30 outubro 2010

O povo das caixas

28 outubro 2010

Mais pessoas, mais emissões

Edição da revista científica Nature Climate Change traz um estudo que deve pôr lenha na fogueira na discussão sobre emissões provocadas pela atividade humana. Mitigation: More inhabitants, more emissions toca em um assunto delicado e, talvez por isso, amplamente ignorado nas negociações sobre mudanças climáticas: o crescimento populacional.

A estimativa é de que bateremos os 9 bilhões de habitantes no planeta até 2050, mesmo assim, nenhum grupo de trabalho da Convenção da ONU para Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês) discute o assunto.

Há quem diga que cientificamente a questão não é relevante, mas talvez o maior obstáculo para discussão seja a possibilidade de detonar um barril de pólvora político: controle de natalidade, diferença nos níveis de natalidade em diferentes grupos étnicos, culturais ou religiosos e direito a liberdades individuais.
Fácil descambar para a discussão apaixonada, em detrimento da razão.

Menos gente, menos emissões?
Voltando ao estudo, a equipe do Centro Nacional para Pesquisas Atmosféricas dos Estados Unidos liderada por Brian O'Neil, um dos maiores especialistas na relação população/emissões, a descoberta é que uma redução apenas moderada do crescimento populacional até 2050 poderia levar a cortes de 16% a 29% nas emissões necessárias para se evitar mudanças climáticas consideradas perigosas.

Estudos como o de O'Neil vão contra a premissa de grande parte da comunidade científica de que a população não é uma variável tão importante para as mudanças climáticas. Em linhas gerais, o argumento é que medidas de redução da natalidade não levariam a grandes mudanças nas regiões em que a população mais cresce. E mesmo se levasse, como essas regiões costumam estar perto das áreas mais pobres do mundo, o efeito sobre as emissões geradas pela atividade econômica seria indiferente.

O'Neil e sua equipe, por outro lado, argumentam que se nascessem 1,5 bilhão de pessoas a menos que o estimado entre 2000 e 2050, o mundo cortaria até 1,4 gigatoneladas de emissões de gás carbônico, ou seja, mais de 16% por cento do total atual. O envelhecimento da população, diz o estudo, também pode reduzir as emissões em até 20%, mas aumentos das áreas urbanas - que levam a maiores emissões, segundo os pesquisadores - zerariam estes ganhos.
Se mesmo sem se falar em população, já está difícil encontrar um meio termo para a comunidade internacional traçar uma estratégia que limite futuras emissões, será que vale a pena tocar no 'p' da questão? Por outro lado, se os ganhos podem ser tão significativos como indica o estudo de O'Neil, e praticamente sem a necessidade de enormes investimentos, não seria irresponsável ignorar esta variável?


Extraido de:
http://www.nature.com/climate/2008/0806/full/climate.2008.44.html

Superpopulação e´uma excelente razão para não alcançar um futuro sustentável, entretanto como menciona a materia, há exagerada preocupação midiatica-ambiental com emissões e aquecimento global e não há nenhuma proposta em concreto para redução da população mundial. Essa redução em algum momento, no futuro, terá que acontecer obrigatoriamente.

A matematica e´simples, mais população= mais produção, mais consumo, mais impacto, mais lixo, menos agua, menos comida.......

Especie Humana extinta em 100 anos

A espécie humana estará extinta em menos de um século. A previsão nada otimista é do conceituado biólogo australiano Frank Fenner, professor da Universidade Nacional Australiana e um dos responsáveis pela erradicação da varíola.


Em entrevista ao jornal "The Australian", publicada nesta quinta-feira, dia 17 de junho, ele explicou que por conta "da explosão demográfica e do consumo desenfreado" a humanidade não será capaz de sobreviver. "Seremos extintos. Tudo o que fizermos agora será tarde demais", disse o pesquisador, hoje com 95 anos.

