelius — Pexels

Todos somos deficientes em relação às barreiras de acessibilidade

Conhecer quais as barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência e criar soluções é mais que uma atitude: é um dever de todos nós.

DUXcoworkers

Neste artigo, entrevistamos três especialistas em acessibilidade que nos mostrarão:

dificuldades que enfrentam;

o papel da cultura organizacional na inclusão;

soluções reais para eliminar barreiras;

ideias para os empreendedores;

Boa experiência!

A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) define em seu artigo terceiro, inciso I, acessibilidade como apossibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como de outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privados de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida”.

25 setembro 2020

Todo o design é útil desde que ético

 

As questões da pobreza, da fome ou do desperdício de recursos “já não são um problema dos outros, de ‘África’. São hoje, aqui, na nossa cidade, no nosso país”. Para o designer João Borges, distinguido internacionalmente pelas suas criações nas áreas da sustentabilidade e dos direitos humanos, o Design deve assumir um papel activo capaz de “destapar os mantos da sobranceria ou da passividade”. Foi o que fez, no concurso ‘Fight Poverty’, onde foi o único vencedor português, entre duzentos candidatos

31 julho 2017

Quero estudar Design e agora?


Novo artigo no excelente portal de Design "Design Conceitual" como um guia para todos aqueles que querem estudar Design, e precisam de mais informação para escolher seja Produto, Gráfico, Web.

 Quero estudar Design, como escolher?

21 janeiro 2017

A escola dos sonhos não vai mais sonhar - Esdi fecha as portas no RJ

Noticia triste para o Design brasileiro, a famosa ESDI no RJ fecha as portas devido à crise profunda do Estado. Esperemos que seja um fechamento temporário, e quando o Rio estiver em melhores condições abra novamente.

Na coluna do Nelson Motta

14 outubro 2016

23 julho 2016

Design before computers




Documentary "Graphic Means" in 2017 -

Design before computers:
http://www.graphicmeans.com/

04 fevereiro 2016

30 depoimentos, dicas, livros e links para novos (e velhos) designers



Excelente material para designers novos e para aqueles que já tem um tempo na estrada, sempre aprendemos algo.

Como profissional, sempre há alguém abaixo de você, mas sempre há alguém acima! 

 Veja em: Coletividad

06 dezembro 2015

05 novembro 2015

Sorteio do Livro Design Thinking de Tim Brown




Bom dia designers! Emoticon smile Hoje é o Dia Nacional do Design, e para comemorar, estamos sorteando o livro "Design Thinking - Uma Metodologia Poderosa para Decretar o Fim das Velhas Ideias", escrito por Tim Brown. Participe e boa sorte!

É simples concorrer:
1 - Clique em ‘quero participar’ neste link: http://bit.ly/sorteiodiadesign
2 - Curta o 100% Design
3 - Compartilhe este post em seu perfil

17 outubro 2015

10 Táticas de clientes contra designers iniciantes

Republicando um post antigo, que sempre vale a pena colocar no ar.

Principalmente para os designers recém-formados:

Veja o post completo em: Clientes x Designers 

30 março 2015

Desfile heroína do Designer Alexandre Linhares



APOIE O PROJETO NO CATARSE, UMA ROUPA COM ATITUDE QUE QUESTIONAR E CONTRIBUI PARA A NOSSA CONSCIÊNCIA GLOBAL!

Siga em heroinabrasil

10 março 2015

Cradle to Cradle - Curso online gratuito

Cradle to Cradle Product Design- Designing for a Circular Economy.clipular

The Cradle to Cradle Products Innovation Institute has launched its first-ever Product Design Challenge in partnership with Autodesk supporting the Design-Led Revolution.
Central to Cradle to Cradle® as a design framework is to eliminate the concept of waste—recognizing that all materials are valuable, finite, and when designed appropriately, can be used in infinite cycles. Effectively implementing this design principle can have a significant impact on the environment and the economy. Following completion of the free, online course, Designing Cradle to Cradle Certified Products for the Circular Economy, participants are eligible and encouraged to submit a design for the Cradle to Cradle Product Design Challenge and could win up to $4,000 in a cash prize.
The goal of this design challenge is to eliminate the concept of “waste” by designing products with materials that may be perpetually cycled to retain their value as nutrients to fuel growing global economies. Entries may be submitted starting immediately, and must be received no later than March 15, 2015. Winners will be announced April 2015.

Challenge Details

  • Eligibility: This contest is open to design students and design professionals who have completed the free 2-hour online course Designing Cradle to Cradle Certified Products for the Circular Economy.
  • Format: All submissions must be in English. All written material should be packaged as a single PDF document not to exceed five pages.
  • Submission: Upload the PDF file using the form on the Design Challenge website at c2ccertified.org/challenge.
  • Deadline: Submission deadline is March 15, 2015 at 11:59 p.m. PST.
  • Submission Requirements: Submissions should be formatted following the outline made available online under Submission Requirements.
  • Judging Criteria: Entries will be evaluated on Design considerations that promote circularity; Anticipated next life of the materials; Identified path to reuse; Choice of materials (non-toxic and cyclable); Usefulness; and Beauty.
  • Award/Benefits: Prizes will be awarded in three categories: Best Student Project; Best Young-Professional Project; Best Use of Autodesk Fusion 360 Tool. The top selection in each category will receive a $2,000 prize. Finalists and winners will be featured in press releases, on the Institute’s website, promoted through social media, and on the websites and other communications channels of key partners including the Alcoa Foundation and Autodesk.
All contest details can be found at c2ccertified.org/challenge. For questions, please contact info@c2ccertified.org.