A afirmação foi feita durante uma rara ocasião em que Fenner se dispôs a falar com a imprensa. Membro da Academia Australiana de Ciência e da Sociedade Real, o biólogo já publicou centenas de artigos científicos e escreveu, sozinho ou em parceria, 22 livros.

"Como a população continua a crescer para sete, oito ou nove bilhões haverá muito mais guerras por alimentos", diz. "Os netos de gerações de hoje enfrentarão um mundo muito mais difícil."

Polêmico, ele credita ainda à falta de ação para se reduzir emissões de gases do efeito de estufa o trágico destino da humanidade. "Vamos sofrer o mesmo que o povo da Ilha de Páscoa", afirmou. "A mudança climática está apenas no começo. Mas nós estamos vendo mudanças notáveis desde já".

"A espécie Homo sapiens será extinta, possivelmente dentro de 100 anos", disse. "Um monte de outros animais também serão. É uma situação irreversível. Eu acho que é tarde demais. Tento não me manifestar sobre isso, porque as pessoas estão tentando fazer alguma coisa".

O jornal The Australian lembra que a opinião de Fenner é compartilhada por outros cientistas, porém abafada na discussão entre os pesquisadores que creem e os que são céticos em relação às mudanças climáticas.

Na semana que vem Fenner fará a abertura do simpósio sobre Clima, Planeta e Pessoas Saudáveis, na Academia Australiana de Ciência. Em 1980, durante uma Assembleia Geral da ONU – Organização das Nações Unidas, foi ele quem anunciou a erradicação global da varíola, única doença a ser considerada erradicada em todo o mundo.

*Nota publicada no portal Exame.com

O fantasma do aquecimento global ou a meme do aquecimento global

Ei, você aí, não se iluda e nem seja iludido por essas historinhas falaciosas sobre o tal de aquecimento global – se não é conversa para boi dormir, é para alguém ganhar dinheiro, muito dinheiro. Ou senão, para alguém se projetar na sociedade. Ou então, de alguém bem intencionado, que ainda não despertou e está por fora da real realidade. De qualquer forma, há no mínimo um enorme exagero em todo esse alarde sobre o aquecimento global.

Se você discorda de mim, dê uma sapecada no Al Gore, aquele ex-vice-presidente que perdeu a eleição para presidência dos Estados Unidos, justamente para George Walker Bush – que não está nem aí, com essa historinha de aquecimento global. Mas quanto a Al Gore, ele ri à toa, faturando alto em suas palestras, passeando pelo mundo afora. O pior de tudo é que a quase unanimidade da humanidade acredita piamente nele e em alguns cientistas, que vivem também faturando livros, jornais e revistas, palestras e consultorias, apregoando que o fim do planeta Terra está próximo, se continuar do jeito que está! Bem que Nelson Rodrigues dizia que "a unanimidade é burra". E eu digo que são todos "Maria vai com as outras". Além deles, toda a indústria apocalíptica está ganhando rios de dinheiro com oferta de soluções antipoluição. A indústria cinematográfica nem tanto, porque ela sempre viveu de cenas apocalípticas, e hoje todo mundo já se cansou de assistir filmes onde todo mundo morre queimado nas florestas ou, se afogando em águas.

De fato, de tempos em tempos aparecem os profetas do apocalipse, esta que é a verdade. E como isso não bastasse, agora é a vez de alguns cientistas se portarem como tais – por mídias impressas, televisivas, radiofônicas e agora internéticas, aparecem eles com seus velhos métodos científicos, para provar que o aquecimento global está em nível intolerável. E até políticos que não sabem mais do que rosnar sofisma que só babaca acredita, estão culpando seus inimigos pela desgraça – dão uma de entendido, mas nem sabem do que estão falando.

A verdade é que todo mundo está à mercê do fantasma do aquecimento global e não propriamente do aquecimento global. Todo mundo imaginando um apocalipse final, um dilúvio final, uma desgraça final – porque acham que só o humano é o grande causador de todo esse mal, e que irá destruir de uma vez por todas, a humanidade. Ledo engano!

Todo mundo está sendo contaminado pelo meme do aquecimento global, por intermédio das mídias que noticiam-no diuturnamente às mentes humanas – esta que é verdade. Tanto é verdade, que muitos sequer sabem o que realmente é esse processo de aquecimento global. Só entendem que é algo ruim para a humanidade, e ponto final.

Segundo Dawkins (2001, p. 211-222) meme é uma idéia que uma vez apregoada, ecoa como verdadeira para uma grande parte da sociedade, senão da humanidade como um todo – como um vírus, que replica de mente em mente. Exemplos de memes: crer em Deus que todo mundo crê, acreditar em vida após morte, ter necessidade de professar uma religião porque "todo mundo tem", torcer por um time de futebol porque "todo mundo torce", assistir a corrida de Fórmula-1 porque "todo mundo assiste" e assim por diante.

Também Goebbels contribuiu com a memética, mediante sua técnica de propaganda nazista, que diz que "uma mentira contada mil vezes, torna-se verdade". É verdade: se você insistir por n vezes na imprensa algo como verdade, quase a humanidade inteira tende a ser memetizada. É o que acontece com as chamadas "listas dos livros mais vendidos" e "rank das músicas mais tocadas", ou então de notícias veiculadas sobre os filmes de grande sucesso de bilheteria. A maioria atribui ao mentor nazista Joseph Goebbels essa idéia de tornar uma mentira como verdade. Porém isso também pode ser uma grande mentira histórica: para outros que contestam a maioria, a frase original pode ter sido criada por algum filósofo da Grécia Antiga, ou então, de um sábio oriental – "uma mentira contada seis vezes, torna-se verdade".

Esse mesmo memetismo está acontecendo com toda essa história de aquecimento global. Coitadas das crianças de hoje, que estão nascendo com esse estigma – viverão a vida inteira pensando que morrerão queimadas, senão afogadas pelas águas derretidas das geleiras! Como diz Dawkins, é "a ameaça do fogo infernal. Muitas crianças e até mesmo alguns adultos acreditam que sofrerão tormentos horríveis após a morte se não obedecerem às regras dos sacerdotes. Esta é uma técnica sórdida de persuasão, tendo causado grande angústia psicológica por toda a Idade Media e até mesmo hoje" (DAWKINS, 2001, p. 219).


Medo de se afogar Medo de ir para o inferno

Pois então segue lista de 3 (três) motivos para você se relaxar e não se estressar com tanta bobagem que estão falando e escrevendo por aí:

1º. O humano sozinho não tem toda essa capacidade destrutiva para poluir a atmosfera e danificar a camada de ozônio – a homeostase (processo natural de busca de equilíbrio) da Terra e do Universo, é infinitamente mais poderosa. Quer uma prova? Aquelas duas bombinhas atômicas que derrubaram em Hiroshima e Nagasaki em 1945, matando uns 220 mil japoneses. Hoje, 62 anos depois, as duas cidades estão completamente recuperadas – Hiroshima, com mais de um milhão de habitantes e Nagasaki, com mais de 440 mil! Pelo que se depreende, se a atmosfera local foi danificada, ela foi recuperada.

2º. A própria natureza se autopolui – ela sim, é infinitamente poderosa. É o caso de florestas que emitem metano e provocam o efeito-estufa (uma parcela de raios infravermelhos refletidos pela superfície terrestre é absorvida por gases na atmosfera, causando um aquecimento adicional da Terra). Não só florestas emitem metano – os bilhões de animais e aves também poluem a atmosfera, com o metano produzido pela flatulência que descarregam no ar pela válvula de escape. E não adianta você querer fugir à responsabilidade, porque você faz parte da humanidade de mais de 6,5 bilhões de humanos que também descarrega metano, e de monte – via flatulência de todos os dias e de todos os momentos! E claro, tudo isso e mais outros fatores, abrem buracos na camada de ozônio que nos protege dos raios ultravioleta letais do Sol.