03 dezembro 2014

Alexandre Wollner na Intermeios da Fau Usp




Ficha técnica duração: 1h 36 min. finalização: 2014 
Palestrante Alexandre Wollner  

AUP 5864 - O Design Posto em Questão 

Profa. Dra. Maria Cecília Loschiavo dos Santos


ENSINO DO DESIGN POR ALEXANDRE WOLLNER


04 agosto 2014

Aloisio Magalhães no Itau Cultural

O design dificilmente é visto como uma prática associada a todos os campos da atividade humana. Aloisio Magalhães em suas realizações defendeu ativamente a necessidade vital do design a serviço da comunidade. Além de seu pioneirismo nesse campo, dirigiu seu pensamento e suas ações ao desenvolvimento do Brasil, assim como – por meio de sua visão política – propôs uma nova maneira de mapear e entender a cultura do país. Tendo em vista sua atuação marcante, fazendo conviver a autoridade e o artista, Aloisio Magalhães é o homenageado da 19ª edição do programa Ocupação, que acontece entre 26 de julho e 24 de agosto, no Itaú Cultural.
A exposição, que conta com a curadoria de João de Souza Leite, se desenvolve em três tempos que contemplam os diversos momentos pelos quais passou Aloisio Magalhães, o trabalho como artista plástico, como designer e como formulador de políticas públicas na área da cultura. Nascido no Recife, aos 18 anos – na Faculdade de Direito – era apontado como uma das melhores promessas da nova geração de artistas plásticos de Pernambuco. Ainda na universidade, produziu cenários e figurinos para as peças do Teatro do Estudante de Pernambuco (TEP), como Otelo (1951), de Shakespeare, e Bodas de Sangue (1955), de García Lorca.
O artista plástico. Lápis e nanquim também faziam parte do universo do artista. Desde 1949, Aloisio mantinha um ateliê, onde como pintor produzia obras abstratas animadas com motivos de sua terra, Pernambuco. “O colorido e a vibração da paisagem de sua terra era o que mais o interessava”, conta o curador. A Ocupação traz algumas produções da década de 1950, assim como revela fotos e informações das inúmeras exposições realizadas no Brasil e no exterior.
No mesmo local de seu ateliê, funcionava O Gráfico Amador, oficina criada por um grupo de intelectuais nordestinos interessados na arte do livro. O espaço era voltado ao desenho, à edição e à produção de pequenas tiragens de publicações, como Ode, de Ariano Suassuna. Em Aniki Bobo, os desenhos foram feitos antes do texto e por isso se diz que João Cabral de Melo Neto o ilustrou com seu poema. Ambas as edições fazem parte das obras presentes na mostra.
Foi em uma viagem à Filadélfia, em 1957, que Aloisio conheceu Eugene Feldman, artista gráfico experimental, e pôde se aprofundar um pouco mais nas técnicas de reprodução das grandes tiragens. Percebeu, então, a possibilidade de ampliação de sua criação a partir do design. Já de volta ao Brasil em 1960 fundou, com Artur Lício Pontual e Luiz Fernando Noronha, no Rio de Janeiro, o Magalhães + Noronha + Pontual (MNP), escritório destinado a trabalhar com arquitetura, construção civil e programação visual.
O designer. No espaço do MNP foram desenvolvidos os primeiros trabalhos de projeção do escritório na área da comunicação visual: os símbolos do 4ª Centenário do Rio de Janeiro, da Fundação Bienal de São Paulo e do Banco Moreira Salles, entre tantos outros. Em 1966, aconteceram concursos para a criação do símbolo da Light e para o desenho de novas cédulas do papel-moeda brasileiro. Ao conquistar o primeiro lugar na disputa, Aloisio consolidou sua posição no cenário da produção de design no campo da comunicação visual.
Com uma área dedicada especialmente ao design, a exposição apresenta uma diversidade de símbolos e sinais, desenhos a lápis e layouts. Entre eles estudos para a cédula de 500 cruzeiros e cartazes para o governo de Pernambuco. “Entre 1960 e 1975, [Aloisio] desenhou cerca de 70 sinais de grande visibilidade, e neles é possível notar a presença de certa característica de desenho que não reproduz de maneira muita exata o repertório do design modernista, em grande parte pautado pela geometria regular. Suas curvas são quase sempre compostas de segmentos de arcos, seus sinais juntam entrelaçados de letras e buscam, muitas vezes, uma re­presentação figurativa. Seu registro é outro”, explica João de Souza Leite.
O político cultural. Na década de 1970, Aloisio Magalhães iniciou uma nova etapa em sua vida, seu envolvimento definitivo e formal no campo da cultura. Em 1975, criou o Centro Nacional de Referência Cultural (CNRC), que visava mapear, documentar e entender a diversidade da cultura brasileira. A investigação de formas originais de criação e produção na sociedade levou pesquisadores a se debruçar, por exemplo, sobre o artesanato popular.
Cecília Londres, socióloga e conselheira do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no texto O Centro Nacional de Referência Cultural: a Contemporaneidade do Pensamento de Aloisio destaca: “Atuar nesse processo de apropriação da cultura, tanto no sentido de produzir conhecimento quanto no que veio a ser denominado de ‘devolução’, ou seja, de devolver às comunidades, elaborado e enriquecido, o seu patrimônio cultural, definia o CNRC não como uma instituição de pesquisa, como a princípio poderia parecer, mas como um espaço de experimentação”.
Dando continuidade a suas iniciativas, em 1979, Aloisio Magalhães assumiu a direção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), do Ministério da Educação e Cultura (MEC). Buscando retratar essa trajetória do político cultural, a Ocupação revela alguns documentos e fotos que mostram sua atuação em diversas regiões do país. Segundo João de Souza Leite, a ideia central da mostra é “não somente proporcionar o entendimento desse brasileiro, como também fomentar o debate das importantes questões sobre as quais ele se debruçou”.
Rodas de Conversa
O conteúdo da Ocupação Aloisio Magalhães serve de base para dois bate-papos – um deles ligado aos chamados “cartemas”, termo que o filólogo Antonio Houaiss cunhou para se referir a uma série de imagens geométricas que o designer fez por meio da colagem de cartões-postais. As conversas são conduzidas em português e em Libras (Língua Brasileira de Sinais).
Acesse a aba programação para conferir as datas e horários dos bate-papos.
Ocupação Aloisio Magalhães
sábado 26 de julho a domingo 24 de agosto de 2014
terça a sexta das 9h às 20h (permanência até as 20h30);
sábado, domingo e feriado das 11h às 20h
Piso Térreo
Entrada franca
[livre para todos os públicos] L