Buraco na Camada de Ozônio
http://www.apolo11.com/

3º. A Natureza é um processo contínuo de criação e destruição sem fim – é a Realização da Vontade de Deus. Hindus que o digam, com os seus deuses Brahman (criador), Vishnu (da manutenção) e Shiva (da destruição). Quer o humano queira ou não, sofremos e sofreremos todas as matizes desse processo de criação e destruição – a autotransformação da Natureza, na base do Yang-Yin (processo contínuo de mudanças entre dois pólos opostos entre si, segundo a inteligência chinesa). Aliás, nós somos frutos de passagem nesse processo – que muda continuamente – somos frutos da composição atmosférica de 21% de oxigênio, 78% de nitrogênio e o restante de outros gases. Se o oxigênio aumentar um pouco acima desse patamar, tendemos a morrer carbonizados; caso contrário, sofreremos asfixia até morrer. Mesmo que o humano se adapte a essas mudanças, um dia sucumbirá de vez, se Deus quiser. Porque tudo muda e tudo está mudando. Tudo vai e vem. Então não pense você, que existirá para sempre – Eterno só e somente só Deus, Infinito no Espaço e Eterno no Tempo. Ainda bem que não, senão já pensou, você pagar infinitamente imposto de renda, IPTU e um monte de contas todo mês?

Yang-Yin

ENTÃO, PARA QUE SE PREOCUPAR TANTO, SE O HOMO SAPIENS ESTÁ COM OS DIAS CONTADOS?

A verdade é que a Natureza é um infinito processo de aquecimento e resfriamento na eternidade do tempo. Somos frutos de desastres ecológicos na base do aquecimento e do resfriamento, desde o big-bang do nosso Universo – que de tanto esquentar na máxima densidade da matéria no ponto zero, explodiu em uma labareda de detritos de fogo. E um desses detritos transformou-se na Terra, cuja superfície se resfriou, onde os gases se combinaram para formar a atmosfera que hoje abriga incontáveis vidas orgânicas e inorgânicas que por sinal, estão em profunda transformação – inclusive nós humanos, que um dia desapareceremos enquanto espécie, para dar lugar a outra. Porque esta é a regra geral da vida no Universo de Deus, que não privilegia ninguém nem coisa nenhuma. Ou você ainda não percebeu que vários outros homos (Cro-Magnon, Neanderthal, Erectus etc) vaguearam pela Terra, antes de ceder lugar ao famigerado homo sapiens, como bem nos mostra Capra (1996)? Pois então, não tenha tamanha pretensão para ad eternamente preservar a sua espécie! Nem se frustre por não conseguir preservar outros seres vivos, porque não conseguirá! Já pensou se tivessem preservado os dinossauros do tipo Tyrannosaurus Rex? Não estaríamos aqui discutindo sobre aquecimento global há muito tempo, porque todos nós teríamos servido de comida a eles – e eles não estariam nem aí, preocupados em preservar a espécie homo sapiens...

Em outras palavras, é impossível controlar coisas globais como aquecimento global e resfriamento global porque não temos controle da homeostase da Terra, e muito menos do Universo, que ela e nós todos estamos inseridos!

Mas, como diz Dawkins (2001), somos um amontoado de genes egoístas, que querem a todo custo preservar e multiplicar a espécie.

SIM, SOMOS EGOÍSTAS, GOSTAMOS DO CONFORTO E EVITAMOS A DOR E O SOFRIMENTO

Sim, não só somos egoístas por natureza, como também gostamos de conforto e temos medo de perdê-lo. Além disso, buscamos a todo custo, evitar a dor e o sofrimento que são próprios da vida.
Esta é a grande razão pela qual gritamos, e nos preocupamos tanto, em prol do a preservação do meio-ambiente e do desenvolvimento sustentável. Mas não podemos controlar o macrocosmo da homeostase da Terra e do Universo – jamais conseguiremos isso! Pobres daqueles humanos que pensam que com políticas governamentais e atitudes de mobilização ecológicas, poderão evitar o presumível aquecimento global! Quem somos nós, senão míseros humanos à mercê de forças cósmicas incognoscível e infinitamente poderosas?

Fatalmente teremos sim, o aquecimento global e até o resfriamento global – porque fazem parte da Natureza de Deus. Com aquecimento global teremos sim as geleiras se derretendo e avolumando rios, mares e oceanos, como também provocando redução de terras habitáveis – isso já aconteceu outrora, inúmeras vezes na face da Terra! Não se iluda não, com o que dizem os ambientalistas e os "salvadores da pátria" que apregoam por aí, que a coitadinha da Terra está a perigo, e você poderá salvá-la, tomando uma atitude ecológica assim, e assado! Porque com certeza, a humanidade futura passará por apocalipses, tanto quanto a humanidade passada já passou, quer queira ou não! Também passará pelo resfriamento global, como também já passou, em várias eras glaciais – que dizimaram inclusive, os gigantescos dinossauros!
Mesmo no nosso período histórico, como analisam Sallie Baliunas e Willie Soon, houve um e outro fenômenos climáticos: "o Período de Aquecimento Medieval, entre 800 e 1300, e a Pequena Idade do Gelo, de 1300 a 1900 – ocorreram globalmente e numa época em que a emissão de gases industriais com efeito estufa ainda não se tinha tornado abundante" (APPELL, 2003).

Alias, como diz Lovelock, a Terra não tem nada de coitadinha: "O ambientalista que gosta de acreditar que a vida é frágil e delicada e que está em perigo diante da brutalidade do homem, não gosta do que vê quando olha o mundo através de Gaia. A donzela desamparada que ele esperava resgatar, surge como uma mãe canibal saudável e robusta" (LOVELOCK, 2001, p. 89-90). Então, nós é que somos uns coitadinhos!
Sim, nós coitadinhos podemos sim, controlar este nosso microcosmo de nossas atividades no nosso cotidiano, de imediato e em curto prazo – para que soframos menos e vivamos confortavelmente cada vez mais. Promovendo a preservação do meio-ambiente e o desenvolvimento sustentável. Diga-se de passagem, que desenvolvimento sustentável é aquele desenvolvimento econômico-social que tanto satisfaz a necessidades presentes da Humanidade, quanto as presumíveis necessidades futuras dela. Nesse sentido, são admiráveis e de grande valor os movimentos ecológicos e ambientais, sim.

Daí, tanto quanto possível, devemos nos conscientizar do desenvolvimento sustentável, evitando ao máximo:

1. A poluição atmosférica, não porque iremos destruir a atmosfera, mas sim para continuarmos respirando bem, e com um mínimo de problemas de saúde.
Deveremos então, controlar a emissão de poluentes industriais, mas sem comprometer o progresso das empresas – desenvolvendo e aplicando tecnologias ecológicas. Iniciativas como Protocolo de Kyoto que estabelece limites para a emissão de gases industriais, devem ser seguidas – mas também quem for contra merece ser respeitado, porque deve ter suas razões. O mais importante é encontrar o caminho do meio que satisfaça ambas necessidades.

Poluição Atmosférica
http://hrcastro.wordpress.com/2007/05/

2. A poluição hídrica, não porque iremos destruir rios, mares e oceanos, mas sim para continuarmos a usufruir água potável e fauna aquática sem contaminação.
Deveremos então, definitivamente, cercear a prática de jogar detritos industriais em rios, mares e oceanos, bem como desenvolvendo e aplicando tecnologias ecológicas.