16 janeiro 2014

Design de Produto é vital para o sucesso



Aparência que o produto terá ao consumidor final deixou de ser item supérfluo e passou a ser considerada elemento estratégico no desenvolvimento industrial.


Nas últimas décadas, a tecnologia deixou de ser diferencial competitivo no mercado e a aparência do produto ganhou importância. Os fatores considerados relevantes na escolha de um produto deixaram de ser apenas a tecnologia e passaram a ser o preço e o design do mesmo.

O designer holandês Jacob Breur, que dá consultoria aos incubados do Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (Cietec), afirma que o design é altamente vantajoso, pois confere uma variação estilística de formato, diferenciando o produto dos concorrentes e agradando o consumidor. Considerado hoje uma ferramenta do marketing, diz Jacob, o design deixou de ser uma futilidade, algo supérfluo. Tornou-se parte da inovação da produção para manter a empresa competitiva e a marca viva.

A definição da aparência de um produto, no entanto, não é apenas pelo efeito estético como era há alguns anos. O design é o processo de adaptação do ambiente artificial às necessidades físicas e psíquicas dos homens na sociedade.

Hoje em dia o design abrange criar produtos realmente necessários ao consumidor, melhor aproveitamento da matéria-prima, uso racional da mão-de-obra e do espaço físico e também, sem dúvida alguma, uma forma eficaz de seduzir o consumidor ao produto. Entretanto, não basta apenas o produto ser visualmente agradável se a embalagem não for atrativa o bastante. Toda embalagem deve mostrar qual é a inovação do produto e o benefício que ele traz ao consumidor.

Estudo de casos
Dentro do Cietec diversos são os casos de produtos que deram valor ao design e isso gerou benefícios. É o caso da Coll e do seu produto, a alisadora de roupas Agillisa. De acordo com a arquiteta Célia Jaber de Oliveira, sócia da Coll, design é tudo. Na definição de seu produto foi baseado na linha branca de eletrodomésticos. Cantos arredondados, cor branca, uso de transparência, são alguns dos elementos levados em consideração. Além disso, segundo Célia, tais definições devem acompanhar todo o processo produtivo garantindo economia em embalagem, matéria prima, produção entre outros.

Já a Khemia vive a parte inicial desse desenvolvimento. Seu produto, um sistema para a eliminação de microorganismos sem uso de processos químicos, ainda não possui uma aparência definida. Assim, de acordo com o administrador da Khemia Johny Francisco Ros de Almeida o produto ainda necessita dessa imagem para ser comercializado. 

Extraído de Administradores

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11 janeiro 2014

Escolhi uma profissão ruim, Design. E agora?

Excelente artigo para reflexão.

Leiam os comentários também.

Não e´a profissão em si, mas elementos externos que dificultam a sua presença e atuação no mercado.

Mas fica a pergunta: Quem não deu certo, reclama da profissão?

Afinal, não acredito que os Irmãos Campana tenham alguma reclamação. Opa, mas eles não são designers de formação...

Escolhi uma profissão de merda. E agora?