3. A poluição do solo, não porque iremos contaminar a terra, mas sim para evitar proliferação de doenças e anomalias provocadas por lixos e detritos químicos perniciosos.
Deveremos então, cercear a prática de jogar detritos químicos perniciosos, bem como promover o controle e o tratamento de lixos urbanos – desenvolvendo e aplicando tecnologias ecológicas.

4. A poluição térmica, não porque acabaremos com a água, mas sim para manter a sua pureza tanto quanto possível, para satisfazer a necessidade de oxigênio da biosfera.
Deveremos então, estabelecer limites do volume de água quente sobre água fria – desenvolvendo e aplicando tecnologias ecológicas de resfriamento de água quente, purificação de água poluída e por que não, tecnologia de fabricação de água potável.

Entretanto, tudo isso somente deixará de ser apenas falácia, se os humanos realmente necessitarem de preservar o meio-ambiente e promover o desenvolvimento sustentável – tanto quanto for tudo isso, de interesse econômico-financeiro. Senão, a falácia tende a continuar.

Por que o mundo é assim tão conturbado?
Porque sim! Esta é a resposta mais verdadeira – a resposta de uma criança. E "eu fico com a pureza da resposta das crianças", como canta Gonzaguinha e afirma taxativamente Osho em seus livros!
Porque é assim mesmo! A Natureza é assim mesmo. O nosso intelecto é que classifica a Natureza de ambígua, contraditória e paradoxal, por ela se comportar como tais. O nosso intelecto é que tenta enquadrar a Natureza no limitado molde da Ciência.
Mas a Ciência e a sua filha Tecnologia têm a solução da maioria dos problemas humanos. Ao mesmo tempo, ambígua, contraditória e paradoxalmente, geram problemas. Quer um exemplo?

A Ciência da Medicina reduziu a dor e o sofrimento, como também aumentou o tempo médio de vida de cada um, de tal sorte que um indivíduo tende a viver mais com mais saúde. Mas ao mesmo tempo, tende a gerar uma série de problemas para esse mesmo indivíduo e também, à humanidade.

O indivíduo tende a se cansar da vida, porque quanto mais vive, mais desgraça sente de si e presencia a dos outros – e quanto mais avançar na idade, tende a se frustrar cada vez mais, porque se torna cada vez mais impotente em todos os sentidos, em um mundo cada vez mais dinâmico – que exige rapidez na tomada de decisões e na prática de ações. A animação da vida se exaure física e emocionalmente, ao longo do tempo. E não adianta contrariar, porque é a Lei da Vida. Não é à toa que Bruce Lee dizia que não queria viver muito – feliz dele, porque morreu jovem e no auge, antes de completar 33 anos.

Quanto à humanidade, fatalmente sofrerá o desequilíbrio ecológico causado pelo humano sobre si mesmo, que tem como conseqüência a superpopulação que se estende cada vez mais. Porque antes o equilíbrio estava nas mortes mais rápidas (por doenças e guerras), acompanhando o crescimento vertiginoso da prole. Hoje, com o avanço da Medicina e da Paz sem Guerra, tendemos a morrer velhos e não novos ou mais maduros. Essa superpopulação acarretará e já está acarretando desequilíbrio não só ecológico, como econômico-social. Já estamos sofrendo isso nas grandes cidades: trânsito infernal e violência cada vez mais comum na selva de pedra (como sempre foi, quando o homem vivia mais na selva do mato) – que são apenas dois dos inúmeros problemas que tendem a se avolumar, porque cada vez mais, o espaço terrestre é reduzido para cada indivíduo. Assim, ninguém agüenta o outro, e vai pro pau mesmo! Isso sem falar no desemprego em massa, e no rombo cada vez maior da previdência social.

Mas não se preocupe e deixe de se estressar, porque é assim mesmo!

Referências Bibliográficas
APPEL, David. Bate-boca – Afirmação de que Aquecimento Global não é induzido pelo homem reacende debate. Revista Scientific American, agosto de 2003, número 15, p. 10-11.

CAPRA, Fritjof. A Teia da Vida. São Paulo: Cultrix, 1996.

DAWKINS, Richard. O Gene Egoísta. Belo Horizonte: Itatiaia, 2001.

LOVELOCK, James. Gaia – Um Modelo para a Dinâmica Planetária e Celular. In: THOMPSON, William Irwin e Outros. Gaia – Uma Teoria do Conhecimento. São Paulo: Gaia, 2001.

OSHO. A Sabedoria das Areias – Volumes I, II e II. São Paulo: Gente, 1999.

Koiti Egoshi é Doutor em Administração pela World University–USA; Mestre em Organização, Planejamento e Recursos Humanos pela EAESP/FGV–Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas; Pós-Graduado Lato Sensu em Análise de Sistemas pela FECAP – Fundação Escola do Comércio Álvares Penteado; Administrador de Empresas pela FEA/USP – Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo.

Professor de conteúdo e-Learning em Administração, Tecnologias da Informação e Internet; Professor de Graduação e Pós-Graduação em Administração, Metodologia Científica, Tecnologias da Informação e Internet.

Contato: consulting@egoshi.com.br

http://www.cienciadaadministracao.com.br/

Reprodução autorizada desde que citado o autor e a fonte






27 outubro 2010

Greenwashing report 2010


Veja no mesmo site "7 Sins"

24 outubro 2010

Coloque o titulo de acordo com a sua percepção!


Uma campanha sobre preconceito contra pessoas com algum tipo de deficiência na Bélgica tem gerado ampla discussão.

Na foto, a designer gráfica Tanja Kiewitz, de 35 anos, posa sensual para a campanha, cujo cartaz traz a inscrição: 'olhe-me nos olhos… eu disse nos olhos'.


Tanja disse que a foto gerou grande repercussão após ser publicada em diversas revistas na França e na Bélgica. 'Foi positiva, muito positiva'. A modelo conta que desde então tem recebido diversos pedidos de entrevistas em toda a Europa.

A campanha foi realizada pela ONG CAP48 tem como objetivo alertar sobre os problemas vividos por portadores de deficiência.


O maior causador de deficiência são acidentes no ambiente de trabalho, acidentes de carro.

Vivemos em um corpo "temporariamente funcional" e que sempre existe o risco real de transformar-se em uma pessoa com deficiência de um momento para outro.

Reunamos!!

Conheça  empreendimento sustentável de inovadora comunicação e interação online e offline para pessoas com deficiência

23 outubro 2010

19 outubro 2010

Testes com animais não são mais necessarios

Em entrevista à Agência Brasil, a presidente da Suipa, Izabel Cristina Nacimento, afirmou que o uso de animais como cobaias é “paradoxal”.

Por Paula Laboissière - Agência Brasil

O uso de animais como cobaias em pesquisas não é mais necessário na chamada era do genoma, afirma a presidente da Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa), Izabel Cristina Nacimento. Segundo ela, é preciso que o Brasil, sobretudo, invista em métodos alternativos, como estudos in vitro e com células. Dia 29 de julho, o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, informou que vai dar início no próximo mês ao cadastro de todas as pesquisas que usam animais.

Em entrevista à Agência Brasil, Izabel afirmou que o uso de animais como cobaias é “paradoxal”, uma vez que os bichos são usados por se tratarem de organismos próximos ao ser humano, mas, ao mesmo tempo, são vistos como seres sem direito de escolha em relação ao sofrimento a que são submetidos durante os experimentos. “Se eu quiser ser uma cobaia humana, tenho que assinar um compromisso, mas podem fazer estudos com o animal porque ele é inferior?”, questionou.

Izabel lembrou que a própria Lei de Crimes Ambientais prevê punição para o abusos e os maus-tratos a animais. Ela destacou ainda que a legislação brasileira só permite o uso de animais como cobaias quando não há possibilidade de outros métodos. “Mas os pesquisadores acham que são deuses”, criticou.

A Suipa considera antiquada a Lei Arouca, que traz as normas para o uso das cobaias em experimentos. Criado há pelo menos 20 anos, o texto foi sancionado apenas em 2008 e prevê que os animais podem ser usados como cobaias somente após o experimento em células. Em seguida, humanos estão liberados para participar dos testes. O animal tem sentimento, está mais do que comprovado. Eles sentem medo, angústia, tristeza, depressão”, afirmou. Izabel citou o exemplo do medicamento Talidomida, responsável por deformações em fetos humanos mesmo depois de ter sido testado em cães e gatos. “A experimentação científica está muito atrasada no Brasil”, completou.

De acordo com a Suipa, países europeus, além do Canadá e dos Estados Unidos, conseguiram reduzir de forma considerável o uso de animais como cobaias. Outro avanço, segundo Izabel, é que, nesses países, medicamentos e produtos feitos em laboratório informam o rótulo se foram testados em animais. “Lá eles dão a opção de não usar aquilo, mas o brasileiro não tem noção, falta cultura, conhecimento”, concluiu.

Agência Brasil/EcoAgência

Site PETA:
Empresas que fazem testes em animais

13 outubro 2010

2012




Vejam blog 2012 com textos interessantes sobre a sustentabilidade desde uma visão sistemica-cognitiva-epistemologica:
Por uma ciencia da sustentabilidade

Redes Sociais Sustentaveis, ecologicas, verdes.....

Por enquanto as redes sociais disponiveis e surgindo cada dia, são:

http://www.cigno.com.br/

http://confrariasustentavel.ning.com/

http://www.madeinforest.com.br/

http://www.mobilizacaosocial.com.br/

http://www.peabirus.com.br/

http://pt.wiserearth.org/

http://www.voccie.com/

Se você conhece outra rede em português envie para o blog.

11 outubro 2010

Design em Cuba

Cuba tem o Instituto Superior de Diseño, mas fica a pergunta, como você faz Design em Cuba?

Isdi

07 outubro 2010

Topblogs de sustentabilidade

Deixo aqui os TOPBLOGS no tema da sustentabilidade que passaram para a segunda fase.

05 outubro 2010

As pioneiras do Desenho Industrial


Aproveitando o artigo da Clara Porset, pioneiras desconhecidas ou esquecidas do Desenho Industrial.
Além de Lina Bo Bardi aqui no Brasil.

Clara Porset uma vida e uma mulher sem igual

Clara Porset, pioneira do Desenho Industrial, desconhecida ou conhecida por poucos aqui no Brasil,  merece uma homenagem sempre. Veja o meu artigo sobre ela no BDxpert:

clara porset

04 outubro 2010

Plagiarius Award

Museo do Plagiarius Award

O plagio, falsificação de produtos foi e será sempre um dos grandes problemas da humanidade e aparentemente sem solução, apesar dos mecanismos legais, tecnologicos, tecnicos para proteção.

A pirataria não se restringe a roupa, tenis, dvds, perfumes como pensamos ingenuamente. 

Peças piratas já foram encontradas em aviões comerciais de voo transatlantico, apesar de um controle estrito de fornecedores.

 Se a peça original durava 20.000  horas de voo, a peça pirata perfeita em aparencia, material, caixa, selos, certificados, hologramas, dura apenas 2.000 mil horas.
Então se você esta naquele voo transatlantico para Europa vivendo o sonho de sua vida há grande probabilidade de falha, pane inesperado. Isso com todas as revisões de manutenção, já que ninguem imaginou que era pirata e esperavam então outras 18.000 horas de funcionamento normal. 
Avião de 600 passageiros, 400 toneladas dá pane eletrico-hidraulico-mecanico-eletronico e cai como gota de chuva no oceano por uma peçinha chinesa